Tirei meu vestido pela cabeça. Ele sorriu. De qualquer modo, era incômodo eu estar nua totalmente e ele todo vestido. Tomei a iniciativa e capturei seus lábios nos meus,parecendo ensandecida. Como se nunca tivéssemos nos beijado antes. Era como se fosse...a última vez.
Eu precisava dele. Então, num pulo sai do seu colo e fui andando até o banheiro do quarto. Fiz minha melhor cara de bitch e o chamei com os dedos, sem nenhuma palavra minha.Nem dele. A gente não era muito bom em palavras. As ações eram muito mais excitantes.
Rob me seguiu e me encochou na parede gelada do banheiro com força. Suas mãos percorriam meu corpo com avidez, como se quisesse me deixar marcada em cada ponto onde ele tocava.
– Afaste as pernas.
Ainda trêmula, afastei com hesitação e Rob pos sua perna em contato com a minha entrada molhada. Meu grito foi sufocado pelos beijos que ele me dava. Sua língua me devorava. Com minhas mãos livres, desaboto sua calça, baixando o zíper, retirando seu membro molhado e duro. Eu tinha um verdadeiro tesão por ele. Estava pronta para me abaixar e sugar..lamber...moder...quando a voz do Rob me faz deter.
– Se vira.
– Rob. – Quase choro em frustração. Eu queria ele. Porque era tão difícil?
– Kristen, se – vira. Tô mandando.
Encostei minha cabeça na parede do banheiro, tentando buscar algum apoio. Minha intimidade latejava ardente e eu pingava como nunca. Urrei de prazer quando Rob pôs seu membro entre minha pernas, só friccionando a minha entrada, sem entrar quase nada.
Alguém poderia morrer de prazer? Eu estava bem perto disso. Gritei quando ele puxou minha cabeça pelos cabelos e me beijou com fúria. Com desejo. Eu precisava aplacar o meu fogo. Muito.
Quando eu pensava que ele me deixaria ali sem gozar Rob entra rápido e profundo em mim. Na verdade, ele escorregou para dentro de mim. Minha vagina já estava inundada de gozo enquanto ele estocava rápido. Com umas das mãos, Robert seguro a minha cintura e acabo de quatro no chão do banheiro e ele metia mais fundo...e fundo. Era aquela sensação de ser partida ao meio. De não caber tudo.
Mas nada tinha me preparado para quando Rob achou meu pontinho de prazer dentro de mim.
– Rob!!! – Gritei. – Continua. O que é isso? Eu nunca...
– Isso é prazer meu bem.
– Os...outros...outros homens que terei...vai ser assim?
Como ele tinha sido o primeiro e único homem na minha vida, imprimiu mais força à pergunta e ele bombou mais forte – sem fosse possível – em mim.
– Se veste e vamos embora.
Ele murmurou e acatei suas regras sem pestanejar. Ele pegou na minha mão e saímos do quarto sem parar em nenhum lugar. Não se podia dizer que isso era ir a uma festa na faculdade né?
Ele quase corria até o alojamento. E sem falar nada de novo. Rob praticamente me empurrou para dentro do quarto, fechando a porta. Olhei novamente para ele e lá estava o sorriso familiar. Ele me queria de novo. Então, nem me assustei quando Rob me agarrou pelo braço e me jogou na cama, me fazendo quicar no colchão.
– Seu grosso.
– Como se você não gostasse Kristen. – Ele gargalhou – No dia que você quiser uma mulherzinha na cama me fala que eu te recomendo uma.
– Tá esperando o que?
– Você abrir essas perninhas lindas que deus te deu e me deixar te lamber até você gozar?
Como se eu precisasse de mais alguma coisa pra isso. Minha vagina se contraiu incessante e eu ficava extremamente molhada de novo. Com um sorriso, abri minhas pernas ao máximo.
–Então?
Rob se aproximou, ficando de quatro com o seu rosto quase me tocando lá embaixo.
–Pede.
–O que?
–Implora para eu te comer.
Ele gostava de ser dominante comigo né? Nessa altura do campeonato, eu não tinha orgulho nenhum. Nada importava. Só queria a língua dele em mim.
–Me come, merda!
–Assim que eu gosto.
Contive o fôlego e fiquei a espera dele. Meu coração palpitava escandalosamente e meu clitóris pulsava tanto que chegava até a doer.
– Você leva qualquer um a loucura molhada desse jeito, Kristen.
– Porque não verifica o quanto molhada eu estou? – falei, levantando meu quadril num convite explícito para que ele começasse.
Mas ele não fazia nada. Meu sexo parecia que ia pegar fogo a qualquer instante se ele não me tocasse.
– Rob, me toca...por favor...me toca.
Daquela vez ele tocou meu clitóris com o polegar e aumentava a fricção. Com o outro dedo começou a me penetrar, fazendo giros dentro de mim.
–Está tão quente...e...me apertando, Kristen.
Eu me sentia inchada. Doída. Estava úmida de suor e louca de desejo. Eu podia perceber meu sangue correr rápido por minhas veias. Rob continuava movendo o polegar de forma rápida pelo meu clitóris e deslizando os dedos para dentro e fora...ritmicamente.
Então gemi, gritei e gozei na mão dele. Pelos dedos dele.
Rob não esperou nenhum segundo para que eu me recuperasse. Foi um choque sentir seus lábios em contato com a minha intimidade molhada e que ainda pulsava pelo orgasmo que tinha acabado de ter. A sua língua era incessante, penetrando e sugando minha intimidade.
–Robert! – Gritei quando sua língua deu um golpezinho no meu clitóris. Eu ia gozar de novo. Podia até sentir as ondas chegando. Num movimento rápido, Rob tirou as roupas e me penetrou de uma vez bem forte e profundo. Então, eu gritei.
O gozo era tão forte que parecia não ter fim. As paredes da minha vagina se apertavam ao redor de seu membro, que agora parecia ainda maior.
Assim que finalmente nossas respirações voltaram ao normal eu me virei de lado, apoiando-me nos cotovelos.
–Então, posso te tocar da próxima vez?
***
O dia mal tinha amanhecido quando abri os olhos. Rob estava com as pálpebras cerradas e então, pude observar seu peito fazendo movimentos de subida e descida. E seu rosto. Era calmo e tranqüilo. Acabei sorrindo com a lembrança. Ele adormecido desse jeito não parecia em nada com o homem que eu estava acostumada a ver nesses dias. Ao homem que me tomou de uma forma sem nem pedir licença pra nada. O cara que me fazia ir a lua e voltar. Sem perceber um sorriso tímido distendeu em meus lábios e sem mais nada a fazer eu fiquei por longos segundos só o observando. Velando seu sono.
Suspirei cansada quando lembrei da minha irmã. Algum dia conseguiria seguir minha vida em paz sem ter na memória aquela imagem terrível de sua morte? E uma dor e palpitação insuportável se instalou no peito quando pensei na hipótese que o Rob seria o assassino da Em.
Não, não podia ser. Ela não me faria procurá-lo se fosse ele. Eu não podia acreditar nisso...se não era capaz de enlouquecer. Ainda mais. Puxei uma lufada maior de ar a fim de tentar me manter calma. Meu coração quase foi à boca ao perceber que Rob se mexia e sufoquei um grito de pavor quando ele abriu os olhos.
Era tão límpido e saudoso seus olhos azuis. E forte. Nunca tinha percebido o quão azul e profundo eles eram. O que estava havendo comigo? Desde quando eu ficava vidrada assim nos olhos dele? Ele é um grosso completo, Kristen. Lembra?
Mas era uma tonalidade tão hipnotizante, como que eu nunca tivesse olhado antes. Decidi ignorar a droga do meu coração que praticamente cavalgava no meu peito quando ele acordou. Não fiz nada. Ele tão pouco. Ficamos em silêncio, apenas aproveitando o momento. Ainda esperei que Rob dissesse algo. Uma ordem sua. Uma palavra. Uma gozação. Nada.
Novamente, tudo em vão. Rob não emitiu nenhum som, apenas sorriu no canto da boca e arfei. Tudo girou de repente. Alguém pode dizer que aquele sorriso podia matar uma pessoa?
Gemi baixinho quando a mão dele massageou meu seio desnudo. Fechei os olhos e aquela estranha e familiar sensação de excitação já vinha em ondas pelo meu corpo.
–Tão quente...e pronta.
Quente demais. Pronta sempre. Minha excitação praticamente escorria pelas minhas pernas.Rob subiu em cima de mim, jogando o lençol que nos cobria no chão. Seus lábios lambiam meu pescoço, colo e engoliu o mamilo na boca. Eu gemi um pouco mais alto e inconscientemente abri minhas pernas. Seu membro, duro e latejante tocava a ponta da minha entrada, fazendo-me enlouquecer com espasmos percorrendo meu corpo.
–Nem pense em gozar agora, Kristen. Só goze quando eu der permissão. Estamos entendidos?
A sensação de abandono foi mais profunda dessa vez quando ele tirou os lábios dos meus seios e a pontinha do seu membro de dentro de mim. Eu já fazia um muchocho de decepção quando Rob entra com tudo dentro de mim. Quiquei na cama, pelo impulso que ele fazia. Agarrei suas costas com minhas pernas, tornando a penetração mais funda dessa vez.
E eu tinha certeza que gritei. Bem alto. Rob estocava forte e rápido. Com o resto de consciência que ainda tinha agarrei seus cabelos com força, trazendo sua boca para mais um beijo.
Depois disso...eu entrei em outro mundo.. Eu gozava...uma...duas...três vezes enquanto ele estocava seu membro em mim. Ele tinha o melhor órgão de prazer do mundo. Minhas pernas tremiam, exaustas quando finalmente Robert goza e cai suado e exausto sobre mim. Logo em seguida ele rola para o lado, com um sorriso sacana no rosto. Recebo um beijo breve e gostoso nos lábios. Antes de se afastar de vez, Rob morde o lóbulo da minha orelha e sussurra. Os arrepios estavam lá de novo.
–Sempre pronta pra mim né, Kris?
Como se eu pudesse emitir qualquer resposta nesse momento.
– Ein, Kristen? – Rolei os olhos, saindo da cama e pondo meu vestido de novo. Só então tive coragem de me virar e encará-lo. Ele continuava deitado na cama e gloriosamente nu. Cruzei os braços na frente, numa medida estúpida de me proteger.
–É, Rob, eu estou sempre pronta, molhada e excitada pra você.
Ele riu e eu me senti extremamente mais humilhada. Num nível absurdo.
–É só me entregar a caixa que a Emily pediu para entregar a mim que te conto tudo que quer saber. Só te garanto que não é nenhum conto de fadas, querida.
–Robert, minha irmã morreu. Eu estou dando para um cara que conheço a poucos dias. Não sou mais virgem. Detesto essa cidade. Tenha certeza... um conto de fadas passas bem longe da minha vida. Então, querido, me surpreenda.
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