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It's Not Fair - Capítulo 5


E então ele me puxou, me fez sentar em seu colo, e me sentei propositadamente em cima do seu membro, e fiquei rebolando a bunda em cima dele. Rob ficou me beijando, ora a boca, ora meus seios, ao mesmo tempo que pressionava seus dedos dentro de mim. Ele tirava de dentro, lambia, colocava o dedo polegar grosso em minha boca, para que eu chupasse, e eu rebolando em cima dele , chupando seu dedão, ele chupando meus meios cada vez mais forte, e com a mão esquerda dando volta em meu corpo, me masturbava ainda mais deliciosamente.

Eu delirava e por fim, me rendi. Eu era fraca, mesmo.

– Por favor...Rob... – implorei.

–O que?




–Me come vai.


Ele me tirou do seu colo e eu quase morri de desgosto. Acabei ficando por cima dele e com as pernas abertas. Fui descendo, devagar, em direção ao seu membro. Segurei com a mão, e fiquei encaixando dentro de mim, empurrando devagarinho, mas a cabeça era grande, e eu me sentia terrivelmente apertada.

E desci mais , sem que ele forçasse, pressionando minha intimidade para baixo, querendo engolir seu membro.

A vontade era tão grande, que abaixei ela rápido demais, até que ele entrou todo dentro de mim, me arrancando um grito, misto de dor e prazer.

– C..como pode... você ser tão grosso, Rob? – murmurei calvagando em cima dele.

– E onde você arranjou uma vagina tão apertada?

Ela estava esperando você. Pode comê-la a vontade. Céus, Rob, você é gostoso demais.

Eu dizia isso em seu ouvido, mordiscando e enfiando minha língua em sua orelha, e sentia seu membro aumentar ainda mais dentro de mim. Minhas pernas começaram a tremer e se contrair involuntariamente, apertando ele dentro de mim. Rob me segurou pela bunda, sua boca beijava meus mamilos sem usar a língua. Isso de me beijar os seios demorando a chegar aos mamilos estava me deixando louca.


E ele diminuia o ritmo, e aumentava, e me beijava deliciosamente, e então eu comecei a sentir espasmos, e veio, finalmente, o orgasmo que eu nunca havia sentido antes.



Mas Rob não pareceu satisfeito. Saí de cima dele e fiquei de quatro. Ele deu uma lambida do meu clitóris até meu ânus. Sua língua era quente, me seduzia e eu já me sentia perto, muito perto de perder o juízo. Ele beijou minhas costas e veio com a língua mordendo toda a minha pele. Gemi quando senti a cabecinha do seu membro na minha entrada, que de tão molhada, ele entrou facilmente e de uma vez só.


Após alguns segundos, eu gozei novamente. Mas seu membro ainda estava na ativa e ficou metendo em mim até que eu gozasse novamente.


Fomos tomar banho juntos. Debaixo da água, ficamos nos acariciando nos beijando, o que fez com que meu desejo por ele voltasse com força total. Rob pegou o sabonete e começou a passar por toda a minha pele. Eu me sentia em chamas embaixo de uma água fria.



Acariciei seu pau- era realmente lindo, e muito grosso - que logo se levantou novamente, e fiquei acariciando por longos minutos, e beijando aquele homem gostoso que tanto prazer me proporcionara, e poderia dar ainda mais.

Não pensava em transar com Rob no banheiro. Mas parecia que ele estava insaciável hoje. Ele me pagou pelas pernas, deixando-as entreabertas e me penetrou embaixo do chuveiro, com a água caindo sobre nós. Rob me comeu em pé mesmo e eu já sentia os espamos devorando seu membro dentro de mim.

–Nossa, que homem mais tarado eu fui arrumar. Não me deixa nem tomar banho sossegada...

– Quem manda você estar tão gostosinha hoje, Kris.

Cavalguei em seu membro com mais força e gozamos juntos, em pé. Aquilo tinha sido uma delícia.

[...]

Já tinha amanhecido quando por fim me levantei, tomei um banho e vesti as roupas. Estava atrasada. Peguei a chave perto do Rob, quando vejo ele abrindo os olhos.

–Onde você pensa que vai?

Eu sorri. Era inevitável.

–Tenho que ir.

–Eu sei. Nos encontramos a noite?

–No show do Marcus?

– É. Você vai não vai?

–Vou tentar...

Ele me puxou pelo braço e cai por cima dele. Senti seu membro duro de encontro a meu abdômen.

–Estou atrasada...?

Rob me beijou o pescoço e eu gemi baixinho. Ele riu.

– Uns minutinhos a mais não vão fazer diferença.

–Até parece que com você só são uns minutinhos.

–Uma rapidinha, Kristen – seus olhos brilhavam. Em segundos, eu estava sem roupa de novo. E surpreendentemente molhada. Ele entrou de uma vez só e eu gritei.

–Você só quer saber da minha vagina – murmurei, quando consegui normalizar a respiração. Ele ria de encontro ao meu pescoço.

–Até parece. Eu gosto das suas outras partes também... – Ele murmurei, abaixando os lábios e lambendo meus seios.

–Eu tenho que ir mesmo. To fudida, Rob. Sai pra lá.

Ele riu mas se afastou. E pela segunda vez, eu me troquei, me xingando mentalmente pelo atraso. Iam me comer viva. Estava quase na porta quando ouço o Rob novamente.

–Hoje a noite... show do Marcus?

–Vou tentar. – falei, e fechei a porta rapidamente antes que eu voltasse correndo para mais uma sessão de Robert.


Céus, só de pensar nisso, minha calcinha encharcou de novo. Definitivamente, ele não era nada bom para a minha sanidade mental.

Pus o pé para fora do quarto e meu agente estava escorado na porta, me esperando.

– Isso é brincadeira, certo?
– Você está atrasada.
– Me diz uma coisa que eu não sei.
– Vamos logo.

Ele me pegou pelo braço e acabei me deixando levar.

–Eu sei andar.
–Pelo jeito não. Você quer é acabar com sua carreira.
– A carreira é minha... que eu saiba.
–Eu sou seu agente.

Decidi acabar com aquela discussão ali mesmo. Saímos pelo pátio dos fundos mas pudi ver alguns paparazzis na saída. Fuck! Eu mereço.

Kris saindo do hotel
Desabei no carro e meu agente já estava com um telefone na mão, fazendo mil ligações.

–Dia corrido?

Se olhar matasse, eu com certeza estaria morta agora.

–Não teste minha paciência, Kristen.
–E nem você a minha. Estou com o Robert. Fim de papo.
–Até quando?
–E eu lá sei isso?

E por incrível que pareça ele riu. OMG. Ele estava sorrindo? Eu era piada agora?

–Também quero rir.
–O que?
–Você ta rindo. Qual a piada?
–Melhor não. Eu ainda quero estar empregado amanhã.

Há, ótimo. Então, ele ria de mim. Fantástico.

–Qual a agenda de hoje?

(...)

– São quase sete de noite!
–Kris...
–Nada de Kris! É Kristen para você! Eu estou zonza.
– Foram alguns atrasos... e ...
–Nada de e! Eu estou de folga... o próximo filme vai começar e eu nem mal to respirando...

 Eu passei absolutamente a tarde toda metida em mil escritórios, em várias reuniões intermináveis. Se alguém soubesse como eu odiava isso. Senti uma vibração do meu bolso. Meu celular. Ele viu eu pegando o aparelho no bolso e já ia me censurar.

–Nem vem! – Sorri quando vi escrito Buddy na telinha. Ele me olhava. Desmanchei o sorriso. Detestava dar demonstrações afetivas em público. Mesmo que esse público fosse meu agente. – Dá licença?

 Mesmo com uma cara de poucos amigos, ele saiu da salinha onde eu estava, me deixando sozinha para atender o celular.

–Hey...
–Você vem?
–To tentando – suspirei.
–Tudo bem... Você ta trabalhando.
–Não está nada bem... – eu alterei o tom da voz, quase gritava.
–Fica calma, lov. Se não é hoje...pode ser amanhã.
–A gente se encontra por lá mesmo ta bom?
–Tá... Você entra por trás. Vai ter um segurança que irá te levar à sala vip. Vai dar para ver direitinho o show do Marcus. Ele arrasa.

Eu ri gostoso e pela primeira vez desde que sai do Hotel, eu me sentia bem. Só ele tinha aquela capacidade de me deixar tranqüila, excitada, fervilhando e risonha. Era tanta coisa ao mesmo tempo...

Olhei para cima e meu agente indicava a hora. Suspirei, cansada.

– Vou desligar...
–Tá. Vou estar te esperando lá. Minha agente também vai.
–Huhum... Só não esquece de mim, tá?
–como se isso fosse possível.

Desliguei o celular ainda com a sensação da risada do Rob nos meus ouvidos.

–Diz logo o que eu tenho que fazer.

Eram quase nove horas da noite quando eu consegui chegar na casa de show. Sorri quando o segurança me reconheceu. Ele não falou nada. Apenas me levou até onde estava o Rob e sua agente. Tinha também algumas pessoas ao redor. Fazia tempo que a gente não saia assim...

Rob estava entretido em alguma conversa. Pelo que pude ouvir era o próprio Marcus. Cheguei por trás dele, rodeando sua cintura com meus braços. Encostei o queixo no vão entre seu pescoço  e ombro.

– Tava sentindo falta de um corpinho quente por aqui...

Eu ri e me sentei do seu lado. Rob me apertou pelos ombros e acabei aconchegada perto do seu peito.

– Essa é a Kristen então.
–S...sou.  – falei  num sussurro e eles riram.
–Sou o Marcus. – estendi a mão.
–Finalmente você tem um rosto.
–Que?
–É bom associar uma história a um rosto.
–Há... – Olhei meio de lado para o Rob e ele estava tranqüilo. – E teve muitas histórias?
–Algumas... Teve uma... – Marcus foi interrompido por um rapaz da banda que o chamava ao palco. – Tenho que ir.

Marcus olhava para mim e o rob, alternadamente. Aquilo estava confuso.

–Prazer te conhecer, Kristen.
–Só Kris.
–Ok. Aproveitem o show.
–Claro, Marcus – Rob falou, me apertando mais entre seus braços. Minha garganta estava seca. Peguei o copo de cerveja do Rob e tomei uns goles.
–Hey, isso é meu!
–Seu? – bati no braço dele. – Dá para explicar que negócio é esse de histórias que o Marcus falou?

Ele riu. E eu dei outro gole.

– Porque eu fui arranjar uma namorada tão curiosa?
– Nem sei. – revirei os olhos. – E eu? Porque eu fui arranjar um namorado tão fofoqueiro?
O show passou rápido. Verdade que quase nunca eu prestava muito atenção às músicas. Eu tentava, juro. Mas Rob começou a alisar meus braço e aquilo definitivamente me tirava toda a concentração possível. E era tão bom. Estará ali com ele. Como qualquer outra pessoa normal. Coisa que não éramos.

Marcus cantou uma última música e veio nos cumprimentar. Ele cantava bem. Muito bem. Fora que era tão amigo do Rob. Imagino só as coisas que ele contava.

–Marcus! Show fantástico. – Rob falou, o abraçando.
–Obrigada. A música me consome. E a Kristen? Gostou?
– Sim. Muito boa as músicas.

Marcus ficou silencioso por um segundo e olhou para o Rob. Percebi que ele meio que encolheu os olhos, como se desse permissão para algo. OMG. Há quanto tempo mesmo que eles se conhecem?

– Porque ta escondida?
–Não estou escondida.
– Está encolhida atrás do Rob.
–Que?

Oh, Céus. Nem tinha reparado. Eu estava atrás dele, meio que na lateral. Rob apertou minha mão e eu suspirei. Passei as mãos pelos cabelos. Olhei para cima e na mesma hora , Rob me olhou, sorrindo. Pisquei de volta.

Sai do transe quando percebi o Marcus rindo. Foi ai que me lembrei que não respondi a sua pergunta.

– Foi inconsciente.
– Estou vendo. Agora entendo.
– Entende o que?
– Umas coisinhas... – ele desconversou.
– Melhor irmos. – Rob falou.
– Huhum.
– Então... almoçamos juntos amanhã, Rob?

Eu tinha a leve impressão que ele ia recusar. Que? E perder que coisinhas e histórias foram essas? Nunca! Então me precipitei e falei sorrindo.

–Com certeza, Marcus. Não é Rob? – Olhei para ele sorrindo. O Rob apenas assentiu a cabeça.
–Nos vemos amanhã, Marcus.
–Será um prazer.

Nos despedimos dele e depois disso foi meio que uma correria. Saímos por uma porta lateral. Tinha algumas pessoas lá fora e acho que fotografaram nós três entrando no carro. A agente do Rob ainda estava conosco. Senti um frio e quase gargalho ao olhar para trás. Entramos no carro.

–Que foi? – Ele perguntou e me deu um selinho. Lambi meus lábios.
–O vento.
–Como?
–Levantou sua blusa. Agora eu sei como você seria com quase 200 kilos.

 Saindo do Show do Marcus - reparem no tal "vento" que levantou a blusa do Rob



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