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Pequenas Escolhas da Vida - Capitulo 21



Tinha cruzado o rio Lete nas mãos dela, bebido de suas águas e expiados seus pecados. Quando eles atingiram algo que fácil podia ser o Paraíso. Ele teve certeza. O Amor os movia. (Leste do Eden)



Minhas costas sentiram o acolchoado felpudo quando me deitei na cama. Acho que meu sangue circulava mais rápido. Eu sabia que estava tensa. Era como voltar no tempo. De repente eu não sabia mais o que fazer. Como agir. O que sentir. Foi um choque ouvir sua voz perto do meu ouvido. Ele estava sob mim, com as mãos tocando cada parte do meu rosto.







– A gente não precisa fazer nada que não queira, você sabe né?



– Eu sei. – Suspirei – Eu só...Eu quero...- afirmei com força. – Só tenho medo. Ainda é estranho tudo isso...



– Eu sei. Só vamos ficar juntos. Mais junto. Só vamos deixar rolar. Como a primeira vez.



Eu ri. Ele estava brincando?



– Eu estava bêbada na primeira vez Rob!



– Shii...cala a boca! – ele riu – Você não tava bêbada.



– Hey, eu tava sim!



– Hun...Talvez...



Rob beijava meu pescoço. Arrepios percorreram todo o meu corpo. Sua boca molhada deixava um rastro de fogo por onde passava. Sem sentir minhas mãos subiram até seus cabelos macios. Ele beijou meu dois olhos e senti sua respiração pesada. Ele me encarava.



– Eu...



– Pode fazer o que quiser comigo, amor. Eu sou sua...



Eu não lembrava em quão tão frágil eu me sentia nesse momento. Éramos só nós dois nos redescobrindo mutuamente. Ele me beijou, abraçou e apertou os meus seios. Eu sentia meu corpo esquentando, especialmente no ponto entre as minhas pernas. Eu tinha meus lábios separados, respirando devagar.



Era como se eu não soubesse como lidar com tanta excitação.


Minhas mãos delicadas pousaram em seu peito, desabotoando a blusa que restava. Prendi o ar por um instante enquanto sentia a textura de seu peito quente através das minhas mãos. Os nossos lábios voltaram a se encontrar. Rob era quente. Deus, parecia que eu ia explodir a qualquer momento.



Era a nossa primeira vez. Uma nova primeira vez. Nós estávamos mudando mas ainda era nós mesmos. A mudança era junta. Seria impossível passar por tanta coisa e ainda ser o mesmo.



Isso era contrário à natureza humana. A gente se adapta à novas situações determinadas por nossas escolhas e só os mais fortes sobrevivem.



O quão forte eu poderia ser?



Ele desceu a mão por entre minhas e me sentiu toda a região úmida, pulsante. Necessitada.



– Algumas coisas nunca mudam.



Ele beijou meus lábios enquanto empurrava um dedo dentro de mim. Apertei meus olhos com força, sentindo uma energia animal me possuindo. O senti rindo enquanto seu rosto se afastava do meu. Rob abriu minhas pernas e o bafo quente nela fez com que eu me arrepiasse. Ele então afastou mais meus pés e me beijou lá. Gemi em expectativa e pouco tempo depois Rob me sugava, mordendo, estimulando meus clitóris. Quando ele parecia estar saciado, sua boca era substituída pelos seus dedos, me penetrando fundo e achando todos os meus pontos possíveis.



Todo aquele lado meu animal apareceu. E gritei toda vez que ele me fazia gozar.



Eu não sabia lidar com todas àquelas sensações que voltaram com uma fúria animalesca. Gemi , me contorcendo, pensando que a qualquer momento eu morreria. Aquela sensação sufocante era ótima. Pensei já estar saindo do meu corpo quando estremeci e gozei. Minhas pernas estavam trêmulas e fiquei abandonada na cama, com as pernas pesadas e abertas.



– Eu quero você...vem cá. – Falei.



Rob se aproximou, beijando minhas bochechas coradas e senti seu membro duro encostar em meu abdômen. Por iniciativa própria minhas mãos se moveram e agarraram a sua região grande e que latejou ao meu toque.



– Kris, você...



– Eu quero. Fica em pé. Guia meu rosto para perto.



Uns instantes depois eu já estava com ele na minha boca. Rob gemeu alto, enquanto eu sugava o seu pau. Eu não conseguia colocar ele todo, mas o que restava, eu compensava estimulando-o com as minhas mãos.



– Oh, sweet...sua boca é tão quente...macia...puta merda...Se continuar assim eu...


Sem avisar ele me afastou e nós estávamos deitados na cama de novo, e Rob se posicionou entre as minhas pernas.



Devagar Rob escorregou pro aconchego úmido e quente entre minhas pernas. Parei de pensar e me entreguei totalmente ao prazer de tê-lo novamente dentro de mim. Instantes depois, Rob me penetrava cada vez mais forte e eu gritei com força, sem saber como lidar com tanto prazer. Eu o abracei, arranhando suas costas e nossos lábios se moviam um contra o outro. Rob ergueu meu corpo, me segurando forte pela cintura e estocou com força dentro de mim. Era quase como perder os sentidos.



Ele nos girou na cama a de repente eu estava por cima. Eu sorri brevemente, cavalgando seu membro com força enquanto que suas mãos firmes acariciavam os meus seios.



O fogo percorria nossos corpos. Eu estava sentindo novamente o orgasmo. Um mais intenso, que iria tomar todas as nossas forças. Rebolei com mais intensidade e gritei quando gozei. Desabei sobre o seu peito enquanto sentia ele se derramar dentro de mim.





– Senti saudades de você gozando no meu pau Love...de te ter me apertando...você é tão quente...e macia...



E por incrível que possa parecer, fiquei quente.



– Hun – beijei seu pescoço, quase ronronando. – Que bom...eu também senti saudades de você me preenchendo...tão grande amor...não sei como cabe...



Ele riu.



– É sério poxa...

Rob me abraçou de novo, ainda rindo, beijando minha cabeça.



– Feliz aniversário de 6 meses Love...

– Feliz aniversário...



Suas mãos atravessaram o meu corpo, juntando suas mãos perto do meu estômago. Os arrepios continuaram lá enquanto ele me roçava.



Enquanto a inconsciência me levava, eu lembrei que deveria lhe contar algo.

Tudo mais ficaria para manhã.

O hoje era nosso.





~ **~









– Hora de acordar, Kris...



Acordar? Não, eu estava com sono. Me virei de lado, resmungando, puxando o lençol pela minha cabeça. Ouvi ele rindo quando puxou meu lençol. Fazia um frio terrível. Era inverno e nevava já. Já era dezembro. O tempo voou e eu comecei a me acostumar com a minha nova rotina. Nós estávamos bem. Voltei a visitar alguns de meus amigos e...adivinhem...estou trabalhando! Agora eu ensinava crianças que já nasciam cegos a ler. Era exultante ouvir seus gritinhos animados ou a mãozinha minúscula ao redor do meu pescoço quando me abraçavam.



Eu me sentia bem. E a muito tempo eu não me sentia tão bem.

Se cega ainda me incomodava um pouco aprendi a viver a vida.



– Não sou Kristen. Vai embora.

– Você não é?



Ele fungou, rodeando meu corpo. Estremeci de repente.



– Não sou não. Vai embora. Me dá o lençol Rob.



Ele riu novamente mas dessa colocou o lençol sobre mim, me apertando. Suspirei aliviada.



– Melhor?



– Oh sim, bem melhor.



– Você está toda arrepiada... – Rob falou e estremeci quando seu dedo passou pelo meu braço – Muito arrepiada.



– Oh meu deus...Você me acordou para...



– Vem Love...levanta...



– Pra que? Eu não trabalho hoje...é sábado!



– Eu sei. – ele resmungou – Mas eu sim...Volto pro almoço...



– Tá. Vai trabalhar e me deixa dormir!



Afundei meu rosto no travesseiro. Rob beijou parte do meu rosto , mordendo o lóbulo da minha orelha. Eu suspirei, rendida. Ele deu um sorrisinho baixinho e foi para debaixo dos lençóis, apertando meus seios. Arfei mais alto.

Eu dormia nua. Todo aquele frio e Rob me obrigava a dormir nua! Ele veio com todo aquele argumento que eu ficaria mais quentinha se nos aconchegássemos pele a pele. É, ele também estava nu. Isso facilitava tudo.



– Hun...Você me acordou para ter...- gemi- sexo?



– Ah, baby...você é macia demais...e deliciosa...Vem...



Rob mordiscava e lambia meus seios, e eu comecei a emitir uns gritinhos animados. A quem eu queria enganar? Ele era gostoso demais e eu não resistia. Senti sua ereção de encontro a minha intimidade úmida. Abri as pernas e ele entrou fundo. Rodeei minhas pernas ao redor de sua cintura e urrei de prazer. Era cada dia melhor...tinha se passado quase três meses daquela nossa primeira vez.

Rob beijou minha boca e rolou para o lado.



– Eu vou tomar banho, Rob.



Eu ri, quando ele se levantou.

Então me lembrei da merda que eu tinha concordado fazer hoje.



“Eu não devia estar no meu eixo normal” , pensei suspirando, afundando minha cabeça novamente no travesseiro. O sono me dominava. Ou talvez eu estivesse sendo pessimista demais. Talvez o encontro com minha sogra não fosse tão mal assim. A vida tem a ver com escolhas – me lembro de ter ouvido certa vez - Nós somos a soma das nossas escolhas. E a maioria delas não é feita por nós. E às vezes certas escolhas são como cicatrizes profundas e nos marcam para a vida toda.



– Até o almoço, dorminhoca – Rob beijou minha cabeça – Não apronte nada ok?



– Hey! Eu não apronto!



Eu quase podia jurar que ele revirava os olhos e ria enquanto batia a porta. Voltei a me afundar nos lençóis macios. Que porra! Eu não tinha mais sono agora...

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