E então ele me puxou, me fez sentar em seu colo, e me sentei propositadamente em cima do seu membro, e fiquei rebolando a bunda em cima dele. Rob ficou me beijando, ora a boca, ora meus seios, ao mesmo tempo que pressionava seus dedos dentro de mim. Ele tirava de dentro, lambia, colocava o dedo polegar grosso em minha boca, para que eu chupasse, e eu rebolando em cima dele , chupando seu dedão, ele chupando meus meios cada vez mais forte, e com a mão esquerda dando volta em meu corpo, me masturbava ainda mais deliciosamente.
Eu delirava e por fim, me rendi. Eu era fraca, mesmo.
– Por favor...Rob... – implorei.
Eu delirava e por fim, me rendi. Eu era fraca, mesmo.
– Por favor...Rob... – implorei.
–O que?
–Me come vai.
Ele me tirou do seu colo e eu quase morri de desgosto. Acabei ficando por cima dele e com as pernas abertas. Fui descendo, devagar, em direção ao seu membro. Segurei com a mão, e fiquei encaixando dentro de mim, empurrando devagarinho, mas a cabeça era grande, e eu me sentia terrivelmente apertada.
E desci mais , sem que ele forçasse, pressionando minha intimidade para baixo, querendo engolir seu membro.
A vontade era tão grande, que abaixei ela rápido demais, até que ele entrou todo dentro de mim, me arrancando um grito, misto de dor e prazer.
– C..como pode... você ser tão grosso, Rob? – murmurei calvagando em cima dele.
– E onde você arranjou uma vagina tão apertada?
Ela estava esperando você. Pode comê-la a vontade. Céus, Rob, você é gostoso demais.
Eu dizia isso em seu ouvido, mordiscando e enfiando minha língua em sua orelha, e sentia seu membro aumentar ainda mais dentro de mim. Minhas pernas começaram a tremer e se contrair involuntariamente, apertando ele dentro de mim. Rob me segurou pela bunda, sua boca beijava meus mamilos sem usar a língua. Isso de me beijar os seios demorando a chegar aos mamilos estava me deixando louca.
Eu dizia isso em seu ouvido, mordiscando e enfiando minha língua em sua orelha, e sentia seu membro aumentar ainda mais dentro de mim. Minhas pernas começaram a tremer e se contrair involuntariamente, apertando ele dentro de mim. Rob me segurou pela bunda, sua boca beijava meus mamilos sem usar a língua. Isso de me beijar os seios demorando a chegar aos mamilos estava me deixando louca.
E ele diminuia o ritmo, e aumentava, e me beijava deliciosamente, e então eu comecei a sentir espasmos, e veio, finalmente, o orgasmo que eu nunca havia sentido antes.
Mas Rob não pareceu satisfeito. Saí de cima dele e fiquei de quatro. Ele deu uma lambida do meu clitóris até meu ânus. Sua língua era quente, me seduzia e eu já me sentia perto, muito perto de perder o juízo. Ele beijou minhas costas e veio com a língua mordendo toda a minha pele. Gemi quando senti a cabecinha do seu membro na minha entrada, que de tão molhada, ele entrou facilmente e de uma vez só.
Após alguns segundos, eu gozei novamente. Mas seu membro ainda estava na ativa e ficou metendo em mim até que eu gozasse novamente.
Fomos tomar banho juntos. Debaixo da água, ficamos nos acariciando nos beijando, o que fez com que meu desejo por ele voltasse com força total. Rob pegou o sabonete e começou a passar por toda a minha pele. Eu me sentia em chamas embaixo de uma água fria.
Acariciei seu pau- era realmente lindo, e muito grosso - que logo se levantou novamente, e fiquei acariciando por longos minutos, e beijando aquele homem gostoso que tanto prazer me proporcionara, e poderia dar ainda mais.
Não pensava em transar com Rob no banheiro. Mas parecia que ele estava insaciável hoje. Ele me pagou pelas pernas, deixando-as entreabertas e me penetrou embaixo do chuveiro, com a água caindo sobre nós. Rob me comeu em pé mesmo e eu já sentia os espamos devorando seu membro dentro de mim.
–Nossa, que homem mais tarado eu fui arrumar. Não me deixa nem tomar banho sossegada...
– Quem manda você estar tão gostosinha hoje, Kris.
Cavalguei em seu membro com mais força e gozamos juntos, em pé. Aquilo tinha sido uma delícia.
[...]
Já tinha amanhecido quando por fim me levantei, tomei um banho e vesti as roupas. Estava atrasada. Peguei a chave perto do Rob, quando vejo ele abrindo os olhos.
–Onde você pensa que vai?
–Nossa, que homem mais tarado eu fui arrumar. Não me deixa nem tomar banho sossegada...
– Quem manda você estar tão gostosinha hoje, Kris.
Cavalguei em seu membro com mais força e gozamos juntos, em pé. Aquilo tinha sido uma delícia.
[...]
Já tinha amanhecido quando por fim me levantei, tomei um banho e vesti as roupas. Estava atrasada. Peguei a chave perto do Rob, quando vejo ele abrindo os olhos.
–Onde você pensa que vai?
Eu sorri. Era inevitável.
–Tenho que ir.
–Eu sei. Nos encontramos a noite?
–No show do Marcus?
– É. Você vai não vai?
–Vou tentar...
Ele me puxou pelo braço e cai por cima dele. Senti seu membro duro de encontro a meu abdômen.
–Estou atrasada...?
Rob me beijou o pescoço e eu gemi baixinho. Ele riu.
– Uns minutinhos a mais não vão fazer diferença.
–Até parece que com você só são uns minutinhos.
–Uma rapidinha, Kristen – seus olhos brilhavam. Em segundos, eu estava sem roupa de novo. E surpreendentemente molhada. Ele entrou de uma vez só e eu gritei.
–Você só quer saber da minha vagina – murmurei, quando consegui normalizar a respiração. Ele ria de encontro ao meu pescoço.
–Até parece. Eu gosto das suas outras partes também... – Ele murmurei, abaixando os lábios e lambendo meus seios.
–Eu tenho que ir mesmo. To fudida, Rob. Sai pra lá.
Ele riu mas se afastou. E pela segunda vez, eu me troquei, me xingando mentalmente pelo atraso. Iam me comer viva. Estava quase na porta quando ouço o Rob novamente.
–Hoje a noite... show do Marcus?
–Vou tentar. – falei, e fechei a porta rapidamente antes que eu voltasse correndo para mais uma sessão de Robert.
Céus, só de pensar nisso, minha calcinha encharcou de novo. Definitivamente, ele não era nada bom para a minha sanidade mental.

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