One shot baseado no Tweet de que Rob e Kristen levaram a Mackenzie Foy para o boliche...e no meio de tudo isso comédia e comédia Robsten.
Censura: Livre
Trilha Sonora: http://www.youtube.com/watch?v=ptSjNWnzpjg
– O que nós vamos fazer hoje?
– Hun, não sei...é sábado...podemos ficar na cama né?
– Meu deus, Rob...de onde você tira tanta preguiça?
– O que posso fazer se você me deixa acordado a noite inteira...
– Não deixo não.
– Deixa.
– Não.
– Deixa sim.
Eu ia levar essa richa até o amanhã a noite mas ele se espreguiçou e fiquei momentaneamente boba olhando a sua barriga subir e descer. Ele engatinhou até mim, beijando o vão entre o meu pescoço e ombro.
Jesus...
– Você joga tão sujo, baby...
– Hun...é...Você ta tão cheirosinha...
– Eu não sou cheirosa sempre é...
– Você é...você é...love...
– Sei...
Enyão ele meio que pulou da cama, apontando para o estômago; Respirei fundo umas três vezes tentando olhar para outro lugar.
– Você podia fazer nosso café baby...- ele murmurou, manhoso.
– Não.
– Mas baby...
– Vai tomar café com o resto do elenco...
– Mas baby...
– O QUE?
– É longe!
– Vai ser ferrar, Rob! – Bufei, ignorando a sua nudez e pegando minha camisa do lado da cama.
10 minutos depois...
Eu estava pondo a minha segunda xícara de café preto na boca quando ele se aproxima, pondo os olhos em mim.
– Baby...
Continuei muda.
– Baby, você sabe que eu não gosto de café preto...
– Vai comprar então...
– Mas você sempre faz...
– É esse ou nada.
Quase sorri quando o vi pondo um dedo de café preto na sua xícara e tomando o líquido com uma careta.
Er, era um pouco ruim...
Ele acabou de tomar o liquido preto gosmento e olhou pra mim. Puta merda! Qualquer dia eu tinha algum infarto cardíaco. Seus olhos pareciam duas fendas finas e depois sorriu discretamente.
– Baby...
– Que?
– Se quiser a gente sai pra tomar café...lá fora.
– Já tomamos café.
– Isso ta horrível, baby! Vamos lá...é aqui pertinho...a gente pde uma torta, uns pães, leite, chá...e café.
– Vai você sozinho...
– Mas baby...
– Eu não estou com fome, droga!
– O que você tem baby?
Ele se aproximou, me abraçando por trás, unindo suas mãos ao redor da minha cintura. Rob tinha o peito tão forte. Eu quase cai de encontro a ele, levando a minha cabeça para trás. Ele beijou o topo da minha cabeça, antes de me pegar no colo e me levar para a cama. Eu o abracei forte, afundando meu rosto em seu peito.
– Baby? Você está chorando?
Oh, droga...eu tava!
– Rob...- choraminguei.
– O que está acontecendo?
– Minha mãe...minha mãe me ligou ontem e Jella...Jella...ele estava doente...eu quero meu gato.
– Mas Kris...
– Não. EU QUERO MEU GATO DE VOLTA. Foi uma péssima idéia levar ele de volta com o meu pai pra casa. E se ele tivesse morrido?
– Gatos morrem...
– NÃO JELLA.
– Kris...
– Oh, isso é tão ridículo mas...eu sinto saudades dele.
– Falta só uns dias...
– É né...
De Eu abracei de novo e escutei seu estômago roncar. Gargalhei, me afastando e dando a mão.
– Vem. Vamos fazer um café reforçado.
Ele me abraçou pelos ombros, já todo sorridente.
– Vai fazer aquela torta né Love?
– Rob, eu não vou fazer torta uma hora dessas...
– Baby...
– Eu na...
– Por favor, baby...a sua torta é a melhor do mundo...
Suspirei.
– Tem um pedaço na geladeira.
– Mas é de ontem...
– Serve...é só esquentar...
– Mas Love...
– Ta, ta...meu deus! Mas que homem insistente...
Ele sorriu feliz.
– Ela é a ...
– Já sei, já sei...é a melhor torta do mundo!
**
3 DA TARDE.
Eu estava terminando de ler as minhas falas quando o Rob entra pela porta todo suado. Ele tinha saído para andar de bicicleta. Baton Rouge era incrivelmente pequena e podíamos fazer nossas coisas sem nos preocuparmos em sermos fotografados e parar em dezenas de capas de revistas
– Adivinha quem eu encontrei aí perto.
– Quem?
Seu rosto estava vermelho do esforço físico e todo molhado de suor. Fechei os olhos momentaneamente para evitar que imagens censuradas viessem a minha mente. É claro que isso até funcionasse se ele não me abraçasse e começasse a beijar meu pescoço.
Sério, eu não era muito forte não...
Pigarreei e ele continuou, totalmente alheio ao efeito daquele suor em mim. Jesus! As imagens estavam bombardeadas em minha cabeça. Eu imaginava ele me agarrando e o suor escorrendo enquanto arrancava o pouco tecido que cobria meu corpo. Comecei a ficar úmida pelo pensamento e meu clitóris latejar.
– Não é legal?
– O que?
Ele riu.
– No que estava pensando?
Na Pattzlândia.
– Nada. – balancei a cabeça – O que aconteceu?
– Encontrei o Sam e a Melanie.
– Quem?
– Os pais de nossa filha...
– Da Mackenzie? – enruguei a testa. – Ela não é nossa filha...
– Eu sei né... Eu perceberia se você tivesse tido alguma barriga...Hun...Mas você tem certeza?
– Como assim?
– Não teve nenhuma filha aos 12 anos não?
– O QUE?
–Ela é a sua cópia...
– Eu era virgem aos doze anos, Rob...
– Se você diz...
Bufei, cruzando os braços.
– Mas então. Você encontrou eles e...
– VAMOS LEVAR ELA NUM PASSEIO!
– Como é????
– Pensa comigo, Love...ela é a nossa filha...
– A Nessie que é...
– Isso. Foi o que eu falei...Então, já que ela é nossa...devemos parecer bem próximos não é? Então conversa vai...conversa vem...
– Sei...
– Aí eu pensei que seria bom um tempo com ela...
– Nós cinco? Parece bom...
– Não baby...nós três...
– Como?
– Nós vamos levar a Kenzie para passear sozinhos...Não é uma ótima idéia?
JOHN (Agente da Kristen) AO TELEFONE
– Prometa, Kristen...
– Isso é ridículo John...
– Não é não! Não quero ser cúmplice de um crime.
– NÃO TEM CRIME NENHUM!
– Ainda não né....
– John...
– Ok, ok...mas fique de olho certo?
– John! O Rob não vai seqüestrar a menina...
– Se você diz...
– Isso é ridículo John. Olhe, ela já está para chegar; Vou terminar de me arrumar...
– Desde quando você se arruma?! Oh não! Você é cúmplice dele!
– John! Tchau...e mantenha a calma...
– Estou tentando...
FIM DA LIGAÇÃO.
– Rob, eu prometi ao John...
– Não seja ridícula, Love...
Vamos relembrar os fatos. Fomos pegar a Mackenzie na casa dela. Fomos jogar boliche. Respira fundo. O Rob parecia pinto no lixo com a garota. E quase três horas depois tive que arrastar os dois para o carro.
Olhei para trás e vi a Mackenzie dormindo. Er, ela até que parecia um pouco comigo. Só um pouco...
– Rob...Não podemos fazer isso lembra? Nada de seqüestros...o John me mata.
– Não vou seqüestrá-la, amor – ele revirou os olhos –Só vamos levá-la pra casa.
– Não podemos!
– Porque não? Devemos montar nossa árvore de Natal...e ela pode ajudar?
Eu suspirei de volta e meu celular tocou.
– John! – gaguejei – Claro, claro...sei que é tarde...Certo...Cl...cl...aro...que não...- gaguejei. – Já estamos indo para ai...
E desliguei.
– Vire a esquerda. – Falei.
– Mas esse...
– Não podemos levá-la pra casa Love...
– Porque não? Ela é nossa filha.
– Estamos apenas brincando lembra?
Ele fez um muxuxo, virando o caminho em direção a casa dos pais da Mackenzie. Estávamos bem perto de lá quando resmunguei.
– O QUE?
– Tive uma idéia...
– Tenho medo das suas idéias sweet...
Revirei os olhos.
– Então, podemos falar com o John...que vai falar com os pais dela...ai ela dorme lá com a gente...ai você fica feliz...
– Mas...e a cama?
– Ela dorme com a gente – estreitei os olhos e me deu vontade de rir. – Vou ligar pro John... – Fingi que ia pegar o celular.
– Espera Love! Se ela for dormir na nooossa cama, como vamos brincar?
Eu sorri, passando a mão pelo seu rosto.
– Não vamos fazer coisinhas hoje, Love.
– Não? – Rob quase gritou, assustado.
– Não. Não com uma criança lá no meio...
Dei um minutos até que ele assimilasse a idéia...
– Love?
– Que Rob?
– Acho melhor ela dormir com os pais dela né? Vai se Kenzie estranha...
–É amor, não queremos que ela se sinta estranha lá né...
– É, não queremos...
***FIM**
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