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Jogo da Verdade - Capítulo 5


Três Meses Depois...

Finalmente a faculdade ia começar. Trabalharia meio período naquela estúpida lanchonete. E moraria no campus. Eu faria o curso de Jornalismo. Entrei no quarto em que eu compartilharia com outra pessoa. E estava absolutamente uma zona. Pelo jeito, não tive sorte no meu companheiro de quarto.

E Robert... Robert Pattinson, onde eu poderia encontrar aquele cara? Sentei na cama, e peguei a caixinha mais uma vez. Ela era fechada. Com um pequeno cadeado. Provavelmente, ele teria a tal chave. Eu tinha que encontrá-lo... mas como?




Peguei minha mala, colocando as roupas no guarda-roupa e fui tomar banho. Eu cheirava a carne. Maldita lanchonete. Se não fosse pelo dinheiro, já teria zarpado dali a muito tempo. Vesti uma roupa confortável e comecei a ler o manual que tinham me entregado. Mal percebi quando caí no sono. Apenas me deitei e dormi. Meu corpo doía.

Acordei e o quarto estava escuro. Olhei para o lado e a cama, antes vazia, estava ocupada. A garota já estava deitada, mas não parecia dormir.

–Oi.

Vi o corpo se mexendo na cama. Era estranho não ver a pessoa. Seu rosto. Percebi o contorno do seu corpo e era tão grande. Não parecia...uma garota.

–Oi. – sua voz era grossa? – Você  é minha colega de quarto?

OMG. Porque eu tinha a impressão de já ter ouvido aquela voz?

–Não me leve a mal... posso acender a luz? Não gosto do escuro. De não ver as pessoas.

–Cla...claro. – tremi.

Meus olhos não queriam enxergar. Eu não poderia ser tão judiada daquele jeito. Ele não precisava se virar para eu saber. Era ele. Robert.

Ele parecia surpreso. Até demais.

–Mas...você é...

– A garota que você pegou nos fundos da lanchonete. – Eu já tinha me martirizado demais por aquele dia. Agora só restava mágoa.

– A garota que você pegou nos fundos da lanchonete. – Eu já tinha me martirizado demais por aquele dia. Agora só restava mágoa.

–Oh. É mesmo. Quase não reconheci você vestida.

Mas

Que

Merda


– Não precisa falar desse jeito. Eu poderia ter lhe denunciado por estupro, sabia?

–Oh...é mesmo? – ele aproximou-se eu fiquei tensa. – Ia falar também do modo como você ficou molhadinha pra mim. Em como gritou quando gozou?

Corei.

Mas que idiota!


–Eu. Te. Odeio. – quase gritei e ele riu. – Eu era virgem.

–Sei disso. E amei tirar sua virgindade. É fabuloso saber que nenhum outro homem passou por aqui...antes. – como se para comprovar o que dizia, ele colocou a mão entre minhas pernas.

–Você é um canalha.

–Sou sim. Robert Pattinson é um canalha. Mas isso não impede de ter deixar molhadinha por mim não é?

Pára tudo. Ele era o Pattinson? De Emily? OMG. Eu precisava... Meus pensamentos ficaram confusos quando sinto os dedos dele dentro da minha vagina.

Céus! Aquele homem era louco?

–Você ta tão molhadinha... Kris. Essa tensão toda...te excita né?

Gemi quando ele penetrou não um. Mas dois dedos dentro de mim. Era dor e prazer misturados. Robert olhou para mim e acho que percebeu meu desconforto. Tirou um dedo e o outro ficou acariciando meu clitóris. OMG. Como aquilo era bom.

–Ainda dói?
–Não... – gemi. – agora não.
–Então, você não deu para ninguém depois daquela noite? – seus dedos, que acariciavam meu clitóris, de repente pararam de se movimentar.

Ouch.

–Ein, Kris?

–Continua. – ele sorriu.

–Me diz. Você de deu para mais alguém? – mais um toque. Suave como uma pena. – Fala.

–Não! Só você...
–Você enche o ego de um homem, sabia?
–Não é de propósito.
–Claro que não.

Para que tanta conversa? Eu queria ação. Suas mãos ainda permaneciam no meio das minhas pernas. E esfreguei uma  na  outra, tentando me aliviar.

– Ta com pressa? – Ele falou, levantando a sobrancelha.
– Robie... me toca.
– Você quer mesmo?

Céus! Ele está brincando? Eu sentia minha excitação quase escorrendo por minhas pernas. Eu precisava dele.

–Eu quero você. Dentro de mim. E rápido. – Meu corpo pegava fogo e sem pensar o puxei pela gola da camisa, praticamente o engolindo num beijo profundo. Sua língua tinha um gosto doce, provocativo. E me tirou do eixo. Gemi baixinho quando senti ele tirar minha blusa pela cabeça. Eu não usava nada por baixo.

–Rob... – eu ainda me sentia tímida com ele.
–Você é linda. Demais.

E por mais que aquilo pudesse estar soando sujo, eu me deixei levar. De novo. Era como se meu corpo pedisse a consumação pelo dele. Eu estava perdida. Literalmente. E ele ainda estava envolvido de algum modo com a morte de Emily. Então, essa foi a desculpa que arranjei para mim mesmo.

Confiança.

Eu precisava ter a confiança dele. Do Robert. Antes de entregar qualquer coisa. E me vi sem pensar em qualquer coisa quando senti a boca dele no meu mamilo. Gemi. Senti aboca dele se formar um sorriso de encontro a minha pele.

–Gosta disso, Kristen?
–S..sim.
– Eu também gosto – uma lambida – de tocá-los – ele acariciava com a mão meu outro seio.
–Então toque.
–Toda noite?
–Hã?

Senti ele rindo de novo e com a língua mordeu meu mamilo já ultrasensível. Gemi e me contorci, querendo um contato maior. Que só ele sabia me dar. A respiração do Rob era quente perto do meu ouvido.

– Quero te comer toda noite. Antes de dormir.

OMG.

Ele estava me perguntando mesmo isso? E Robert esperava mesmo que eu respondesse?

–Para que? – eu perguntei. – No mínimo, você tem tantas vadias quiser.
– Com certeza. Mas nenhuma tão perto e gostosinha...- ele beijou a base do meu pescoço e suspirei – como você. E gosto de dormir relaxado.

Robert ao esperou que eu respondesse qualquer coisa. Logo me vi sem as calças e calcinha. Eu estava nua na cama e ele sobre mim. Senti as suas mãos, abrindo meus joelhos e percebi que ele encarava minha intimidade latejante e úmida. Sua cabeça estava bem perto dela mas ele não tocava. Eu só sentia sua respiração bem perto.

–E então? Vai ser minha toda noite?
–Rob... – Ele sorriu e enfiou dois dedos em mim. –Ohh – gritei. Ele mechia em circular dentro de mim. A sensação era mágica. Eu estava rebolando em seus dedos, já sentindo uma sensação maravilhosa se aproximando. Eu estava quase lá quando ele para os movimentos.

–Nada disso, Kristen – retira seus dedos de mim e lambe. – Não vai gozar antes de me responder.
–Sim. – murmurei.
–Como é? Não escutei.

Idiota.

–Sim! – gritei. – Vou ser sua quando quiser. Toda noite. Todo dia.
–Assim é melhor. – ele sorriu, me puxou pela mão, de modo que eu acabasse sentada no seu colo, com a minha intimidade em contato com o seu membro coberto apenas por um short fino. – E ai de você... se eu te pego dando para qualquer um além de mim, ok?

Qualquer coisa.

–Só você.
–Ótimo. Agora, fique de quatro.
–Que?
–Me obedeça. Vai ser bom.

Alguém pode me dizer o que não era bom com ele? Mas fiquei tensa ao pensar na dor que senti na primeira vez. Robert era grande demais para mim. Acabei cedendo e fiquei de quatro. Senti meu liquido escorrendo pela perna. Robert se ajeitou nas minhas costas e no minuto seguinte ele vinha com tudo na minha entrada. Gritei de dor e prazer ao mesmo tempo.

–Você continua tão apertadinha.

E você enorme. Robert  começou a se movimentar rápido e eu rebolava de encontro a ele. Instantes depois ela colocava a mão na minha boca para abafar o  um grito provocado pelo orgasmo intenso. Robert ainda estocou algumas vezes antes de sentir aquele jato dentro de mim.Ele desabou em cima de mim e rolou para o lado. Finalmente eu encarei seus olhos.

–Não vai embora? – perguntei, lembrando da outra noite.
–Não.

Fechei os olhos, cansada e apaguei. Por hoje, eu não queria pensar em mais nada. Eu só sentia.

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