Levantei-me da cama ainda com a respiração compassada.
– Sabe que eu não agüento seu ritmo né?
Ele riu e veio para cima de mim.
–Agüenta sim. Só não ta acostumada... a –Seu membro estava quase na minha cara e lambi meus lábios. – Mal dos seus antigos namorados.
–Só tive um antes de você...
–Tá com fome hoje, puck?
– Sabe que eu não agüento seu ritmo né?
Ele riu e veio para cima de mim.
–Agüenta sim. Só não ta acostumada... a –Seu membro estava quase na minha cara e lambi meus lábios. – Mal dos seus antigos namorados.
–Só tive um antes de você...
–Tá com fome hoje, puck?
Mordi os lábios olhando para ele.
–Muito.
–Então aproveita.
Eu peguei seu membro com a mão e comecei a lamber a glande. Ele gemia. Abocanhei tudo na boca...ou quase tudo... Já que ele era grande e grosso.
–Vou acabar gozando desse jeito.
Em vez de me afastar, comecei a intensificar os movimentos com a mão.
–Então goza ... na minha boca.
Ouvi apenas um gemido forte antes de sentir aquele liquido na minha boca e engoli. Ele se levantou, me fazendo ficar por cima dele. Beijei o seu tórax, lambendo os mamilos. Num movimento único, me sentei em cima dele. Parei um segundo para me acostumar com todo aquele tamanho dentro de mim.
–Ainda não acostumou, pucky?
–Eu só... – e ele mexeu o quadril, me fazendo urrar de prazer. – Você é grosso demais.
–E você apertadinha demais... Rebola, Kris...
Apoiei minhas mãos no seu tórax e cavalguei em cima dele, com força, sentia o suor escorrendo pelas minhas costas. Rob aproveitava e apertava meus seios.
–Mais forte. – ele disse
–Eu já est... – então suas mãos foram para meu quadril, intensificando os movimentos de vai e vem. – Eu vou...
–Bora junto. – Nos viramos na cama e agora eu estava embaixo dele, com uma estocada mais profunda, me senti indo a lua e voltar.Ele rolou para o lado, me levando junto. Eu estava em cima dele de novo. Apoiei a mão no queixo, tentando fazer que minha respiração voltasse o normal.
–Eu estava com saudade...
–Eu também – ele mexeu a mão, tirando a franja que caia sobre o meu olho. Capotei na cama e ele me abraçou por trás, me dando um beijo no pescoço. Senti minhas pálpebras pesando e adormeci.
[ ... ]
–Repete que eu acho que não escutei direito...
Ele deu um sorrisinho e veio sentar-se do meu lado.
–Ele é meu amigo, Kris e vai fazer um show na cidade...
–E você tem noção de que só teremos esses dias livres?
–Vai ser divertido.
Divertido? Diversão era ficar na cama...com ele. Não sair por LA à noite.
–Vamos lá... você vai gostar.
Revirei os olhos e acabei sorrindo.
–Ok... mas se alguém tirar fotos eu te mato.
Ele gargalhou.
–Ninguém vai te ver.
–Repete que eu acho que não escutei direito...
Ele deu um sorrisinho e veio sentar-se do meu lado.
–Ele é meu amigo, Kris e vai fazer um show na cidade...
–E você tem noção de que só teremos esses dias livres?
–Vai ser divertido.
Divertido? Diversão era ficar na cama...com ele. Não sair por LA à noite.
–Vamos lá... você vai gostar.
Revirei os olhos e acabei sorrindo.
–Ok... mas se alguém tirar fotos eu te mato.
Ele gargalhou.
–Ninguém vai te ver.
–A gente vai de táxi... aquele de sempre.
–Tá.. eu...
De repente o celular tocou e ele atendeu. E pela cara dele não parecia nada bom. No mínimo ia sobrar para mim. Ultimamente sempre sobrava. Olhei espantada quando ele desligou o telefone com o rosto sombrio.
–Rob? Só me diz que está tudo bem...
Ele me olhou e pela primeira vez no dia, ele não sorriu.
–Não gosto dessa sua cara.
–Nem eu.
–O que houve?
–Imprevistos. Sempre imprevistos.
Olhei em choque quando o vi se dirigindo para a porta. Qual é? Onde ele pensava que ia?
Fui rápida e corri. E dessa vez nem caí. Acho que estava especialista em corridas. Pus a mão no seu peito, impedindo que ele prosseguisse.
–Tá.. eu...
De repente o celular tocou e ele atendeu. E pela cara dele não parecia nada bom. No mínimo ia sobrar para mim. Ultimamente sempre sobrava. Olhei espantada quando ele desligou o telefone com o rosto sombrio.
–Rob? Só me diz que está tudo bem...
Ele me olhou e pela primeira vez no dia, ele não sorriu.
–Não gosto dessa sua cara.
–Nem eu.
–O que houve?
–Imprevistos. Sempre imprevistos.
Olhei em choque quando o vi se dirigindo para a porta. Qual é? Onde ele pensava que ia?
Fui rápida e corri. E dessa vez nem caí. Acho que estava especialista em corridas. Pus a mão no seu peito, impedindo que ele prosseguisse.
Onde você pensa que vai?
Ele passou as mãos pelos cabelos, nervoso.
–Tenho que dar uma saidinha, Honey.
–Saidinha? Ta de brincadeira?
–Pior que não.
–Você vai embora, me deixando aqui sozinha?
–É rápido. Meia hora, no máximo. Vai se trocar que quando a gente voltar, tem o show do Bobby.
–E se eu for assim?
Seus olhos saíram do meu rosto e passearam pelo meu corpo. Eu vestia um microshort e uma camiseta sem sutiã. Ele riu.
–Sabe que eu nem ligo para isso... Aliás, fica até mais fácil... Depois.
–Depois nada! Hoje você não toca em mim, Pattz?
Ele sorriu e me deu um selinho. Só percebi que ele tinha passado na minha frente quando a porta bateu.
Ele passou as mãos pelos cabelos, nervoso.
–Tenho que dar uma saidinha, Honey.
–Saidinha? Ta de brincadeira?
–Pior que não.
–Você vai embora, me deixando aqui sozinha?
–É rápido. Meia hora, no máximo. Vai se trocar que quando a gente voltar, tem o show do Bobby.
–E se eu for assim?
Seus olhos saíram do meu rosto e passearam pelo meu corpo. Eu vestia um microshort e uma camiseta sem sutiã. Ele riu.
–Sabe que eu nem ligo para isso... Aliás, fica até mais fácil... Depois.
–Depois nada! Hoje você não toca em mim, Pattz?
Ele sorriu e me deu um selinho. Só percebi que ele tinha passado na minha frente quando a porta bateu.
Ele realmente voltou. Meia hora depois. Lógico que acabei trocando de roupa. Eu era doida, mas nem tanto. Coloquei um sutiã e vesti uma calça jeans. Me olhei no espelho e vi meu cabelo.
Alguém tem noção de como eu odiava esse corte? Passei as mãos por ele, mas nada o fazia ficar quieto. Por isso, acabei me estressando e ele ficou bagunçado mais ainda. Há, que se danasse! Estirei a língua para o espelho, como se ele tivesse me julgando. Foi exatamente nessa cena que ele chegou e me agarrou por trás.
–Nem vem! Eu já falei que hoje não rola nada! Pode tirar suas mãos daí!
–Nem beijinho.
Rob fez uma cara de cachorro sem dono e quase pulo no colo dele.
–Nem isso. Então, tira a mão.
–Você não é muito boa em ficar longe de mim.
–Você pode se surpreender.
–Não – ele botou o dedo na minha frente e controlar a vontade absurda de morder ele. Não, eu não era cachorra, mas o Robert era muito comestível às vezes. Então, eu apenas dei um sorrisinho amarelo – Quem pode se surpreender é você.
Então nessa hora, o celular dele toca de novo.
–O táxi chegou. – Ele passou as mãos pelos meus ombros e saímos do quarto.
–Rob... – falei, receosa, quando já estávamos na rua – Alguém vai ver a gente...
–E daí?
–Rob...
–Que se danem! – Ele me virou, segurando meus braços. – Hoje nós vamos sair como qualquer casal normal, ok? Vamos sair, ir ao show, beber, comer e voltar. E que se dane o resto!
Eu sorri, abraçando ele pela cintura. Levantei a cabeça e sussurrei:
–Eu amo você sabia?
Alguém tem noção de como eu odiava esse corte? Passei as mãos por ele, mas nada o fazia ficar quieto. Por isso, acabei me estressando e ele ficou bagunçado mais ainda. Há, que se danasse! Estirei a língua para o espelho, como se ele tivesse me julgando. Foi exatamente nessa cena que ele chegou e me agarrou por trás.
–Nem vem! Eu já falei que hoje não rola nada! Pode tirar suas mãos daí!
–Nem beijinho.
Rob fez uma cara de cachorro sem dono e quase pulo no colo dele.
–Nem isso. Então, tira a mão.
–Você não é muito boa em ficar longe de mim.
–Você pode se surpreender.
–Não – ele botou o dedo na minha frente e controlar a vontade absurda de morder ele. Não, eu não era cachorra, mas o Robert era muito comestível às vezes. Então, eu apenas dei um sorrisinho amarelo – Quem pode se surpreender é você.
Então nessa hora, o celular dele toca de novo.
–O táxi chegou. – Ele passou as mãos pelos meus ombros e saímos do quarto.
–Rob... – falei, receosa, quando já estávamos na rua – Alguém vai ver a gente...
–E daí?
–Rob...
–Que se danem! – Ele me virou, segurando meus braços. – Hoje nós vamos sair como qualquer casal normal, ok? Vamos sair, ir ao show, beber, comer e voltar. E que se dane o resto!
Eu sorri, abraçando ele pela cintura. Levantei a cabeça e sussurrei:
–Eu amo você sabia?
...
– Tá parecendo um ratinho de tão escondida aí.
– To nada.
Olhei para o palco. Pare ele. Para o palco. Para as pessoas e ele de novo.
– Que nervosismo... Relaxe. – Senti os deliciosos dedos dele nos meus ombros. Já falei que eles eram tão grandes que podiam me estuprar ali mesmo?
–Isso é bom...
–Claro que é. – Rob sussurrou no meu ouvido. Mal senti quando os dedos desceram e foram parar nas minhas costas. E subiam... desciam. Subiam de novo e dessa vez ele passou perto...bem perto dos meus seios. Engoli um gemido e me afastei dele.
– Nem adianta tentar.
–Que? – Ele fazia aquela cara de novo. Aquela. Aquela que me fazia esquecer de tudo e pular na cama dele.
–Não vou transar com você hoje.
–Não vai é?
–Não – balancei a cabeça.
Ele se afastou uns centímetros e o show começou. A música era boa. Eu gostei. Só que eu não queria estar ali. Estava quase no fim quando percebi o Rob se achegando mais perto.
–vamos fazer uma aposta.
–Aposta?
– Tá parecendo um ratinho de tão escondida aí.
– To nada.
Olhei para o palco. Pare ele. Para o palco. Para as pessoas e ele de novo.
– Que nervosismo... Relaxe. – Senti os deliciosos dedos dele nos meus ombros. Já falei que eles eram tão grandes que podiam me estuprar ali mesmo?
–Isso é bom...
–Claro que é. – Rob sussurrou no meu ouvido. Mal senti quando os dedos desceram e foram parar nas minhas costas. E subiam... desciam. Subiam de novo e dessa vez ele passou perto...bem perto dos meus seios. Engoli um gemido e me afastei dele.
– Nem adianta tentar.
–Que? – Ele fazia aquela cara de novo. Aquela. Aquela que me fazia esquecer de tudo e pular na cama dele.
–Não vou transar com você hoje.
–Não vai é?
–Não – balancei a cabeça.
Ele se afastou uns centímetros e o show começou. A música era boa. Eu gostei. Só que eu não queria estar ali. Estava quase no fim quando percebi o Rob se achegando mais perto.
–vamos fazer uma aposta.
–Aposta?
É. Uma aposta.
–Que tipo de aposta?
– Se eu conseguir te fazer gemer hoje a noite, você abre as pernas.
OMG. Acho que meu queixo foi ao show e ficou por ali mesmo.
–Fecha a boca, Kiki.
–E porque eu aceitaria tal coisa?
...
–Ein? Porque EU aceitaria isso?
–Porque é excitante.
E Era. Muito.
–Você vai perder – eu falava. – E isso aqui –apontei para o meio das minhas pernas – Você não entra hoje.
Eu era mestre em conter gemidos. Eu ia ganhar. E ele ia implorar. Dei um sorrisinho quando o show terminou. Ainda teríamos uma longa noite pela frente.
–Que tipo de aposta?
– Se eu conseguir te fazer gemer hoje a noite, você abre as pernas.
OMG. Acho que meu queixo foi ao show e ficou por ali mesmo.
–Fecha a boca, Kiki.
–E porque eu aceitaria tal coisa?
...
–Ein? Porque EU aceitaria isso?
–Porque é excitante.
E Era. Muito.
–Você vai perder – eu falava. – E isso aqui –apontei para o meio das minhas pernas – Você não entra hoje.
Eu era mestre em conter gemidos. Eu ia ganhar. E ele ia implorar. Dei um sorrisinho quando o show terminou. Ainda teríamos uma longa noite pela frente.
Ele cutucou meu braço, beijando meu pescoço.
–O show não acabou.
–Como se você tivesse prestando atenção nele.
–Eu ... – Ia abrir a boca, para negar mas acabei sorrindo. – Vamos. – Me levantei num pulo e logo estávamos na saída. Um táxi parou na rua.
–Corre, Kris!
Eu corri né? Ele logo estava atrás de mim e entramos no táxi.
–Será que nos viram? Eu tive a impressão de ter sentido flashs...
Rob deu de ombros e me abraçou.
– Foda-se. Hoje você não sai de perto de mim nem amarrada.
– Mesmo? – Passei a língua pelos lábios em expectativa. Rob se aproximou ainda mais e lambeu meu pescoço. Gemi.
– Continua assim e você não sai daqui viva, love.
Aproximei minha boca do seu ouvido e mordi o lóbulo da orelha dele.
– Essa é a minha intenção, love. Mas acho que o motorista ia ficar meio escandalizado.
Ele gargalhou e não pudi evitar rir junto. Pouco tempo depois chegamos ao hotel.
Entramos no hotel pela porta dos fundos. Dava para sentir o cheiro de comida por onde passamos. Depois, acho que foram uns 8 lances de escada. Rob virou para me ver e gargalhou quando me viu sem fôlego.
–Já, Puccky?
Respirei fundo umas três vezes.
–Me diz que chegou ta bom?
Ele riu.
–Só mais um pouco.
Acho que uns dois lances depois, vi a porta se materializando na minha frente e o chão sumiu dos meus pés. Ops.
–Há... – Suspirei quando senti o tórax do Rob de encontro a meu rosto. Ele me pegou no colo. – Não sabia que a gente tinha se casado. – falei rindo, ao mesmo tempo que tentava recuperar o fôlego.
Ele abriu a porta, entramos no quarto e Rob a fechou com os pés.
–Qual a chance de alguém ter nos visto juntos por aqui?
–Praticamente nula. – suspirei-Ninguém é tão doido como você se subir uns 10 andares de escada.
Ele riu e eu tremi.
–Você é tão exagerada. – Rob me jogou na cama e se deitou em cima de mim – Só foram 9 andares, Kristen.
Revirei os olhos e agarrei seus cabelos, puxando-os até que Rob reclamou.
–Você sabe que isso dói né?
Sorri.
–Mesmo?
Ele não respondeu. Começou a me agarrar num beijo selvagem, como se não tivesse me tido a algumas horas antes. Aquilo era loucura. Rob me beijava feito um louco passando as mãos em todo o meu corpo, eu já estava ficando doida com aquilo entrelacei minhas pernas na cintura dele e pude sentir ele duro por mim. Levei minha mão até seu bumbum e apertei.Aquilo pareceu ter estimulado ele ainda mais, pois senti seu membro crescendo ainda mais de encontro ao meu abdômen. Seus lábios se desgrudaram do meu e passaram a mordiscar meu pescoço.
–A aposta continua valendo? Você não vai gemer hoje, love? Tem certeza?
Mordi meus lábios e quase pudi sentir o gosto de sangue na boca. Mas que diabos eu tinha na cabeça quando eu resolvi aceitar aquela aposta? Primeiro, que eu queria ele dentro de mim. Segundo, eu gemeria a qualquer instante. Resultado: eu estava ferrada, literalmente. Mas não voltaria atrás nem morta. Já até podia imaginar o sorriso arrogante do Rob se eu desistisse logo no começo.
–Promessa é dívida. – Murmurei. Senti ele gargalhando de encontro a minha pele. Ou ao fogo que ela estava virando.
–Você quer adora brincar com fogo né, love?
–Todo o tempo.
Levei minha mão para dentro da sua calça e comecei a apertá-lo de leve e aquilo já o estava deixando louco. Ele puxou meus cabelos e tirou as minhas roupas. Eu estava nua. E ele vestido. Incrível a capacidade do Robert me despir em segundos. Fiz bico e cruzei os braços.
–Porque você está vestido ainda, Buddy? Isto não é justo ( NA= It’s Not Fair, isto não é justo, é nome da fic).
Ele sorriu e logo Rob começou a se despir. Tem noção de quão excitante era aquilo? Eu suspirei quando vi aquele homem todo excitado nu olhando para mim.
–Tudo isso é para mim?
–Sempre.
Ele se abaixou, puxando meus pés até quase o final na cama, brincando com a minha entrada. Abriu minhas pernas, colocando elas no seu pescoço. Então ele começou a respirar próximo ao meu clitóris como se estivesse me pedindo permissão para o próximo passo. Levantei meu tórax da cama, puxei seus cabelos e enfiei seu rosto em direção à minha vagina e colar nela. Rob começou a beijar ela de maneira selvagem, arrancando gemidos altos de mim.
–Gemendo, love?
–Fuck, Rob! Continua ou você morrer!
Ele desgrudou os lábios da minha grutinha e enfiou três dedos em mim, fazendo movimentos circulares, entrando e saindo, tocando meu clitóris. Eu não agüentaria mais tempo nessa posição. Senti minhas pernas tremendo e minha intimidade tremendo. Eu estava gozando.
–Goza nos meus dedos, Puccky.
Aquilo foi como uma bomba estourando. Foi um gozo espetacular. Minhas pernas caíram de seus ombros e fiquei deitada na cama, ainda tentando controlar a respiração. Rob veio para cima de mim, beijando meus lábios e eu pudi sentir meu gosto na boca dele. Comecei a aprofundar o beijo como uma louca. Eu tinha sede do Robert. Acabei ficando por cima dele, provocando-o e rebolando perto de seu membro, beijando seu peito. Desci minha mão para perto do seu membro e fiquei acariciando lá por alguns minutos.
Mas eu queria mais, então fui descendo minha boca até o membro dele. Lambi meus lábios em antecipação. Ele era lindo. Rosinha, grande e grosso.
–Vai ficar olhando a noite toda, love? – Robert murmurou, entre gemidos.
Sorri antes de descer a minha boca e abocanhar seu membro, começando a chupá-lo. Olhei para Rob e estava de olhos fechados, gemendo muito. Eu chupava cada vez mais rápido e amava cada momento. Ele era gostoso demais.
–Se continuar assim, kris...eu...
–Goza na minha boca, love. – No instante seguinte, senti seu liquido na minha garganta e engoli tudo, não desperdiçando nenhuma gota.
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