É a versão de Jella de alguns fatos sobre Robsten. Será que ele tem alguma coisa para contar?
São uma série de contos curtinhos bem-humorados de alguns fatos do cotidiano de Robsten contados pelo gato da Kristen (Jella).
Censura: Livre
CONTO O1
Eu tentei avisar ao papai que naquele dia a mamãe não estava normal. Mas ele não me ouviu. Eu estava deitado na minha caminha macia perto da cozinha quando a vi. Ela tinha os cabelos soltos, ainda meio curtos e escuros. Mamãe partiu direto para a cozinha, ficando pelo menos uns 10 minutos com a porta escancarada na cara dela.
Oh oh...
Então ela pegou um enorme pote de sorvete de menta.
Oh oh de novo.
A mamãe detestava menta...a não ser...
Meus pelinhos se arrepiaram. Eu já estava preparado para correr e ficar o resto do dia enfurnado em algum buraco.
Mas não fui rápido o suficiente.
- JELLA! Sai!
E EU FIZ NADA? Estava eu lá na maior calma quando ela pirou.
- Porque você tem que ser tão preguiçoso?
Continuei lambendo pelo, tranquilamente. O que eu podia fazer? Miar? Eu ein? Preferia continuar lambendo meu pêlo. O papai que se virasse...
Tadinho do papai...a mamãe estava de TPM.
Eu ouvi um dia o meu pai falar isso para ela. E desde desse dia eu sabia que o melhor era ficar quietinho no meu canto...Mas o papai...
Há...o papai não entendia...
A mamãe gritou algo que meus ouvidinhos sensíveis de gato não registraram e foi para o sofá, com o pote de sorvete na mão. E ligou a TV. E depois sentou no chão. Eu cheguei perto...mas não o suficiente. Ela estreitou os olhos para mim e eu babei.
Eu babava muito. Ué...é coisa de gato.
Eu babo. Não me julguem ok?
E ela me olhou daquele jeito, me chamando com os braços. Um dia a mamãe tinha que me contar como é que ela fazia aquilo com os olhos...e convencia a mim e ao papai de fazer tudo que ela quisesse...Então, dei alguns passos e apoiei minhas patinhas na sua perna.
- Você sabe que eu não te mataria de verdade não é?
É?
A mamãe ficava tão estranha nesses dias...
Ela continuou a olhar a TV, até que a porta abriu-se e o papai entrou, varrendo os olhos até a sala.
Oh oh de novo.
Miei e corri para o outro lado da sala, quando a mamãe me apertou mais forte. Ela era muito forte...vocês pensam o que?
- Kris?
- KRIS PORRA NENHUMA.
- Hey, baby...o que houve?
Eu disse...eu disse...a mamãe fica muito nervosa nesses dias...
- Não sou seu baby, hunf.
Ela se levantou, cruzando os braços e definitivamente tinha a cara muito...muito zangada.
- É claro que você é meu baby, Love...
O papai era tão esperto...Eu vou ser igual a ele quando crescer e a gata da vizinha me aceitar... Ele agarrou o rosto vermelho da mamãe e logo ela não teve como escapar...
Como se ela quisesse né? A mamãe fica tão molinha quando o papai agarrava ela daquele jeito...
- Me conta baby...o que houve?
Minha mãe fungou. Ew...ela tava estranha né?
- Quem era aquela vadia com você no bar?
- Vadia?
- Pensa que eu não vi? Eu estava passando de carro ontem quando vi aquela loira oxigenada com os peitos quase na sua cara.
- Mas era a garçonete...
- Mas você tinha que aproveitar né? – mamãe gracejou. – TINHA QUE SER O GARANHÃO...
Papai riu e pegou a mamãe no colo.
- Como se eu precisasse de outra como você, esquentadinha...
E eles foram pro quarto. Eu ainda ouvi o papai dizer que ia convencer ela...e bem, não sei o que houve...mas mamãe começou a rezar...eu ouvi da sala...uns “Oh meu deus”, “Jesus”, “mais Rob”
Eles estavam rezando né?
Se eu fui espiar?
Há...mas essa é outra história.
Um dia eu conto como eu entrei no quarto e vi meus pais rezando.
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