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ONESHOT - 'Sex On Fire'



Título: Sex On Fire
Classificação: +18
Categorias: Atores e Atrizes, Kristen Stewart,  Robert Pattinson
Gêneros: Drama, Lemon, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Publicada: 01/02/2010
Status: Finalizada
Sinopse: Kristen lembrou cada segundo na noite que mudou sua vida, quando ela ficou livre de todos os pudores. Enquanto caminhava meio hesitante para a clínica de aborto ela relembrava cada detalhe e cada sensação de ser preenchida. Do vazio. Do suor. Da pele com a pele. Sexo... com sexo. Então, a libertação.


xx CAPITULO ÚNICO xx



Podia ser uma quarta-feira qualquer. Podia ser um dia qualquer. Podia não estar chovendo. Podia estar fazendo sol. Eu podia estar sozinha. Mas não estava. Ao contrário. Não estava. A cada dia que passava eu me sentia cada vez menos sozinha. Algum dia poderia voltar a me sentir só de novo? A contemplar o sol sem pensar em mais nada? A simplesmente pegar um carro e sair dirigindo a esmo, sem destino. Nem hora. Apenas pela incrível possibilidade de ir. De não pertencer a ninguém?



Eu queria e podia sentir tantas coisas. Algumas novas e outras... nem tanto assim. Só tinham se passado alguns meses desde a melhor noite da minha vida. Meu corpo tinha gravado todas as sensações. Cada célula lembrava do cheiro, do toque, da imensidão. Do sabor. Do gosto de ser saboreada. Tudo tinha sido tão único.



A sensação de ser preenchida. De não ter nada entre nós. Só o calor. A pele fervente em contato. O suor transbordando em todos os meus poros. Sexo com sexo. A perda da extensão de um corpo no outro. E então a libertação prometida. O corpo quente e pesado sobre mim. Minhas pernas trêmulas e agitadas, querendo mais. Meus seios desnudos em contato com seus lábios salgados e quentes. Por vezes, sentia o barulho áspero e profundo dos seus dentes no meu mamilo.



E então o preenchimento de novo. Duro. Rápido. Como se mais nada importasse. A parede não era tão dura naquele momento. O chão não era tão frio. E aquele homem poderia não ser um estranho. Não era realmente como deveria e poderia ser. Mas isso bastava. Naquele momento, mais nada importava. Só o preenchimento.



Era mais um que passava. Apenas mais um. Eu não sabia seu nome, nem me importava sabê-lo. Meu corpo se movia. Agia por vontade própria. Eu era apenas uma reles figurante em tudo aquilo. Ele queria ser satisfeito. Então olhei pra cima e vi seus olhos fechados, a boca entreaberta. Suas mãos alcançaram meus seios, me fazendo gemer involuntariamente enquanto ele me apertava.



E o homem na minha frente continuava o mesmo. Um completo e absoluto estranho.



Um desconhecido.



E estava dentro de mim. Percebi quando seu corpo tremulou jorrando a sua semente em meu interior, que logo seria nossa. Ah, mais isso ficava para depois. Agora o que importava era eu e o estranho. Somente.



Ele se retirou dentro de mim quando eu nem ao menos tinha gozado. Minha vagina estava quente, em brasa, palpitante, úmida, apenas esperando por ele. Suas mãos desgrudaram dos meus seios e pousaram em meus minúsculos ombros com um pouco de força. Com certeza, amanheceria toda roxa.



Mas, novamente, isso não tinha importância.



Praticamente cai no chão um pouco úmido e ele me fez ficar sentada. Tudo foi apenas um borrão quando suas mãos grossas começaram a percorrer o meu corpo, tragando de mim arrepios que duravam uma eternidade. Sua mão desceu... devagar... até chegar perto do meu joelho e, com mais força, ele me forçou a abri-lo. Eu estava completamente arreganhada pra ele. Quem ele pensava que era? Algum tipo de ginecologista barato? Provavelmente sim.



Mas, novamente, isso não tinha importância.



Ginecologista ou não, eu estava totalmente moldável em suas mãos.



O desconhecido tirou um pouco suas mãos do meu colo, abrindo meus grandes lábios, tocando delicada e rapidamente meu clitóris enquanto com a outra mão pegou no meu braço e enfiou os meus dois dedos em mim. Eu parei, estática, enquanto ele movimentava meus dedos com força, provocando um atrito absurdo no contato com a minha vagina molhada. Eu podia sentir minhas pernas novamente trêmulas, anunciando a vinda do meu orgasmo. E quando eu pensei que ele não mais me surpreenderia, meus dedos foram tirados de mim e mal pude me dar conta do vazio, porque logo sua boca abocanhou com força meu sexo molhado.



Eu gelei. Um grito surdo saiu dos meus lábios enquanto duas lágrimas solitárias rolaram pela minha bochecha e sumiram na curvatura do pescoço. O completo estranho continuava me comendo. Insistentemente.



Mordendo.

Sugando.



Tentei fechar minhas pernas mas ele apenas as segurou com mais força, impedindo meu movimentos. Então, cedi e relaxei mais. Ele parecia ainda mais deliciado e me lambia com mais força e profundamente. Cheguei a gritar quando a sua língua penetrou em mim. Em algum momento, eu pareci gostar muito, pois acabei explodindo dentro da sua boca.



Para a minha vergonha maior, abri meus olhos e percebi que outro homem nos observava, sorrindo. Virei meu rosto e encarei seus olhos que vagaram insolentes até a minha intimidade desnuda.



Mal pude perceber o que estava acontecendo quando me senti sendo preenchida de novo. Com mais força. Fechei os olhos de novo, só abrindo-os novamente quando ele saiu de mim, me colocando de pé, segurando a minha mão e me guiando até uma cama. Fui empurrada e acabei me deitando no colchão. Ele se deitou por cima e começou a me chupar de novo. Colocando a mão na minha cintura ele me levantou e fui parar no seu colo, afundando totalmente nele. No instante seguinte, eu cavalgava a esmo no seu mastro. Não era mais eu. Era apenas meu corpo buscando prazer. Quando estava prestes a gozar, sinto um par de mãos mais estranhas ainda tocando meus seios e algo bem duro encostando no meu traseiro.



Fudeu.



- N.. Nã... Não... – Murmurei enquanto rebolava com força. Fechei os olhos, e tudo aumentou profundamente. Eu sentia cada célula do meu corpo queimando. Gemi alto sentindo ser acariciada por toda extensão do meu corpo.



- Como você não pode querer isso, baby? – O estranho nas minhas costas murmurou em meu ouvido.



Logo em seguida distribuiu beijinhos por toda a minha costas. Sua boca estava bem perto da minha cintura quando me senti tremer e desabar no cara na minha frente. Minha respiração não mais me pertencia. Ela estava a quilômetros de distância do meu corpo. Mordi meus lábios, temendo a resposta que eu pediria a seguir.



- Como... como é seu nome?



“Mulheres... são tão apegadas” – o homem às minhas costas murmurou. O cara embaixo de mim agarrou minha cintura fazendo uma massagem incrível no local, me fazendo ter choquinhos deliciosos.



- Meu nome é Rob – Ele deu uma mordida na minha orelha. – E ele... é Tom. Que tal dar uma boas vindas como se deve ao nosso amiguinho?



Eu estava apavorada, isso sim. Onde diabos eu havia me metido?



- Eu...

- Faltou seu nome, baby.



Gelei, me sentindo paralisada pelo corpo do Rob.



- Pode me chamar de Kris...ten. – Balbuciei, segundos antes de Tom me agarrar, me pondo de pé.

- Kristen. Vamos começar a nos divertir.



OMG.



- E como você vai se divertir?

- Oh, meu bem...- Ele riu.



O que se passou a seguir foi como se não me pertencesse. Eu não tinha nenhum desejo. Nenhum querer. Estava totalmente subjugada a Tom. Ele atacou minha garganta com um beijo ofegante. Seus lábios subiram até que se chocou com a minha boca entreaberta e ofegante. Fechei os olhos e as sensações triplicaram dentro de mim. Mal senti quando sua língua saiu de dentro da minha boca e ele lambia meu rosto, só para voltar de novo para meus lábios, só que mordendo.



- Já te comeram... por trás?



Céus!



- Não...

- Tem primeira vez pra tudo... mas antes...



Tom me imprensou contra a parede e sem pensar e fazer nada ele me penetrou de uma só vez. Com força. Como se o mundo pudesse acabar no instante seguinte.



- Você... Kristen... é tão apertadinha... mas vamos mudar isso, certo?



O que? 



Ele estocava mais forte e sua mão voou para meu clitóris inchado. Minha excitação quase caia pelas pernas. O orgasmo vinha galopando em ondas gigantescas... quando de repente, tudo parou. Quis gritar de frustração.



- Não tão rápido.



Tom saiu de dentro de mim ainda duro e se sentou numa cadeira, me chamando com os dedos. Eu paralisei, totalmente assustada. Olhei em volta e Rob já se levantava, caminhando em minha direção. Fiquei surpresa pela intensidade do seu beijo.



- Vamos lá, Kris... – Ele me puxou pela mão até Tom. – Sente logo. – Falou, mais bruscamente. Olhei para o membro de Tom e realmente fiquei assustada. Aquele diâmetro não entraria em mim nem fudendo. Ou fudendo. Ah, sei lá! Tom me agarrou pela cintura, me virando de costas pra ele. Eu só precisava me abaixar.



Bem devagar...



Essa era a minha idéia. Mas alguém pensava muito diferente de mim.



- Mudei de idéia – Ouvi Rob sussurrar na minha frente e abocanhar meu seio com a boca. – Vem cá. – Ele me puxou, se deitando na cama e me levando por cima. Me abaixei de vez no seu membro e gemi alto. Então, comecei a gritar bem alto e cavalgar forte em cima dele.



Só um pouco... mais um pouco... e eu gozaria...



Meus movimentos foram detidos por Tom, que agarrou minha cintura, lambendo toda a extensão da minha coluna completamente suada.



- Agora empina essa bundinha pra gente brincar um pouco também.



Mal tive tempo de processar qualquer coisa que fosse. Eu ainda sentia todo o volume de Rob dentro da minha vagina e gemi – bem mais alto – quando ele levou a mão ao meu clitóris. Eu estava derretendo em cima dele. Só querendo me esfregar, me aliviar, já que meu centro nervoso praticamente pulsava quente de dentro de mim



Gritei de dor quando Tom foi enfiando a cabecinha pelo meu outro buraco apertado. Até senti duas lágrimas furtivas escapando de meus olhos. Agarrei com força o peito do Rob, praticamente beliscando-o. Ainda doía demais quando Tom se projetou mais forte dentro de mim. Eu gritava. Mandava parar. Eles não me escutavam. Rob tinha um sorriso tão divertido embaixo de mim.



Os dois começaram a se movimentar e era alucinante essa sensação de ser completamente preenchida em dois lugares. Tudo ao mesmo tempo. A dor passava e o prazer emergia cada vez mais alto. Eu gritava. Gritava muito. Mas não era mais dor. Minha vagina não tinha mais espaço. Uma corrente elétrica passou por todo o meu corpo ao mesmo tempo que sentia Rob derramar-se todo dentro de mim e exibir um sorriso plenamente satisfeito. Mas Tom não parou. Ele ainda estocou mais umas três vezes antes de gozar e sair – por fim – de dentro de mim.



Rolei para o lado, totalmente arreganhada e molhada por todos os cantos.



Eu ainda tentava normalizar minha respiração, tentando ignorar a ardência em todos os cantos quando sinto um arrepio quente e abro os olhos. Lá estava Tom, sorrindo maliciosamente e beijando minhas pernas abertas.



OMG... Alguém me socorre?



- Sabe, eu quero ver como é que é...



Continuei de olhos fechados, mas gemi sentindo uma língua macia em meios seios. Provavelmente era Rob. Não estava com a mínima vontade de abrir os olhos.



E outros lábios – mais quentes – subiam pelas minhas coxas, chegando perto da minha intimidade gozada e surpreendentemente molhada de novo. Gritei quando sua boca capturou meu clitóris, mordiscando. Ele se afastou e penetrou dois dedos dentro de mim – de uma vez só. Eu tinha vontade de fechar as pernas mas duas mãos me impediram. Então, em vez de dedos, senti uma coisa mais grossa me penetrando tão forte que abri os olhos. Eu vi Tom em cima de mim me preenchendo forte, entrando e saindo, enquanto Rob levava as mãos até meu clitóris enquanto sugava, mordia e lambia meus seios.



- Ela já tá me apertando... Hmm... é bom...



Tom murmurou, saindo de mim só para entrar mais forte, dessa vez colocando minhas pernas sobre seus ombros, fazendo com que seu pênis entrasse mais fundo. Eu não tinha mais voz de tanto que gritei. Ouvi – ao longe – os dois rindo enquanto Tom gozava forte.



De resto, apaguei.



No outro dia, acordei sozinha e totalmente nua. Me levantei e provavelmente, se eu não estivesse sentindo tanta dor, pensaria ter sido um sonho. Eu não sabia quem eram Tom e Rob. Nem me importava. Só lembrava da melhor noite da minha vida e dos gritos. Da dor. Da imensidão de ser preenchida duplamente.



A recepcionista com um coque na cabeça não sorriu quando eu apareci naquele dia. Peguei apenas o papel e me sentei, apenas esperando a minha vez. Incrível como tudo foi tão rápido. Ela então chamou meu nome.



Caminhei pausadamente pelo corredor até encontrar o médico de jaleco branco. Segui suas instruções sem reclamar, tirando toda a minha roupa e me deitando na cama minúscula e fria no meio da sala. Respirei fundo quando um certo amolecimento percorreu o meu corpo.



- Vai ser rápido. – Ele falou, antes de mexer nos instrumentos.



Tentei não pensar no que estaria acontecendo. No que eu estava fazendo. Nas terríveis conseqüências daquela única noite de luxúria, que provavelmente demoraria muito tempo para que eu esquecesse. Meu coração falhou ao relembrar daquela noite fatídica e do resultado positivo que enegrecia a minha visão.



- Pronto.

- O que?

- Acabou. Pode ir.



Certo. Então ele tinha tirado. Era apenas eu de novo. Sozinha. Sem nenhum fruto que dependesse de mim. Pulei da cama, recolocando minhas roupas. O médico me parou antes que eu saísse.



- Espere. – ele mexeu em umas gavetas, procurando algo. Então a porta se abriu e quase engasguei de susto. Lá estava. Era ele! Rob! Ele me olhou por alguns segundos e tive a absoluta certeza de que ele tinha me reconhecido.



- D... desculpe. - e saiu.

- Pronto. – o médico me estendeu alguns folhetos falando sobre métodos contraceptivos e aborto. – Er, Kristen. Me desculpe.

- Sobre?

- Meu filho. Por ele ter entrado aqui sem bater.

- Tudo bem. Adeus.



Peguei os folhetos, saindo o mais rapidamente dali. Deus! O médico que me atendeu tinha acabado de fazer o aborto do seu próprio neto! Ou não... poderia ser do Tom. Provavelmente ficaria longe desse bairro por longos meses.


*** FIM ***

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