Creio que o pecado é realmente um mistério tão grande como a virtude
(Charles Chaplin)
Eu acordei com a uma horrível dor de cabeça. Meu pulso latejava e minha perna estava com câimbra. Em que droga eu tinha me metido daquela vez... Então...o sol...bem na minha cara. Eu já mencionei alguma vez o quanto odeio acordar cedo?
Não? NUNCA?
Eu odeio.
Meu estômago roncou. Eu estava com fome. Muita. Abri meus olhos e como eu gostaria de nunca o ter feito.
Que merda aconteceu nesse quarto? Primeiro, não era o meu quarto. Parecia...parecia....oh, meu deus...parecia um quarto de homem...Varri os olhos pelo local, ainda deitada encontrando algumas peças de roupas espalhadas pelo chão.
E camisinha.
Deus! O que foi que eu fiz...?
Veja o lado bom...Eu me proteji...foi né?
Aquela objeto – que nesse momento me parecia muito asqueroso – de borracha era a prova viva de que algo havia rolado...Oh meu Deus...
Que dia era hoje mesmo?
Meu celular tocou alto, me assustando, só então que eu percebi que estava nua debaixo dos lençóis. Reprimi um gemido de angustia, pegando o aparelho com uma mão.
– Alô?
– Kris! Onde você está amiga?
– Brit...- choraminguei – Eu... Que dia é hoje?
– Domingo. Eita que a pegada de ontem foi forte né?
Controlei o queimor que se alastrava pelo meu rosto, segurando com mais força o telefone, observando pela primeira vez minha perna cheia de manchas roxas. Eu não queria nem imaginar como estava o resto.
– Domingo? – Gemi – Eu...nós fomos a uma festa no sábado né?
– Aham...e encontramos lá muita gente...Você arrasou amiga! Dançou tanto...!
– Eu me lembro...
– ... E você estava com um fogo...querendo provocar mesmo... – Ela gargalhou – Eu até pensei que você tinha se drogado sabe mas...
– BRIT!
– Ok, ok...como você não lembra...?
– Qual foi a última vez que você me viu?
– No sábado...de madrugada...você estava saindo da boate com o...
– Robert!!
Gritei forte.
– Meu ouvido! - Ela rebateu – Você lembrou?
– Ele...ele...o meu chefe...oh meu deus...ele está aqui...- sussurei, quando vi a porta se abrir. Meu queixo caiu e ficou lá no chão até...
– Ele está nu?
– Brit!
– Há... Pára... Ele está?
– Eu... Deus... Vou desligar.
E sim. Ele estava nu. Saindo do banheiro. Com gotinhas molhadas escorrendo pelo seu peito enquanto com a toalha enxugava o cabelo. Provavelmente eu devia estar babando porque ele se aproximou, tocando minha bochecha. Fiquei quente de novo. Desde quando os olhos dele eram tão azuis?
– Você está bem?
Ele estava preocupado comigo? Era estranho... mas era bom.
Bom até demais.
Não olha...não olha...não olha... Se eu repetisse várias vezes eu podia não...Oh meu deus! Eu Olhei...Oh meu deus...aquilo lá não pode ter entrado em mim...Não...oh meu deus...mexi as pernas sentindo uma dorzinha incômoda...oh meu deus...eu não era mais tão pequena.
Oh meu deus, Kristen...pára de dizer oh meu deus...
Oh meu deus!
Ele estava me beijando. Meu pescoço.
Oh meu deus...meus braços se movimentaram sozinhos e foram parar dentro da massa macia de seus cabelos...Como se já soubessem o que fazer. Como se já tivesse acostumado a fazer isso. O movimento.
Deuuuuuuuussss...o que era aquilo que ele fazia com a língua no meu pescoço? Eu tinha plena consciência dele praticamente subindo em mim e quase ronronei quando me vi deitada na cama de novo...
E...oh meu deus! Ele estava grande. Muito grande.
Ele estava fazendo o que achava que ele...OH MEU DEUS!
Ronronei quando seus lábios se fecharam no meu mamilo túrgido e sensível. Abri mais as pernas e Rob se encaixou entre elas. Eu não tinha consciência de nada. Só dele. E seu corpo. E partes do seu corpo.
Eu estava rendida.
E não podia parar.
Eu não queria parar.
– Rob...- gemi.
– Você gosta muito disso... – ele lambeu, sugando com mais força, enquanto com a mão livre massageou meu outro seio.
Arfei, e cheguei a pensar que morreria.
A pessoa tinha que respirar não tinha?
Tinha.
Mas eu...
Seus lábios desceram pela minha barriga, sugando a região do meu umbigo. Suas mãos apertaram com força minhas pernas, me fazendo lembrar as ronchas que eu achei mais cedo. Ele tinha alguma tara por pernas....
– ROB!
Gritei quando senti seus lábios úmidos soprando na porta da minha umidade. Ele me tocava tão leve e abriu meus grandes lábios me fazendo arfar quando inseriu dois dedos lá dentro. Eu pulsei mais forte com medo de não agüentar. Eu chorei quando senti sua língua em cada centímetro do meu núcleo que pulsava quente entre seus dentes. Ele deslizou a língua para dentro de mim.
– Você é linda...Porra, Kris...você cheira tão bem...
–Rob....
– O que gatinha?
– Eu quero .... eu preciso de você... - Puxei o ar – Oh meu deus!
Ele me penetrou de voz.
Ele estava todo dentro de mim.
Me apoiei nos cotovelos, gemendo, olhando seus cabelos que caiam sobre mim.
– Eu pensei que não coubesse você aí...
Ele beijou meus lábios, arrancando mais suspiros de mim.
– Oh...cabe sim...- uma estocada – cabe bem mais...- outra estocada – sabe o surpreendente?
Oh deus... Gemi, fechando os olhos, prendendo minhas pernas ao redor da sua cintura enquanto ele se mexia mais forte. Eu me sentia tão cheia. Tão preenchida. Tão dele. Eu gemia, inferno, eu estava gemendo o tempo todo, e seus lábios estavam no meu pescoço, sugando a pele debaixo do meu queixo.
– Me toca Rob... – falei, levando sua mão até o ponto onde nós já estávamos firmemente unidos. Seus dedos me tocavam com pressa, para cima e para baixo em toda a região do meu clitóris.
-... Quanto mais a gente faz isso mais apertada você fica...Oh, Jesus, Kris...você já ta me mordendo....
Fechei minha boca sentindo meu corpo começar a tremular na área o meu baixo ventre. Seu membro continuou a ter espasmos dentro de mim. Ele pegou minhas pernas e as pos sobre seus ombros, fazendo ir mais forte e fundo dentro de mim.
– Goza pra mim...
– Há....sim....Oh, Rob! – Ele gemeu, mordendo meu ombro, afundando seu rosto no meu vão me fazendo suspirar entre a respiração entrecortada quando ele se derramou dentro de mim.
Lentamente todo o fogo que nos consumia foi desaparecendo e ele virou para o lado me levando junto. Para o seu peito quente e suado.
– Eu...bebi muito...ontem...- tive vontade de dizer quando seus braços rodearam meu corpo pequeno. – Eu...
– Nem tanto... – A mão que alisava minhas costas parou de repente e ele suspendeu meu corpo e de repente eu ó tinha aqueles grandes olhos azuis me encarando. – Você...quer dizer...você não lembra? De nada?
Seria fácil não é? Afinal eu não lembrava.
Não lembrava até ele começar a me beijar nessa manhã e levar a tudo.
Então eu sorri, beijando seus lábios rapidamente.
– Eu lembro.
Seus olhos brilharam e suas mãos voltaram a acariciar.
– Eu me lembro de tudo chefinho. Sou uma funcionária exemplar.
Ele gargalhou. Eu sorri de volta, cheirando seu pescoço. Quem iria imaginar que não fazia nem doze horas que tudo tinha começado...
E uma coisa leva a outra...e outra...e outra...e a nós...
DOZE HORAS ATRÁS...
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que que é isso??????
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