E novamente eu fui para o mesmo hotel do Rob. Ele me pegou pela mão e dessa vez não pegamos a escada. Fomos de elevador mesmo e em cinco minutos já estávamos dentro do quarto. Não pudi evitar de rir e desabei na cama. Ele se juntou a minha, beijando minhas costas.
–E ai? Foi tão ruim assim?
–Nunca. Até parece que você não sabe que nunca é. Adoro sair com você.
–Sei. – ele riu.
–E ai? Foi tão ruim assim?
–Nunca. Até parece que você não sabe que nunca é. Adoro sair com você.
–Sei. – ele riu.
–Mas também adoro transar com você, Rob. – falei, num muxoxo. – Quem manda ser tão gostoso?
Ele riu e me aconcheguei em seu peito. Fazia círculos imaginários com os dedos.
–Sabe, eu estava com saudade suas, Rob. De nós dois assim.
Ele me apertou mais em seus braços e começamos a conversar. Sobre o que? Sobre tudo. De repente, ele sabia tudo sobre mim. E eu sobre ele. De repente, era como se nunca tivéssemos passado aquele tempo todo separados.
Acordei com uma sensação estranha.Abri os olhos e quase saio levitando ao ver entre as minhas pernas. Eu fiquei excitada dormindo. Porque a prova incontestável estava na boca dele. E quando mais Robert me mordia, mais eu ficava molhada.
–Ohh...a Bela adormecida acordou.
–Hun... – Gemi, incapaz de formar qualquer frase compreensível.
–Gosta de acordar assim? – Sua cabeça subiu e ele me beijava. Eu sentia meu gosto nele.
–Vou acabar ficando mal acostumada desse jeito.
–Pode ficar. Eu deixo.
Ele estava nu sobre mim e apertei sua bunda, arranhando suas costas. Os lábios dele percorreram minha clavícula, dando mordidas pelo meu seio. Eu gemia, alucinada. Mas queria mais. Muito mais.
–Eu quero você. AGORA. – falei.
–Espera. –Ele pos as minhas pernas em seus ombros e sua língua assaltava com fúria minha entrada. A sensação era maravilhosa. Então, ele substituiu a língua pelos dedos. Enfiou três de uma vez só e eu gritei.
–Tudo bem? – Ele girou os dedos dentro de mim, tocando fundo.
–Sim... sim... Continua, Rob.
Ele continuou. Dessa vez me pos de lado, levantou minha perna, me penetrando de uma só vez.
–Oh... – E ele parou.
–Sua vez.
–Que?
Num giro só, eu estava sobre ele.
–Cavalga Kristen. Hoje você vai trabalhar.
–Adoro esse trabalho. – Sorri, marota, apoiando-me em seu peito. Comecei a me movimentar, dando pequenas pausas, aumentando e reduzindo o ritmo. Rob gemia embaixo de mim. Teve uma hora que ele segurou minha cintura e aumentou as estocadas. Gritei quando senti o gozo dele me preenchendo. Caí por cima dele, beijando seu pescoço.
–Agora ta bom.
–Muito bom.
E me deu uma vontade louca de fumar. Sai de cima dele e fui para perto da janela.
–Hey! Peraí, Kristen!
–Que foi? – eu já acendia um cigarro. Ele me jogou uma camisa dele.
–Veste isso. Depois tem alguém por ai...
–E daí? – murmurei sorrindo.
–Vista logo. Não quero você nua nas revistas, ok?
Sai na janela e comecei a fumar. Era como se eu me acalmasse. Foda-se todos os repórteres que tiravam fotos nossas. Acabei de fumar, quando o Robert me chamou para dentro do quarto.
–Hey! Vem logo. Já fumou demais.
Revirei os olhos e sorri. Eu capotei na cama e ele me puxou para me aconchegar em seu peito.
–O que é bom duro pouco...
–Pouco demais.
A hora avançava rapidamente. Tomamos banho e vesti uma calça com uma blusa simples. E saímos no carro do Rob para o almoço com o Marcus. Não teve uma vez naquela manhã que eu não me arrependesse de ter cedido ao convite dele. Nessa hora, poderíamos estar no quarto. E o Robert dentro de mim. Minha calcinha ficou úmida só com o pensamento. E gemi.
Ele olhou de lado e deve ter percebido meu estado. Sua mão pousou na minha coxa.
Num giro só, eu estava sobre ele.
–Cavalga Kristen. Hoje você vai trabalhar.
–Adoro esse trabalho. – Sorri, marota, apoiando-me em seu peito. Comecei a me movimentar, dando pequenas pausas, aumentando e reduzindo o ritmo. Rob gemia embaixo de mim. Teve uma hora que ele segurou minha cintura e aumentou as estocadas. Gritei quando senti o gozo dele me preenchendo. Caí por cima dele, beijando seu pescoço.
–Agora ta bom.
–Muito bom.
E me deu uma vontade louca de fumar. Sai de cima dele e fui para perto da janela.
–Hey! Peraí, Kristen!
–Que foi? – eu já acendia um cigarro. Ele me jogou uma camisa dele.
–Veste isso. Depois tem alguém por ai...
–E daí? – murmurei sorrindo.
–Vista logo. Não quero você nua nas revistas, ok?
Sai na janela e comecei a fumar. Era como se eu me acalmasse. Foda-se todos os repórteres que tiravam fotos nossas. Acabei de fumar, quando o Robert me chamou para dentro do quarto.
–Hey! Vem logo. Já fumou demais.
Revirei os olhos e sorri. Eu capotei na cama e ele me puxou para me aconchegar em seu peito.
–O que é bom duro pouco...
–Pouco demais.
A hora avançava rapidamente. Tomamos banho e vesti uma calça com uma blusa simples. E saímos no carro do Rob para o almoço com o Marcus. Não teve uma vez naquela manhã que eu não me arrependesse de ter cedido ao convite dele. Nessa hora, poderíamos estar no quarto. E o Robert dentro de mim. Minha calcinha ficou úmida só com o pensamento. E gemi.
Ele olhou de lado e deve ter percebido meu estado. Sua mão pousou na minha coxa.
– Arrependida?
– Muito. – sorri. – Mas a gente ao pode ficar o tempo todo... na cama né?
– É? – Ele perguntou com um sorriso safado e arfei.
– Eu gosto de sair com você.
– Eu também, Kris. – Sorri e logo chegamos ao almoço com Sam. Tudo estava tão tranqüilo. Fazia tempo que não conseguíamos sair daquele jeito. Como um casal normal.
E fizemos de conta que não tinha um batalhão de paparazzis na nossa cola. Era bom fazer de conta.
Bebi e fumei. Comida mesmo era pouca. Já me sentia ligeiramente tonta quando o Robert se levantou. Assenti com a cabeça. Hora de ir. Despedimos-nos de Marcus e saímos dessa vez em carros separados. Eu fui de táxi e ele no seu carro.
(...)
Tinha chegado o dia. Robert estava na minha casa. Saí do quarto e fui até a sala. Quase tropeço ao vê-lo tão lindo. Céus, ele era um perigo ambulante. Estava de costas pra mim e por alguns segundos fiquei a contemplar suas costas, seu cabelo desarrumado e seu bumbum.
Ele virou-se de repente e sorriu. Senti meu rosto quente ao perceber que ele me analisava dos pés a cabeça. Em seguida, fechou a cara. Aproximei dele e toquei seu braço.
– Que foi? Eu fiz alguma coisa?
– Você não. Seu vestido sim.
Olhei para baixo tentando entender o porque da fala dele. Me deti na parte de cima da roupa. Ok, eu me sentia meio nua com ela. Praticamente meus seios estavam de fora. Engoli em seco quando Robert avançou.
– Muito. – sorri. – Mas a gente ao pode ficar o tempo todo... na cama né?
– É? – Ele perguntou com um sorriso safado e arfei.
– Eu gosto de sair com você.
– Eu também, Kris. – Sorri e logo chegamos ao almoço com Sam. Tudo estava tão tranqüilo. Fazia tempo que não conseguíamos sair daquele jeito. Como um casal normal.
E fizemos de conta que não tinha um batalhão de paparazzis na nossa cola. Era bom fazer de conta.
Bebi e fumei. Comida mesmo era pouca. Já me sentia ligeiramente tonta quando o Robert se levantou. Assenti com a cabeça. Hora de ir. Despedimos-nos de Marcus e saímos dessa vez em carros separados. Eu fui de táxi e ele no seu carro.
(...)
Tinha chegado o dia. Robert estava na minha casa. Saí do quarto e fui até a sala. Quase tropeço ao vê-lo tão lindo. Céus, ele era um perigo ambulante. Estava de costas pra mim e por alguns segundos fiquei a contemplar suas costas, seu cabelo desarrumado e seu bumbum.
Ele virou-se de repente e sorriu. Senti meu rosto quente ao perceber que ele me analisava dos pés a cabeça. Em seguida, fechou a cara. Aproximei dele e toquei seu braço.
– Que foi? Eu fiz alguma coisa?
– Você não. Seu vestido sim.
Olhei para baixo tentando entender o porque da fala dele. Me deti na parte de cima da roupa. Ok, eu me sentia meio nua com ela. Praticamente meus seios estavam de fora. Engoli em seco quando Robert avançou.
–Me diz quem é seu dono? – Ele mordiscou meu pescoço e eu gemi. – Me diz, Kristen! Quem é dono do seu corpo e de você todinha?
E eu lá conseguia responder algo coerente? Não quando ele me incitava desse jeito. Rob puxou de vez a blusa, expondo meus seios túrgidos. Caiu de boca neles, sugando e mordendo meu mamilo. E parou. Encarei seus olhos imensamente azuis.
–Quem é seu dono?
–V...você, Rob. Só você.
–Ninguém vai ficar vendo o que é meu, entendeu.
Perfeitamente.
–Continua? – perguntei.
–Quer dar uma antes do TCA é?
–Quero. – sorri. – Uma bem dada. Como só você sabe fazer.
E eu lá conseguia responder algo coerente? Não quando ele me incitava desse jeito. Rob puxou de vez a blusa, expondo meus seios túrgidos. Caiu de boca neles, sugando e mordendo meu mamilo. E parou. Encarei seus olhos imensamente azuis.
–Quem é seu dono?
–V...você, Rob. Só você.
–Ninguém vai ficar vendo o que é meu, entendeu.
Perfeitamente.
–Continua? – perguntei.
–Quer dar uma antes do TCA é?
–Quero. – sorri. – Uma bem dada. Como só você sabe fazer.
Dei um grito quando Rob me puxou pela cintura e me imprensou contra a parede. Ri quando senti a parede dura nas minhas costas.
– A gente ta só?
– Huhum. – Gemi. No instante que ele perguntava, sua mão passeava pelas minhas pernas. – Todos saíram.
–Gosto assim, pucky. – Ele lambeu meu pescoço. Em seguida, agarrei seus cabelos e trouxe sua boca de encontro a minha. Foi como se tivéssemos passado meses sem nos beijar. Robert devorava sua boca na minha, dando mordidas por onde passava. Ele tinha um gosto salgado.
Era isso. E um cheiro. Robert era o pecado. Como eu podia ficar sã na presença dele?
– Não temos muito tempo, sabe? E to com uma vontade imensa de provar você – falei, desabotoando a sua calça, levando sua box preta junta. Seu membros apareceu pra mim longo, excitado e vermelho. Me abaixei e comecei a chupá-lo como uma louca. Como se isso pudesse matar minha sede. Ora eu beijava, mordia ou sugava.
Então, sem nem esperar, Robert me levantou de vez e acabei sendo jogada no sofá. Meu vestido foi tirado pela minha cabeça. Ele gemeu surpreso ao ver que eu estava sem calcinha.
– Caralho, Kristen. Quer me matar?
– Pode ser. – Falei rindo.
– Você já estava com más intenções não é?
– Todo tempo, Rob. Não tem como ficar do seu lado e não pensar em segundas intenções.
Ele não falou mais nada. Senti as mãos do Rob percorrendo meu quadril e coxas, deixando a parte mais sensível do meu corpo sem seu toque.
–Não brinca comigo!
–Nunca.
– A gente ta só?
– Huhum. – Gemi. No instante que ele perguntava, sua mão passeava pelas minhas pernas. – Todos saíram.
–Gosto assim, pucky. – Ele lambeu meu pescoço. Em seguida, agarrei seus cabelos e trouxe sua boca de encontro a minha. Foi como se tivéssemos passado meses sem nos beijar. Robert devorava sua boca na minha, dando mordidas por onde passava. Ele tinha um gosto salgado.
Era isso. E um cheiro. Robert era o pecado. Como eu podia ficar sã na presença dele?
– Não temos muito tempo, sabe? E to com uma vontade imensa de provar você – falei, desabotoando a sua calça, levando sua box preta junta. Seu membros apareceu pra mim longo, excitado e vermelho. Me abaixei e comecei a chupá-lo como uma louca. Como se isso pudesse matar minha sede. Ora eu beijava, mordia ou sugava.
Então, sem nem esperar, Robert me levantou de vez e acabei sendo jogada no sofá. Meu vestido foi tirado pela minha cabeça. Ele gemeu surpreso ao ver que eu estava sem calcinha.
– Caralho, Kristen. Quer me matar?
– Pode ser. – Falei rindo.
– Você já estava com más intenções não é?
– Todo tempo, Rob. Não tem como ficar do seu lado e não pensar em segundas intenções.
Ele não falou mais nada. Senti as mãos do Rob percorrendo meu quadril e coxas, deixando a parte mais sensível do meu corpo sem seu toque.
–Não brinca comigo!
–Nunca.
Sua cabeça se abaixou e ele beijava minha barriga, passando a língua em movimentos circulares pelo meu umbigo. Minha intimidade ardia. Eu necessitava de um toque. Dele, de preferência. Não agüentei mais e coloquei a mão no meu clitóris. Não durou nem dois segundos. Robert avançou e me retirou dali.
–Hoje não. Seu corpo é meu lembra?
Lembro. Oh, como lembro.
Soltei um gemido alto quando enfim senti sua mão me tocando. Ele ficou massageando meu clitóris e penetrou dois dedos em mim, girando em circulares. Sim, eu gritei. Tenho certeza que gritei quando senti a boca do Robert sugando todo meu gozo. Tentava abrir mais as pernas, dando um maior espaço para que ele se fartasse melhor.
Minha respiração ainda estava irregular quando o puxei para cima de mim.
–Dá para entrar em mim agora?
–Não sei...
–ROBERT! – gritei. Em seguida, ele pos minhas pernas em seus membros e me penetrou de uma vez só. Arfei com todo aquele membro me preenchendo e era como se ele aumentasse de tamanho dentro de mim. Ele estocava forte e rápido. E eu estava perto do gozo novamente. – Vem comigo, buddy.
Mais três estocadas e eu gozei. No minuto seguinte, sentia todo o seu liquido dentro de mim. Minhas pernas fraquejaram e caíram dos ombros dele. Robert beijou meu pescoço suado.
–Acho que a gente tem que ir. – ele falou contrariado. Nos afastamos e eu voltei para meu quarto. Sai de lá com uma blusa branca por baixo da preta. Agora não parecia tão vulgar. Robert sorria ao me ver.
– E ai?
–Perfeita. – Senti seus lábios na minha bochecha. Dei uma cotovelada em seus costas.
–Nem se acostume, ok?
–Claro.
O interfone tocou e fui atender. O carro tinha chegado. Ele sorriu, pegou minha mão e abriu a porta. Antes de fechar ele me imprensou contra a parede me dando um beijo louco e selvagem.
–Hoje não. Seu corpo é meu lembra?
Lembro. Oh, como lembro.
Soltei um gemido alto quando enfim senti sua mão me tocando. Ele ficou massageando meu clitóris e penetrou dois dedos em mim, girando em circulares. Sim, eu gritei. Tenho certeza que gritei quando senti a boca do Robert sugando todo meu gozo. Tentava abrir mais as pernas, dando um maior espaço para que ele se fartasse melhor.
Minha respiração ainda estava irregular quando o puxei para cima de mim.
–Dá para entrar em mim agora?
–Não sei...
–ROBERT! – gritei. Em seguida, ele pos minhas pernas em seus membros e me penetrou de uma vez só. Arfei com todo aquele membro me preenchendo e era como se ele aumentasse de tamanho dentro de mim. Ele estocava forte e rápido. E eu estava perto do gozo novamente. – Vem comigo, buddy.
Mais três estocadas e eu gozei. No minuto seguinte, sentia todo o seu liquido dentro de mim. Minhas pernas fraquejaram e caíram dos ombros dele. Robert beijou meu pescoço suado.
–Acho que a gente tem que ir. – ele falou contrariado. Nos afastamos e eu voltei para meu quarto. Sai de lá com uma blusa branca por baixo da preta. Agora não parecia tão vulgar. Robert sorria ao me ver.
– E ai?
–Perfeita. – Senti seus lábios na minha bochecha. Dei uma cotovelada em seus costas.
–Nem se acostume, ok?
–Claro.
O interfone tocou e fui atender. O carro tinha chegado. Ele sorriu, pegou minha mão e abriu a porta. Antes de fechar ele me imprensou contra a parede me dando um beijo louco e selvagem.
Olhei confusa para ele.
–Que foi isso?
–Para você agüentar até o fim da noite. – Rolei os olhos e ri. Tem como ser mais convencido?
– A gente sempre pode dar uma escapadinha nos bastidores.
–Sempre, Kris.
Sorri pela última vez antes de entrar no carro. Robert seguiu num carro logo atrás. Suspirei cansada. Era só mais um evento. E rezei para que dessa vez eu não deixasse cair nenhum prêmio.
FIM.
–Que foi isso?
–Para você agüentar até o fim da noite. – Rolei os olhos e ri. Tem como ser mais convencido?
– A gente sempre pode dar uma escapadinha nos bastidores.
–Sempre, Kris.
Sorri pela última vez antes de entrar no carro. Robert seguiu num carro logo atrás. Suspirei cansada. Era só mais um evento. E rezei para que dessa vez eu não deixasse cair nenhum prêmio.
FIM.
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