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O Treinamento - Capítulo 6


Hey,  pessoal, mais um capítulo da fanfic "O Treinamento"...agora com o sexto!! Ela está bem no comecinho e gira em torno de 30 capitulos.Sei que alguns gostem de cenas bem quentes mas o fato principal da história não é sobre isso 

 Esperem que gostem. Críticas são bem vindas!

FELIZ NATAL A TODOS








CAPITULO VI



Eu podia sentir minhas mãos pegajosas. Esfreguei uma à outra na tentativa – inútil – de trazer algum tipo de atrito e calor entre elas. E dei graças a Deus por não precisar ficar de pé naquele momento porque minhas pernas tremiam. A opressão no peito ficava pior enquanto o estranho do meu lado avançava o caminho.


Apertei com mais força as minhas mãos, ficando quase sem sangue em alguns pontos específicos. Eu tentava não pensar no que eu tinha acabado de concordar. O que eu tinha virado, afinal de contas.


Eu era uma prostituta. Não estava me vendendo por dinheiro, mas por favores. De todo modo, era horrível. Minha garganta travou ao pensar que o caminho ficava mais curto e que me levaria onde? Para a casa dele? Fechei os olhos – momentaneamente – tentando aplacar uma série de imagens do meu pai com todas aquelas brincadeirinhas.

Eu não suportaria se ele me tratasse do mesmo modo que eu vi o meu pai fazer ao longo dos anos. Uma ânsia de vômito foi subindo, trazendo um gosto horrível em minha boca.

- Hey, garota...Você está bem?

Ele me perguntou, provavelmente vendo meu estado deplorável. O gelo – que antes era apenas nas mãos – foi subindo até chegar em meu coração. Minha cabeça rodava.

- Você está branca.

O carro parou de andar. Olhei em volta e parecíamos ter chegado ao nosso destino. Em vez de me acalmar, tudo piorou. Sabe como é ter a sensação de que alguém pega o seu coração e vai destroçando em suas mãos? Eu me sentia destroçar...

- Não vai desmaiar nem nada do tipo não é?

Rob estava do outro lado do carro, abrindo a porta pra mim. Ele se agachou e seu rosto ficou bem próximo ao meu. Apesar de estar passando mal, seu cheiro foi se infiltrando, me deixando sentir outro tipo diferente de tontura.

- Podemos entrar?

Ele perguntou se afastando alguns centímetros de mim. Sem hesitar, eu o segurei pelo braço. Rob me olhou interrogativamente, esperando que eu falasse. Passei as mãos pela minha testa, tirando dali o excesso de suor por conta do nervosismo.

- Olhe...Rob não é? Eu...oh, deus...como vou falar isso? – Olhei para cima, apenas para encontrar seus olhos duros fixados em mim – Eu...faço...vou para cama com você...Faço tudo que quiser...mas nada – fechei os olhos – nada que envolva nenhum tipo de violência...Eu não...- suspirei fundo – Não quero que você bata em mim...- suspirei – Eu sei que algumas pessoas gostam...de...violência...de...ha, você sabe...eu não...nunca suportaria isso...E olhe que já suportei muita cois...

Dei um gritinho assustada quando ele me tirou do carro e me choquei com seu peito. O que era mesmo que eu estava falando? O peito dele era bem durinho. Eu quase podia ronronar de prazer só de pensar em dormir agarrada naquele peitoral.

- Eu não vou estuprar você... E não sou adepto de tratar com violência as garotas com quem durmo...

Hun...isso era bom...Muito bom...

Mas eu não conseguia olhar para cima. Todos os meus sentidos estavam concentrados em admirar aquela pele exposta pela camisa.

- Ok, não que eu esteja reclamando, mas... Pode parar de babar um pouquinho para que entramos? Está frio aqui.

- Você é um idiota que se acha não é? – Falei, me desvencilhando dele.

- Eu me acho.

- Estúpido.

Ele riu, agarrando meu braço, entrando finalmente na casa.





- Você realmente mora aqui? – Perguntei, olhando espantada para a casa.

- Não, é para onde eu trago meus casinhos especiais...

- Estúpido! – Gritei e ele me pegou pela cintura.

- Eu sou estúpido mas você gosta né gatinha? Vamos lá...Tome o banho para a gente poder brincar direito...

Gelei.

- Não vai desistir agora não é?

Balancei a cabeça negando. Meus olhos faiscavam de raiva enquanto eu observava seu sorriso presunçoso em minha direção se alargar.

- Não vou. – Sorri. – Além do mais o que há de mais né? É só eu abrir minhas pernas para você...

- Lindas por sinal...

Rolei os olhos continuando.

- Aposto que nem vou sentir nada mesmo – balancei os ombros – Fora a dor...é claro.

- É claro minha bonequinha inflável...Vá lá no meu quarto e tome banho. Me espere lá. Não preciso mencionar mas...quero você nua...não tive oportunidade de olhar você direitinho...ainda.

Ele falou sorrindo e eu apenas movimentei a cabeça.

- Onde é o banheiro?

- Terceira porta à direita.

- Ok.


You Fill My Heart - Jason Walker


Eu tentava não pensar. Não pense, Kristen. Droga. Você pode fazer isso. Não é nada demais...só a dor do momento e pronto. Fechei os olhos, entrando no banheiro, deixando a água quente limpar o meu corpo. Esfreguei com força o sabonete em minha pele, como se – de algum modo – eu pudesse tirar toda àquela sujeira de mim.

Fechei o chuveiro e me enrolei em uma toalha, saindo do Box. Penteei meus cabelos molhados e deixei o pano felpudo em um canto qualquer. Caminhei até a cama me deitando. Nua.

Eu acho que algum momento eu adormeci porque de repente lá estava ele. Me tocando em todos os lugares e abrindo minhas pernas. Deixei meus olhos fechados enquanto a sua boca sugava forte os meus seios.

- Eu sei que você está acordada. Abra os olhos.
Abri.
Tomei um susto pela intensidade do seu olhar. Baixei meus olhos vendo que ele estava nu. Como eu.

Com uma das mãos, ele massageava o meu seio. Eu me odiava por isso mas eu estava ficando molhada.

Muito molhada.

Seus lábios desceram, circundando o meu umbigo. Suas mãos vagaram, apertando com mais força a minha cintura. Gritei quando senti um dedo me penetrar.

Deus...eu me sentia tão perigosamente fudida.

Ele apertou minha coxa, salpicando beijos por toda a minha pele. Ele acrescentou mais um dedo em mim, roçando forte em meu clitóris, que latejava.

- Hey, bonequinha – ele riu – Você está tão escorregadia...e gostosa. Você já foi provada antes?

Fiquei calada. Ele apertou mais forte meu botão de nervos e gemi.

- Fale.

- Um...uma vez – gaguejei.

- E você gostou?
- Hun...Sim.

- Diz.

Porra.

- Diga que gosta. Diga o que quer.

Ele soprou em minha intimidade e abri mais minhas pernas. Sem controlar, comecei a rebolar entre seus dedos.

Mas ele tirou aquele atrito de dentro de mim. Meu corpo todo choramingou em protesto. Ele veio para cima de mim.Gemi bem alto quando nossas intimidade se tocaram e sua boca ficou bem próxima da minha orelha.

- Fala.

Droga. Ele não podia simplesmente fazer e pronto?

- Kristen?

- Seu idiota. Eu quero. Quero que você me coma. Me fode.

- Você é uma garota com a boca bem suja né?

- Muito. – revirei os olhos. – Vai fazer ou não. Se quiser, eu posso fechar minhas pernas e ir embora.
- Nada disso. – ele sorriu, beijando minha pele. Meu baixo ventre se contraiu quando senti sua boca muito próxima da minha intimidade. Jesus, eu estava pingando.

Muito.

Gritei alto quando ele sugou meu clitóris com força, mantendo minhas pernas bem abertas.

- Ohhh...Rob...

Eu devia ser alguma vadia. Ele era um completo desconhecido mas eu estava me derretendo literalmente. Eu nunca tinha ficado tão molhada.

Gemi quando sua língua penetrou em mim, me fazendo dar voltas de prazer. Minhas pernas tremeram enquanto ele ia mais fundo. Como se eu fosse algum tipo de doce.

Ele seria minha perdição.
Minha doce perdição.
Rob apertou meu clitóris mais uma vez e gozei. Ele parecia rir, mas continuou sugando, como se quisesse me deixar seca mas quanto mais ele sugava mais quente e molhada eu ficava.

Ele se afastou e me beijou. Forte. Duro. Batalhando. Como se fosse um macho disputando um território.


- Fica de quatro.

O que?

- Não. – Gemi.

- Eu estou mandando bonequinha. Agora.

Resmunguei mas me virei, com meu corpo reclinado para frente. Ele beijou minhas costas. Oh, Jesus...

- Abre mais as perninhas abre...Você ta doidinha pra dar né? Deus garota – ele enfiou um dedo em mim. Deslizava. Eu arfei. – Nunca vi alguém ficar tão molhada...e você é tão apertada...

Gemi quando senti seu membro tocar em minhas dobras, abrindo espaço. Oh deus...

- Pára...dói muito...Rob...

Ele riu.

- Relaxa.......e goza.

Ele estocava aos poucos...entrava e saia. Ouvi ele resmungar irritado.

- Você é muito apertada. – ele suspirou – Desculpe por isso.

E então entrou em mim. De vez. Forte. Eu urrei de dor, abaixando minha cabeça. Ele estava dentro de mim.

- Shi...vai passar...

Fiquei calada, tentando espantar a dor e respirar normalmente. Ele pos a mão por baixo de mim, tocando meu clitóris que pulsava. Então recomeçou. Rob estocava mais forte.

- Apertad...a demais bonequinha...e quente...como você é quente...É muito bom pegar uma virgem...muito bom...

Ele bombava forte. A dor ia embora aos poucos mas ele parecia um louco, buscando a própria satisfação.

- Ro...bb...vai....devagar...

- Não.

Ele se apoiou melhor na cama, socando forte. Rob ia tão fundo. Ele me virou de frente e agora eu podia ver seus olhos. Brilhantes e quase negros. Suas mãos massageavam meus seios e eu gemi.

Ele pôs minhas pernas em seus ombros e veio forte.
Eu gritei. Aquilo era bom demais. Gozei de novo. Ele ficou ainda um tempo bombando dentro de mim quando senti seu líquido me preenchendo.

Ele caiu do lado, totalmente saciado e com um sorriso presunçoso. Eu ensaiei uma frase mas fiquei travada. Ele sugou meus seios como um bebê guloso e virou de lado.

- Durma. Eu te acordo quando precisar de você. De novo.

Aquilo devia ter me deixado frustrada. Com raiva.
Mas nada disso aconteceu.
Meu clitóris pulsou. Eu trinquei meus dentes, fechando os olhos.
Eu devia mesmo dormir e não pensar em nada.

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