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Pequenas Escolhas da Vida - Capitulo 10



- Não. Oh Deus.Não devíamos...fazer isso...Você não gosta de mim, lembra? – Eu juro que tentava sussurrar e parar com toda àquela loucura. Sim, era uma loucura tremenda. Droga. O que eu estava fazendo ao me agarrar com o meu chefe tirano ali no escuro? Mas a minha frase era acompanhada de gemidos o que deixava tudo que eu dizia ser em vão. Em nada ajudava as minhas mãos apertaram com força sua cabeça, aprofundando o nosso beijo. Eu me sentia tão fudida...e era tão bom.



Irresistível.





- Aham...claro...É estupidez...Mas eu gosto. – Ele mordia meu lábio inferior enquanto sussurrava perto de mim. Perto demais. – Além do mais eu gosto de você, sua irritante.





- CALA A BOCA ROB.





Eu tinha certeza que se começássemos a falar, íamos estragar tudo. E isso eu não queria mesmo. Rob me olhou por alguns segundos antes de morder meu lábio inferior me puxando para mais perto. Muito mais. Como se pudéssemos nos fundir. Soltei um gritinho baixo quando suas mãos quentes tocaram minha perna por baixo do vestido curto.





Ele era forte e eu nem queria imaginar nas marcas que eu iria ter pela manhã. Como se eu pudesse pensar em algo coerente naquela altura da noite. A bebida ainda me enevoava os pensamentos.





Gemi de novo quando seus lábios quentes tocaram minha boca, trazendo um formigamento muito bom. Era desejo. A necessidade pura e crua para ser saciada.

Eu não estava me importando com nada. Apenas com a sensação de o ter perto de mim.



Quase gritei de frustração quando o Rob se afastou, tocando meus lábios levemente inchados e me estendeu a mão.



- Vamos dançar, Kristen?



- Eu?



Pisquei. Uma. Duas vezes. Eu não queria dançar. Eu queria que ele continuasse me beijando.



- Você queria se divertir não é?



- Eu quero.



- Vem.



Há...qual é? Eu não podia implorar para ele me comer ali nos fundos... Eu não podia né?



Merda.



- Vamos lá.





Balancei a cabeça, sentindo sua mão apertar com mais força a minha e saímos daquela escuridão. Começamos a dançar muito lentamente, os meus quadris acompanhando seus movimentos, apenas afastados alguns centímetros. Seus olhos estavam quase pretos, nublados de desejo. Eu poderia reconhecer isso em qualquer lugar. Esse era o olhar que eu costumava ver em meus próprios olhos todos os dias.







http://www.youtube.com/watch?v=Q0VRj2uw9L0

Nickelback - Gotta Be Somebody







Era como não estar mais em meu corpo. Eu enxergava seus olhos cravados nos meus. Sorri, me deliciando com a sua sensação. Não era mais aquele Rob. Não era mais o meu chefe. Não era mais nem eu. Apenas dois corpos destinados a ser encontrarem. Destinados a serem apenas um. Em qualquer lugar...







Desta vez, eu pergunto como é sentir

Encontrar a pessoa para esta vida

A pessoa que todos nós sonhamos, mas apenas sonhos não são suficientes

Então eu esperarei por algo real



Eu saberei disso pelo sentimento

O momento quando nós nos encontramos

Irá aparecer como uma cena, direto no telão





Então, eu estarei segurando a minha respiração, até o final

Até aquele momento quando

Eu encontrar a pessoa que eu passarei para sempre junto









Sorri mais abertamente, rebolando indo até o chão. Rob me puxou, colando nossos corpos suados. Deus, de onde vinha tanta energia? Ele me segurou firme com ambas as mãos enquanto eu me esfregava contra o seu quadril, sentindo seu membro excitado. A fricção estava me deixando louca. Me afastei alguns centímetros, me virando para ele. Fechei meus olhos e era como sentir toda a emoção do mundo a minha volta.









Porque ninguém quer ser o último ali

Porque todo mundo quer se sentir como se alguém se importasse

Alguém para amar com minha vida nas suas mãos

Lá deve ter alguém para mim assim



Porque ninguém quer continuar por si só

Todo mundo quer saber que não está sozinho

Alguém que sinta as mesmas coisas em algum lugar

Deve ter alguém para mim lá fora



Esta noite

Na rua, na luz do luar

E maldição isto parece certo

É apenas como déjà vu eu parado aqui com você

Então, eu segurarei minha respiração

Pode ser esse o fim?

É este o momento que eu encontrei a pessoa que eu passarei junto para sempre?



Porque ninguém quer ser o último ali

Porque todo mundo quer se sentir como se alguém se importasse

Alguém para amar com minha vida nas suas mãos

Lá deve ter alguém para mim assim









Não precisei abrir meus olhos quando senti alguém me segurando de novo pela cintura. Era como se meu organismo tivesse já conhecido o seu cheiro organicamente. Rob beijava o lóbulo do meu ouvido, me fazendo arfar.



Estávamos tão pertos. Seu hálito fresco chegava até mim em grandes golfadas. Encostei minha própria cabeça em seu peito. Ele aproveitou e me prendeu com sua mão livre a minha barriga, seguindo o ritmo da musica.







Porque ninguém quer continuar por si só

Todo mundo quer saber que não está sozinho

Alguém que sinta as mesmas coisas em algum lugar



Você não pode desistir, quando você está olhando para aquele diamante bruto

Porque você nunca vai saber quando isso aparece

Tenha certeza que você está segurando forte, porque este pode ser o único

O único que você está esperando









Ele cantarolava pra mim, em meu ouvido. Eu sabia que estava pingando.

Deus! O ser humano não podia lidar com tanta tentação em um espaço de tempo tão curto. Ma eu precisava encontrar seus olhos.



Aqueles olhos que me fariam pirar.



Me virei, com o Rob ainda segurando minha cintura. Me pus na ponta dos pés, encontrando seus lábios entreabertos. Beijei rapidamente sua boca e ele me suspendeu alguns centímetros. Segui beijando seu rosto enquanto eu sussurrava a parte final da música...







Desta vez, eu pergunto como é sentir

Encontrar a pessoa para esta vida

A pessoa que todos nós sonhamos, mas apenas sonhos não são suficientes

Então eu esperarei por algo real



Eu saberei disso pelo sentimento

O momento quando nós nos encontramos

Irá aparecer como uma cena, direto no telão

Então, eu estarei segurando a minha respiração, até o final

Até aquele momento quando

Eu encontrar a pessoa que eu passarei para sempre junto











Eu prendi meus braços ao redor do seu pescoço, afundando meu rosto no seu vão do ombro. Rob praticamente me segurava no colo, de tão pequena que eu parecia. Não foi surpresa nenhum perceber o quanto eu estava molhada e quente e o quanto eu estremecia pelos seus toques.



Rob me pos no chão e percebi que estávamos bem afastados da multidão. Ninguém poderia nos ver ali. Um sorriso safado surgiu em meus lábios. A vontade que eu tinha era tirar aquela peça estúpida e sentir pele contra pele. Gemi baixinho, quando Rob afastou o pedaço de pano estúpido e me tocou lá embaixo.





- Oh deus...





Rob puxou meu rosto, percebendo a minha respiração alterada e capturou meus lábios, tirando a mão da minha intimidade encharcada. Ele me agarrou com as duas mãos, erguendo meu corpo frágil e entrelacei com as minhas duas pernas em seu quadril.









- Você definitivamente quer me enlouquecer.



- E você não? – Pisquei.



- Porra, Kristen... Vamos embora.



- Certo. – Me desembaracei dele, ajeitando meu vestido. Rob pegou na minha mão e desaparecemos na multidão.



Estávamos perto do carro dele quando eu parei.



- Espera...



- O que?





Eu me aproximei, tocando no seu peito, tamborilando com meus dedos.





- Eu vou poder te chamar de chefinho amanhã?



Ele revirou os olhos, balançando a cabeça.





- Pelo amor de deus...



- Por favor...- pedi.



- Deus! – ele suspirou – Pode me chamar do que quiser...





-





Eu acho que ele tinha ultrapassado a velocidade em alguns pontos da estrada. Em muitos pontos, na verdade. Pus a cabeça para fora do carro, o vento gelado bagunçando meus cabelos. Eu sorri, vendo os prédios sendo deixados para trás.







Tudo era uma questão de referencial.



Não sei porque mas nesse momento, eu lembrei da minha estúpida aula de Física do ensino média. Tudo dependia do referencial. De como e de quem você olha. De como as coisas podem mudar drasticamente dependendo do seu ângulo de visão.





- Você vai acabar se molhando desse jeito...





Rob falou quase ao mesmo tempo em que alguns pingos caiam sobre a minha pele. Enruguei o nariz, fazendo uma careta.



- Vai dizer que nunca tomou banho de chuva?



Ele estreitou os olhos, para no instante seguinte voltar para a estrada.







http://www.youtube.com/watch?v=W_d-wfgV8&feature=player_embedded

Música: FUI (Reik)









- Nunca.



- Você só pode estar brincando!



- Não estou – ele bufou – Que coisa...



Gargalhei.



- Pára o carro.



- O que?



- Pára o carro ué...



- Pensei que estava com pressa...- ele gracejou. Own, que gracinha!



- Temos a noite toda. – sorri – Pára o carro Rob.

Ele grunhiu.





- Não sei se você percebeu mas não tem nada por aqui. E está bem escuro.



- E daí? Pára o carro.



- Mas que droga, Kristen. A gente pode ser assaltado...morto...ou sei lá mas o que.





Mas ele parou e ficou segurando com força a direção.



- Hey, não seja tão medroso. – Desci do carro, dando a volta – Vem.



- Está chovendo.



- Eu sei disso.



- Vem logo seu bobo.



Ele bufou de novo, saindo por fim do carro com a pior cara possível.





- Ei...- sorri, pegando nos seus cabelos macios e molhados pela chuva que cai moderadamente sobre nós. Não era nenhum torrencial mas também não era garoa. – Você está todo molhado.



- Satisfeita?



- Hun...Não...Fecha os olhos.



Ele fechou, somente para abrir no segundo seguinte.



- Ei, não vale! Fecha os olhos, Robert!



- Deus, você é tão mandona!



- Fecha, homem de deus!



Certo. Ele fechou. Eu aspirei fundo. Para mim era tão claro. Sorri, lembrando da primeira vez que levei um banho de chuva. Estava junto com a Brit e tínhamos apenas 6 anos de idade. Foi tão divertido!



- O que você está escutando?



- A chuva?



- Fora isso?



- Você resmungando?



- Fala sério.



Então fechei os olhos, sentindo a água descer abundantemente pelo meu corpo. Eu não ligava para a minha roupa ensopada. Ou se alguém fosse nos atacar ali mesmo ou qualquer coisa. Era fantástica a sensação de fazer parte do mundo.



Deu um pulo quando senti Rob me beijando. Sem resistir, retribui, sentindo sua pele arrepiada pelo frio.





- Podemos ir agora?



Sua casa não era tão longe dali e em quase dez minutos chegamos lá.Ignorei os resmungos dele sobre o carro estar molhado mas vi uma sombra de sorriso quando entramos no veículo de novo.



Ele só não queria admitir como o velho turrão que era.



Eu poderia esperar aquela reação de todos, menos do Rob. Eu não imaginaria nunca. Assim que ele fechou a porta por trás de mim, mal deu tempo para respirar, ele me puxou pela cintura me fazendo sentir um turbilhão de emoções em um simples roçar de lábios. Mal percebi quando Rob me suspendeu e me jogou na cama. Sua grande cama espaçosa. Logo ele estava sobre mim. Ainda vestíamos aquelas malditas roupas molhadas.



- Acho que esqueci onde paramos...- murmurei.



Ele riu. E o sorriso do meu chefinho era algo que eu me lembraria por muito tempo ainda.



- Então eu vou ter que fazer você se lembrar não é?



- Oh sim...sou uma pobre desmemoriada senhor...



Ele riu de novo, me suspendendo e tirando toda aquela roupa molhada. Ele perdeu um pouco a paciência com as minhas roupas de baixo e acabou rasgando-as. Ótimo...eu não voltaria viva pra casa. Ele se levantou, tirando a sua roupa e eu me apoiei em meus próprios cotovelos, vendo ele retirar peça a peça.



Oh meu Good...



Oh meu Good mil vezes...



Ele era infinitamente maior que meu ex-namorado.



Oh meu Good...



- Oh oh...



Ele voltou para cima de mim e eu gemi de novo.



- O que?



Senti meu rosto quente.



- Você...- Deus! Eu não ia mesmo falar isso ia? – Hun...Nada.



- Kristen...



Ele agarrou meus dois braços, me fazendo o encarar.

Jesus amado...Oh, Good...



- Você é...Argh... Rob...puta que pariu...você é grande demais pra mim ok?



- Eu sou é? – Ele beijou meu pescoço, tirando gemidos altos de mim.



- Rob...



Com a boca, ele ia distribuindo beijos até mordiscar meu seio túrgido. Com uma das mãos, ele ia abrindo mais minhas pernas e mal me dei conta quando seu hálito gelado soprou em minha intimidade molhada.



- Rob...eu não...



Fechei um pouco as pernas. Nunca ninguém tinha feito isso em mim. O Mike não gostava e eu não era tão aberta para pedir que ele fizesse.



- Chi...quietinha...eu preciso sentir você.



Rob não esperou mais nenhuma resposta. Abriu mais minhas pernas e colocou a boca bem em cima do meu clitóris. Arqueei minhas costas pelo contato e pressionei sua cabeça de encontro a meus lábios molhados.



- Rob...eu amo sua boca aí...



Eu suspirava, o sentindo ir mais fundo.Eu estava completamente molhada. Destruída. Uma boneca em suas mãos.



Vi seu sorriso safado e ele me beijou de novo. Era incrível sentir meu gosto em minha própria boca.

- Eu...- arquejei...- preciso sentir você. ROB!





Ele se afastou, pondo uma das minhas pernas em seu ombro e afastando a outra e finalmente entrou dentro de mim. Ou tentou. Ele colocava a cabecinha e tirava enquanto meus músculos iam se acostumando a sua presença. Então ele enfiou de vez e eu nunca tinha me sentido tão preenchida.



Por nenhum outro.



Sua boca se encontrou com a minha. Com paixão. Faminta. Sedenta.





Eu estava literalmente morta quando ele se levantou, me pondo de quatro. Ouvi o barulho de uma gaveta sendo aberta e a sensação de seu membro entre as minhas pernas. Rob apertou com força minha pele.



Gemi.



- Você quer isso não quer?



Oh deus. Eu queria muito.

Ele poderia ficar dentro de mim a noite inteira se quisesse.



- O quanto você quer?



Ele beijou toda a região das minhas costas, trazendo arrepios, me fazendo ficar absurdamente molhada e escorregadia de novo.



- Rob!



- Diz...diz que me quer...



Oh Good. Puxei uma lufada de ar, enquanto ele dedilhava meu clitóris.



- Eu acho que você me quer sabe? – ele murmurou no meu ouvido – Você está tão...tão molhada Kris...está ensopando meus dedos.





- Rob...- choraminguei.



- Pede.



Deus! Desde quando ele tinha virado esse mandão.



- Eu quero você. Vem logo.



- Do jeito sujo. Eu quero ouvir você dizendo que me quer. Vamos lá, docinho...o quanto você quer isso...- ele só encostou a cabeça de seu ombro na minha intimidade. AVC ai vou eu. Porque ele insistia nessas coisas? Eu nunca tinha falado desse jeito com o Mike...Nunca.



Ok, ele era guy. Nem conta né?



- Kris...



- Há...que merda, Rob! Me fode! Me fode...vai...oh meu deus...







Minhas pernas tremiam quando o sentia vim por cima de mim. Depois de tudo, ele me abraçou e adormecemos. Eu afundei meu rosto no seu peito quente e ele me apertou mais contra a cintura.





Seu peito subia e descia. Eu suspirei.



- Rob?



- O que?



- Você...vai lembrar de mim pela manhã não é? Quero dizer...não vai culpar estar bêbado nem nada do tipo né? Vamos ser os mesmos pela manhã?



- Eu não bebi ontem.



- Certo.



Fechei os olhos, sentindo as mãos deles em minhas costas, quase como uma massagem. Foi então que adormeci. De vez.

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