–Conto.
Passei a ponta da língua no contorno dos seus lábios, abrindo os olhos na velocidade que terminava o trajeto, enquanto Rob emitia um grunhido baixinho, com os olhos revirando em suas órbitas. Quando terminei, Robert estava na minha frente, de olhos fechados e de queixo caído, como que esperando meus lábios tocarem os dele mais uma vez.
– Tá querendo me provocar, Puccky...
Ele não teve tempo de falar, pois comecei e beijar seu rosto, sentindo seu gosto.
–Sabe que adoro seu gostinho salgado? – dei um beijo leve na boca. – Hum... – falei, passando a língua pelos lábios. – Você está com gosto de cereja...
–E...?
–E você sabe que eu...
–Ama cereja?
Revirei os olhos e me encaxei melhor no seu colo. Senti a mão dele debaixo da minha saia. Quase grito quando sinto ele apertando minhas coxas. Uma onda de calor percorreu meu corpo e senti minha calcinha umedecer imediatamente.
–Sabe que você nunca foi muito boa em brincar com fogo...
–Eu se...sei – gaguejei, quando num movimento único ele tirou minha calcinha.
–Você não precisa dela. Não quando estiver comigo. - ele murmurou no meu ouvido.
Céus, eu podia gozar só ouvindo a voz dele.
Sorri e comecei a desabotoar a sua calça, dando leves apertões.
–O Buddy ta com saudades de mim?
–Ele vive com saudades.
Comecei a beijar seu peito, seguindo a linha de pelos que levava a minha perdição. Cheguei perto do umbigo e circundei minha língua por lá. Olhei para cima e Rob estava de olhos fechados e com a boca entreaberta.
Com a mão livre, peguei seu membro duro. Eu abaixei meu corpo ainda mais, mantendo minha mão ao redor de seu membro duro, movimentando-a para cima e para baixo. Eu vi o liquido escorrendo, uma antecipação do seu gozo. E aquilo me esquentou ainda mais.Eu estava totalmente encharcada. Lambi a cabeça e coloquei uma parte na boca. Eu colocava e tirava, a todo instante.
–Kris... Assim eu não agüento.
Tirei a minha boca do seu membro e com a mão me segurei no teto do carro. Fui abaixando devagar... bem devagar...sentindo ser invadida por ele.
Deus, ele era tão grosso e eu...tão apertada. Dei um grito quando senti-o todo inteiro dentro de mim, até o talo. Foi o bastante para ele me segurar pela cintura.
–Rebola para mim, Puccky.
Não precisava pedir nem duas vezes não é?
Eu mordia meus lábios enquanto rebolava em cima dele. Senti gostas de suor escorrendo pelas minhas costas. Ele me apertou pela cintura e eu fiquei apoiada perto da direção. Ele dava estocadas cada vez mais fortes e profundas. Eu acho que estava gritando. Não, eu estava gritando mesmo.Levei minha mão até meu clitóris.
–Mais forte, Rob. – passei a perna ao redor do seu corpo e eu o sentia vir mais fundo.
Eu sabia que estávamos perto. Muito perto.
–Me fode, vai...
Em um última estocada eu sentia que o espaço diminuía dentro dele, com os movimentos dos meus músculos. Ele gemeu e logo senti seu liquido dentro de mim.
Desabei em cima dele, tentando ainda controlar a respiração.
– Você vai me comer a noite toda... Até não agüentarmos mais.
Ele gargalhou. Eu rolei para o lado, colocando as minhas roupas no lugar.
–Vou ser seu escravo.
(...)
Saímos do carro e minhas pernas ainda tremiam ainda.
–Pra que essa bolsa? – Ele perguntou, me dando um abraço enquanto entrávamos no quarto do hotel.
–Sei lá. Pode ser que eu precise de roupas um dia sabe?
–Acho difícil. – Ele falou, fechando a porta com um pé e me enprensando contra a parede.
–Aquela carro é muito apertado. – Rob passava a mão por todo o meu corpo. Em segundos eu estava nua. Em pelo. E ele vestido. Ou quase. Suspirei ao ver o membro duro apontando na minha direção. Rob aproximou-se e colocou só a cabecinha dentro da minha entrada. Gemi.
E depois tirou. Tortura era?
–Não faz isso... - Ele posou a mão entre as minhas pernas.
–Molhada, Pucky?
–Hum...Rob... – Ele mexia no meu clitóris e eu já sentia borboletas na barriga.
Num pulo só, eu cruzei as minhas pernas nas suas costas. Ele começou a dar chupões pelo meu pescoço.
–O que você quer?
–Você.
–Você já me tem, Puccky. – Ele aproximou seu pênis na minha entrada de novo. E se afastou...de novo.
–Porra, Rob!
–Que?
–Me come logo e deixa de palhaçada.
– Pra que a pressa?
Ele gargalhou na minha cara. Pos a mão na minha bunda e caímos na cama. Ele acariciou as minhas coxas. Em seguida, seus dedos percorreram meus lábios e depois meu clitóris. Gemi quando senti um dedo dele entrando em mim. Senti sua mão me agarrando, massageando. Puxei seu corpo para cima e nos beijamos. Eu pegava fogo por onde ele passava: pescoço, colo, barriga...tudo.
Ele pegou as minhas pernas e suspendeu no seu pescoço e parou. Ou melhor, sua mão repousava pela minha coxa.
–O que você quer?
Eu gemi, sentindo o hálito dele bem perto. Vi sua cabeça se abaixando mas a língua tocou tão suave que deu vontade de bater a cabeça.
–Vai logo.
–Que?
–Me chupa logo.
Pudi ouvir um sorrisinho antes dele cair de boca. Eu gemia enquanto ele sugava meu clitóris com a boca. E...OMG, ele era muito bom nisso.
–Goza baby... Goza na minha boca.
Gozei e ele lambeu tudo, como se quisesse me deixar seca mas o problema é que quanto mais ele lambia mais molhada eu ficava.
Oh, martírio bom...
Ele levantou a cabeça, sorrindo.
–Agora é sua vez, pucky...
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