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Jogo da Verdade - Capítulo 3


–Você não tinha o direito. Como se atreveu a me tocar desse jeito?

Incrivelmente a minha voz havia soado firme. Quem olhasse de fora até poderia se enganar e pensar que eu fosse corajosa.
Eu era uma estúpida! Ele havia me agarrado a força mas claro que eu tinha perdido toda a razão quando comecei a gemer e rebolar nos dedos dele, pedindo por mais.
Eu sabia disso, mas Rob não precisava me ouvir falar não é?  Já tinha sido vergonhoso demais ter ficado tão fascinada por um completo estranho.



– Me chamo Robert. – Ele falou, ignorando totalmente a minha frase anterior. E...OMG...Ele sorriu.

–Eu sei. – Claro que eu sabia. Como se fosse possível eu esquecer daqueles olhos. Ele parecia um vislumbre do paraíso. Mas, por alguns segundos vi sua face se contrair em confusão para, em seguida, sorrir... com os olhos. Nunca tinha visto aquele tipo de sorriso. E existia. Bem na minha frente. É viciante e impossível não contemplar. Isso era o mais interessante se comparado a tudo, pois era absolutamente maravilhoso perceber as reações da sua íris, oscilando com seu humor. Nunca pensei que pudesse haver tantas tonalidades diferentes de azul.

– Interessante. – Ele murmurou momentos depois. Levei um susto quando ele se aproximou da cama  onde eu ainda estava deitada e sentou-se. E quando falo deitada, é deitada mesmo com apenas a parte de baixo e os seios expostos. Quando senti o colchão ceder perto dos meus pés comecei a ficar quente na junção das minhas pernas.

Quente demais. E molhada.

Minhas pernas estavam com os joelhos levantados e os pés no colchão em mais uma tentativa frustrada de preservar a minha intimidade. Rob começou a alisar minhas pernas e afastou ligeiramente meus joelhos. Senti um linquidozinho escorrer. Ele foi premiado com a visão da minha vagina totalmente ensopada, coberta pelo pano minúsculo da calcinha, que nesse momento estava muito transparente.

OMG! Eu estava tão molhada de novo. Isso era uma vergonha! Meu corpo me traía com um absoluto estranho. Certo que ele era gostoso. Muito. Mas, mesmo assim, ainda era um estranho.

Robert. Rob. Era só isso que eu sabia dele. Seu nome.

Mas foi impossível não gemer quando ele pressionou seus dedos massageando meu clitóris por baixo do pano.

–Ohh...Mais...
Eu sabia que essa altura ele devia estar sorrindo. Há, eu já estava perdida mesma. Inesperadamente ele afastou ainda mais as minhas pernas, permitindo a Rob ver melhor. E em vez dele aprofundas o toque, vejo chocada ele retirar as mãos de mim.

Quando ia pensar em protestar, ele avança em cima de mim. Isso era bom. Não tanto quanto o outro... Mas muito bom. O corpo dele era másculo. Eu podia sentir seus músculos por baixo da roupa. Mas ainda assim, era muito injusto! Ele estava praticamente todo vestido e eu nua. Ou quase. Suspirei ao sentir o membro excitado dele de encontro ao meu abdômen.

Senti arrepios ao perceber a sua boca molhada percorrendo meu rosto e pescoço, distribuindo mordidas e deixando um rastro de fogo por onde passava.

Não seria surpresa nenhuma se a qualquer momento eu explodisse e saísse voando. Poderia ser até esperado.

Mas nada no mundo tinha me preparado para a sensação de ter aqueles lábios lambendo e mordendo meus seios. Ele mamava forte em mim e eu sentia que poderia morrer a qualquer instante. Eu tinha seios grandes e fartos, mas minha mãe sempre falava para não deixá-los em evidência que um dia eu poderia me arrepender, pois os homens só pensariam em uma coisa a me ver. Provavelmente ela se referia a isso que o Rob fazia em mim. E era a melhor coisa do mundo. Robert mamando em mim me levava a Lua.

E foi quase um choque quando ele desgrudou a boca dali e começou a sussurrar em meu ouvido.

–Você cheira a sexo, Kristen. – uma mordida no lóbulo da orelha. – É praticamente impossível ficar sem te tocar. Você me chamava. – Seus lábios desceram e circundaram com a língua meu umbigo. Eu gemi. – É um pecado não te tocar.

E ele era um ótimo pecador. Perfeito.

Tremi em expectativa quando seus lábios tocaram a parte superior da minha calcinha. Mas, em vez de continuar abaixando, sua boca subiu de novo e Rob capturou meus lábios nos dele. Seu beijo começou devagar, como se saboreasse uma fruta rara e eu senti gosto de café. E adorava café. No segundo seguinte, ele devorou minha boca em um sensual e quente beijo. Agarrei seus cabelos macios e aprofundei ainda mais, querendo que ele me devorasse. Um fogo me percorria e eu tinha sucessivos arrepios. Nem imagino quanto tempo ficamos nos beijando, ora lento ora mais profundo e rápido. Só sabia que estava sendo muito bom. Bom demais. O Robert era delicioso. Embriagante. Ele foi diminuindo a freqüência até que acabou o beijo, mordendo meu lábio inferior e afastando a sua boca da minha.

Olhei para ele e vi seus lábios inchados. Rob me olhava  como se pedisse permissão para prosseguir. Eu não pensava em nada, só nele em cima de mim. Mal percebi quando confirmei com a cabeça sem emitir nenhum som.

A carne é fraca demais e a minha clamava por Robert em mim. Vi quando ele se afastou por um momento para tirar as roupas. Ok, agora deu medo. E mais vontade também? Contraditório? Com certeza. Não estou com as idéias em ordem nesse momento. Eu não parava de olhar para seu membro grande e grosso apontado na minha direção. Ele era incrivelmente grosso. E eu só pensava que ele não caberia em mim ou na terrível dor que eu ia sentir. Como se não bastasse eu ainda era virgem. E foi a primeira vez que eu me arrependi disso.

Ele deve ter percebido a mudança na minha expressão, pois ficou sério.

– Nervosa?

Ele não esperou resposta nenhuma minha e já senti ele em cima de mim de novo, me beijando. Céus, eu ia enlouquecer desse jeito.Gemi baixinho quando senti nossas intimidades se tocando, ainda com a barreira da minha calcinha úmida.

–Vai dizer que não quer mais? – seu tom era divertido.

Ok, eu estava nervosa, não louca. Desistir agora? Nem em seus sonhos.

–Eu quero mais. – falei firme e ele sorriu. Senti suas mãos percorrendo o elástico da calcinha e descendo pelas minhas pernas, levantando o quadril para facilitar. Logo, ela foi jogada  num canto do quarto.

Agora eu estava totalmente nua. E ele parecia fascinado pela região, porque não parava de encará-la. Ele abriu meus grandes lábios e seu dedo tocou levemente em meu clitóris. Suspirei, abrindo mais as pernas, me sentindo totalmente encharcada.

–Você está pronta para ser saboreada a qualquer momento depiladinha desse jeito.

Meu coração disparou quando eu o vi abaixando a cabeça em direção a minha  vagina para me beijar lá e involuntariamente fechei as pernas. Rob riu.

–Agora é tarde. Muito tarde. - com as mãos, ele afastou meus joelhos ao máximo sem qualquer resistência minha. Eu estava  totalmente aberta para ele e não pudi evitar em pensar em galinha. Quase ri com o pensamento se não tivesse tão excitada. Ainda ouvi um último risinho antes de sentir seus lábios em meu clitóris. Ele o abocanhou com força, me fazendo gemer e delirar.

Segurou bem firme em minhas pernas e o abocanhou como se fosse uma fruta saborosa, fazia movimentos precisos e ágeis com sua língua., subindo e descendo e com uma das mãos acariciava meu clitóris.Eu gemia cada vez mais alto e não me importava se alguém ouvisse ou visse.

E no outro instante ele começou a me penetrar com a língua, fazendo espirais dentro de mim. Não consegui me conter e como uma onda, senti minhas pernas tremeram. E foi uma sensação explosiva e nada mais restava. Ele lambia, não deixando escapar nenhuma gota, como se fosse um néctar dos deuses.

Vi Rob sorrindo e me beijou de novo. Era maravilhoso sentir meu gosto na boca dele. Comecei a ficar nervosa quando senti a cabecinha do seu membro me penetrando. Ele não seria delicado, já que imaginava que eu não fosse virgem. Então, em um movimento profundo e único, ele me penetrou. E a dor foi alucinante. Gritei, sentindo as lágrimas descendo pelo meu rosto.

–Você é... virgem?

Ele perguntou, mas não parava de estocar dentro de mim. Eu me sentia rasgada e era como se eu não tivesse espaço para ele.

–Era... há  10 segundos atrás.

Ainda doía muito mas ele não parava. Queria buscar seu prazer. Entre as lágrimas observei seu rosto vermelho.

–Sai...Rob.
–N...não.

Ele não saiu. Eu não pedi mais. Em um momento a dor estava sumindo e agarrei com força as suas costas, o arranhando. E pedia mais.

–Você é tão apertada. Até para uma virgem.

Ele falou antes de aumentar o ritmo. Cruzei as pernas nas suas costas e a penetração parecia que ia aumentar. Eu o estava sentindo mais profundamente. Tinha a impressão que a qualquer momento, ele perfuraria meu útero.

O prazer era tanto, que eu estava alucinada. Gritei quando senti seu liquido me preenchendo. Rob ficou em cima por um momento apenas e seu membro ainda estava dentro de mim. Em um átimo, ele rolou para o lado e beijou meus seios.

Eu não sabia o que pensar. Tinha perdido minha virgindade com um completo estranho.

Eu não falei nada, nem ele. Seu celular tocou e ele murmurou algumas coisas, vestiu sua roupa e saiu. Sem uma única palavra. Sem um único sussuro. Sem nem menos um adeus.

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