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ONESHOT - 'The Only Exception'


Título: The Only Exception
Classificação: +18
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Publicada: 02/07/2010
Status: Finalizada
Sinopse: Robsten sobre o MTV Movie Awards 2010.

E o prêmio de Melhor Beijo vai para Kristen Stewart e......Dakota Fanning – completei em pensamento.“...Robert Pattinson

*** CAPITULO ÚNICO ***




Você é a única exceção

Quando eu era mais nova eu vi

O meu pai chorando e praguejando ao vento

Ele partiu seu próprio coração e

Eu assisti enquanto ele tentava remontá-lo

E minha mãe jurou que jamais

Se deixaria esquecer

E esse foi o dia que eu prometi

Nunca cantar sobre o amor se ele não existisse

Mas querido...



Você é a única exceção

Você é a única exceção

Você é a única exceção

Você é a única exceção



Talvez eu saiba em algum lugar no fundo de minha alma

Que o amor nunca dura

E nós temos que arranjar outros meios de seguir

Em frente sozinhos ou manter o semblante impassível

E eu sempre vivi assim

Mantendo uma distância confortável

E até agora eu jurei pra mim mesma

Que eu era feliz com a solidão

Porque nada disso nunca valeu o risco



Mas você é a única exceção

Mas você é a única exceção

Mas você é a única exceção

Mas você é a única exceção



Eu me agarro firme à realidade

Mas não posso deixar o que está aqui diante de mim

Eu sei que vais embora pela manhã, quando acordar

Me deixe com alguma prova de que isso não foi um sonho



Whooa..



Você é a única exceção

Você é a única exceção

Você é a única exceção

Você é a única exceção

Você é a única exceção

Você é a única exceção

Você é a única exceção

Você é a única exceção



E eu estou quase acreditando

E eu estou quase acreditando...





Se cansaço definisse bem o que eu estava sentindo, juro que me deitaria no chão imediatamente, sem olhar pra trás. Quem ligava para fotos?Mas quando o carro parou em frente da minha casa e eu desci correndo.



Sério. Eu corri lá pra dentro, jogando a bolsa no primeiro lugar vazio que eu pudesse encontrar. Tudo estava um pouco escuro e gritei alto quando algo peludo passou pelas minhas pernas. Então, chutei...qualquer que tenha sido o animal...Então, um ganido...



- Oh, não...Jella! Jella...a mamãe não...



Me abaixei do seu lado, pegando seu corpo gorducho no braço.Ela pareceu se movimentar e abriu aquelas olhos amendoados pra mim. E me acusava. Não. Eu estava tendo alucinações de cansaço...mas juro...juro que vi a Jella me acusando do chute. Então, preguiçosamente pulou do meu colo, virando a bunda e aquele rabo enorme pra mim, indo pra cozinha.



- Você vai ficar sem comida hoje, Jella!



Ela chegou a se virar pra mim e foi como se zombasse e risse. Deus, eu estava paranóica mesmo.



Cansaço.



Tudo por conta disso e daquela viagem ao outro lado do mundo.Uma semana fora...provavelmente não era nada se comparado a tantos viagens que eu já tinha feito...mas mesmo assim...eu me sentia exausta.



- Sua gata doida! Vai para o inferno por ter se fingido de morta pra mim, sabia?





Fotinho da Jella


(algo assim...só é parecida)





Então uma gargalhada. Gostosa. Se infiltrando pelos meus poros.



- Rob?



- Que mais seria? Vem cá.



Eu continuei parada no meu canto. Ele não deveria estar...gravando. Ou algo assim?



- O que você está fazendo...aqui?



- Quer que eu vá embora?



A gente podia estar no escuro mas eu percebia muito bem o jeito dele. O modo como cruzava os braços e a tensão se formando no canto da boca.Depois ele estreitava os olhos. Inevitavelmente ele ria no fim de todo processo. Caso não risse, eu estava encrencada. Bem encrencada.



E só havia um modo de fazer as pazes do jeito certo.



- Não seja idiota. – Falei, indo pra cozinha – É claro que não.



Meus olhos quase saíram de órbita quando eu falei isso. Eu sabia. Ele não. E adivinhem? Eu quase tropeço na minha bolinha de pelo novamente.



- JELLAAAAAAAAAAA! – Gritei – VÁ PARA SEU CANTO! Eu preciso comer...



Então me virei e ele estava encostado perto da geladeira, como se confabulasse algo bem sujo. Eu amava coisas sujas. Verdadeiramente sujas. Mordi a língua para não falar na primeira coisa que me veio à mente nesse momento.



- Você tá com fome?



- To...- respondi meio mole.



- E quer comida?



- Na...sim...- Abri mais meus olhos mas tudo ainda estava escuro. – Você sabe porque estamos sem luz? Isso é tão..tão estranho...



- Eu desliguei. – Ele declarou, sem cerimônia.



- Que? Sai daí. – Abri a geladeira e minha torta de chocolate ainda estava lá. Inteira. Suspirei aliviada, pegando uma colher e pondo todo aquele chocolate na minha boca. Hun...estava perfeito.

Macio...Maravilhoso...Então apontei a colheu suja na direção do Rob.



- Se isso estivesse estragado...há...Você estaria bem encrencado Sr.Pattz.



Ele aproximou-se rápido, que eu até pisquei.



- Hun...- ele enfiou a mão no MEIO do MEU BOLO. Meu BOLO!E pos todo aquele dedo imenso dentro da boca dele...Oh, judiação barata...como se eu gostasse...Ok, eu gosto...mas quem precisava saber? – Eu adoro estar encrencado.



Raspei minha garganta e sorri, o chamando com o dedo até que Rob ficou a milímetros de distância da minha boca. Lambe meus lábios e pisquei os olhos.



- E eu amo...amo...quando você se encrenca assim...



- É claro que ama.



Não perguntei o porque de tudo está escuro, como ele estava lá em casa. Que se danasse. O importante era que ele estava ali. No escuro. Comigo. Minha audição estava mais aguda agora que eu estava mais saciada.Pelo menos de um jeito. Parte do meu corpo estava saciado.



A outra parte...faminto dele. Como nunca. Tudo pareceu em câmera lenta. Ele movendo os lábios tentando explicar o porquê de estar ali...o porque do escuro de tudo...Minha mão avançou, como se soubesse exatamente o que queria – e ela sabia.O caminho era vagamente familiar. Meus dedos se infiltraram em seus cabelos macios e sedosos. Fechei os olhos, apreciando aquela sensação de familiaridade.



Minha boca aproximou-se de seu ouvido e mordi o lóbulo da sua orelha. As mãos dele voaram para a minha cintura e como se eu não pesasse absolutamente nada, Rob afastou o prato e me pôs em cima da mesa.



- Ow...Isso é...- Ele puxou a borda da minha blusa e eu levantei meus braços. – Isso é bom...- resmunguei, enquanto Rob arrancava meu sutiã, que foi jogado em um canto qualquer.



-É bom...- Ele falou, massageando meu seio nu. Gemi, me apoiando na mesa, fazendo com que minha cabeça fosse pra trás.- Sabe o que é melhor?



-N..- Suas mãos continuavam massageando meus seios aflitos enquanto que a boca dele provava do resto da minha pele exposta.- Não...O qu...o...que é melhor...

- Você...

-Eu... – Deus! O que foi aquilo que ele fazia com a língua em meu pescoço? – Ow...Essa é nova...Bem nova...Rob...

-Espera...



Ela riu baixo e desabotoou minha calça, quando escutei um barulho...



- ESPERA! O que foi isso...Eu...

- O vento?



Eu já olhava ao redor. Será que tinha entrado um ladrão na minha casa...ou pior...oh meu deus...



-Hello, Kristen! – Ele me empurrou e fiquei deitada na mesa, com o joelho apoiado na borda. - Levanta o quadril...

Ok...levantei né?



Um vento frio chegou até a minha parte íntima. Minha calcinha era fina demais e transparente...Deus...que calor...calor...Espera, desde quando aqui faz frio? Não...Me apoiei no cotovelo e vi que não era o vento. Era o Rob. Porra...e ele tava com aquele olhar de novo.

Eu estava fudida...



Então um rasgo e outro...Há...Adeus pedaço de pano...



-Ela era bonita Rob...- fiz um muxoxo...



- Claro que é...- Ele passou um dedo pela minha abertura e eu gritei...Porra, porra, porra...ainda bem que os vizinhos ficavam bem longe dali...- Mas isso é importante...E além do mais...nem sei porque você usa essas coisas...



-Essas coisas?



-É...Vai ficar sem mesmo...



Eu já mencionei que tava fodida? Cadê meu hipogloss?



- Você quer que eu ande...sem nada por aíi?



-Não...só aqui...em casa...- Ele enfiou dois dedos de vez em mim. Eu arfei. Deus, eu estava tão molhada e escorregadia. E necessitada.Gemi, abrindo mais as pernas. Os dedos dele eram grandes...muito grandes...Ele entrava e sai...simulando uma penetração...



Isso é bom...muito bom...Eu estava quase gozando quando ele tirou, me pegando pela cintura – me fazendo ficar sentada e me beijar. Gemi de encontro a sua boca quando me senti pulsando. Minhas mãos apertaram com mais força seu pescoço quando senti seu membro duro de encontro a minha pele...Quando foi que ele tinha tirado tudo?



- Você é uma boa menina? – Ele perguntou, quando afastou sua boca da minha. Eu rolei os olhos e me contive. Mordi meus lábios, com minhas mãos ainda na sua nuca. Ao contrário da dele, que vivia maltratando meus seios...



- Não, Lubby...eu fui uma menina tão má...Muito má...

- É mesmo? E o que meninas más merecem?



- Serem castigadas... – passei minhas mãos pelo seu rosto. – Vai me castigar Lubby?



Minhas mãos eram pequenas. Mas sabiam muito bem que caminho seguir. Seu corpo era familiar e ao mesmo tempo novo. Era como se a cada reencontro nós mesmos nos renovássemos. Era tão bom...e confortável ficar com ele. De qualquer maneira. Em qualquer tempo. Muito bom.

- Vou fazer melhor...Vem cá...



Ele me puxou pela mão e fomos pro quarto. Ainda estava uma penumbra mas eu podia ver cada detalhe de sua face. E ele estava com aquele sorriso safado de novo. Era impressão minha ou ele vivia assim...



Rob se aproximou como se fosse um predador e eu sua presa...Quem sabe fosse mesmo? Era gostoso ser a caça...desde que ele fosse o meu caçador. Só meu. E eu dele.



- Eu quero provar você...



Oh, céus...eu também queria que ele provasse.Eu estava tão quente.Meu liquido praticamente escorria pelas minhas pernas. E ele continuava parado ali. Porque não se movia logo?





Então abri minhas pernas e pus meu próprio dedo em minha intimidade. Rocei no meu clitóris várias vezes. Gemi baixinho com o contato.



- Não pensei que precisasse pedir. Sou sua. É só...tomar. E moder...- penetrei mais fundo...- E lamber...



Não precisei fazer mais nada. Rob pulou em cima da cama, tirando os meus dedos molhados da minha cavidade e pondo-os na sua boca.



- Já falei o quanto o seu gosto é...alucinante.



- Uma vez ou outra...- Falei, revirando os olhos.



- Vem cá.



Ele me ajeitou e eu fiquei deitada com o travesseiro embaixo da minha cabeça. Rob segurou minhas pernas e pôs seu rosto na minha intimidade. Gritei alto. Eu estava tão sensível. Ele sugou meu clitóris com força, ao mesmo tempo em que pousava as mãos ao meu redor. Cruzei minhas pernas perto do seu pescoço, tendo menos espaço para ele se movimentar. De repente tudo ficou mais intenso. Mais nenhuma parte do nosso corpo se tocava. Só a boca dele na minha intimidade absurdamente molhada.



Eu algum momento eu pensei que acordaria toda roxa amanhã mas todo meu pensamento foi pro espaço quando gozei na boca dele até molhar minha perna. Eu estava úmida demais.



- Porra, Rob...isso é bom...mas eu quero mais...



- É claro que quer...você sempre quer...



-Eu acho qu...



Minha frase ficou suspensa no ar porque no instante seguinte eu estava me sentindo totalmente preenchida. Socada. Ele não parava de entrar. Deus, como aquilo tudo cabia dentro de mim? Às vezes parecia tão impossível.Mexi mais meus quadris e ele gemeu louco.



- Sabe...o que é melhor ...- uma estocada...- quando você...- outra...- viaja?



Minhas pernas tremiam de antecipação. Ele passou a mão por debaixo das minhas costas e era como estar quase sentada.Essa posição exigia mais dos meus músculos das pernas e braços...mas valia a pena...oh, se valia...Eu sentia ele entrar e sair...toda hora...



Mas ele me segurou mais forte de novo e me fez deitar na cama.



- mas forte Rob...mais forte...oh, merda...eu estou...



- Vem minha sujinha...

Oh Good...



Minhas pernas fraquejaram quando ele deu uma última estocada que me fez ver estrelas. Ele ainda entrava e saia rápido na minha fenda antes de se derramar por completo em mim.



Eu estava suada. Mas saciada. De muitas maneiras. Ele me aconchegou perto do seu peito, beijando o topo da minha cabeça. Eu estava com sono. Muito sono.



- Ow...dessa vez foi...



- Foi. – ele riu. Eu devia fazer maravilhas pro ego masculino dele.Sua mão balançava de um lado pro outro nas minhas costas.



- Eu vou dormir...- resmunguei.

- Vai?

-Vou.

- E o que eu faço com isso.



Puta merda. Ele se virou, beijando meu seio.E meu último pensamento racional foi lembrar de onde eu tinha guardado aquele maldito hipogloss...porque pelo jeito...eu ia precisar dele. Muito.



SEGUNDA PARTE






- Posso saber o que faz debaixo da cama, Kris...não que eu esteja reclamando...essa sua posição está, no mínimo...hun..tentadora.



Ok, eu sei que devia estar ridícula. Eram quase cinco da tarde.

Estávamos atrasados. Eu nem tinha me vestido ainda bolas e tudo culpa da ...Jella! Eu tomei noção de que estava ajoelhada, praticamente sendo engolida pela cama...procurando a...Jella.



Me levantei, passando as mãos pelos cabelos e olhando acusadoramente para o Rob.



- O que você deu pra ela?



- Eu? – ele riu. – Eu nem dei nada...



-Como nada? Olhe, amor... – zonei – a minha gata é preguiçosa. A Jella é assim.Eu convivo com ela desde...sempre. Ela é preguiçosa...agora ela não pára quieta...e roubou meu colar – falei, fazendo uma careta. – O que você fez com ela? Clonou...por acaso?



Ele estreitou os olhos e riu sem graça.



- N..Não...



- Você está gaguejando, Rob?



-N..N..Nã..o...



-MEU DEEUS! Você está gaguejando...sim!



Nesse momento um furacão na forma de uma bola de pelo passou pelos meus pés e foi se plantar no meio da minha cama.



-Olha ela AÍ, Robert! Agora me fala...essa não é a MINHA Jella. O que você fez?

-Eu posso...ter...er...cometido um engano...

-Que engano?

-Ter dado um energético...em vez de bem...água.

-Meu deus do céu...a minha Jella...



Me virei e vi a Jella rodando em círculos com meu colar na boca. Parecia que tinha grudado com super-bond.



- Jella...bebê...vem com a mamãe...vem...



Ela se arrastou, pulando no meu colo. Reprimi um gemido de dor. Ela era grande e pesada demais. Tirei o colar de sua boca e estendi para o Rob, que pegou.

-Culpa do Rob malvado né? Você ta bem...Não vai morrer não é?

-Gatos morrem.



Era ele. O quase assassino.



-Não a Jella. – resmunguei, pondo minha gata no chão.



- Há, claro...SUA gata vai ser eterna...



-É claro.

Falei, como se fosse óbvio.



Ele gargalhou, me estendendo o colar.



Eu fiquei olhando aquele cordão pendurando e não peguei.



Ao em vez disso, olhe para a enorme aliança em meu dedo e fiquei rodando aquele jóia ao redor dele. Mordi os lábios, pensando no que faria.Sorri e peguei o colar.Foi só então que verdadeiramente olhei pra ele.



-Que porra é essa que você está vestindo?



-O QUE?



Rob deu uma volta ao redor de si mesmo e me olhou confuso.



- A blusa ta rasgada?



-Não.



-Suja.



-Não.



-Manchada



-Não.



-Costurada?



-Não...óo...é que...



-Tá feio?



O meu menino estava de volta. Como assim feio? Até que se vestisse um saco de pão ele ficava...



-Definitivamente não.



-Então...o que?



Como eu podia explicar?



-Deixa eu trocar de roupa...aí você entende...

E o expulsei para fora do quarto. Ele estava quase na porta, quando lembrei.

-Leve a Jella.



-Kris...sua gata...me odeia.



-Vocês tem que fazer as pazes...- estreitei meus olhos.- Não me faça escolher entre vocês...



-Você me trocaria por um gato?- ele perguntou, meio chocado.



-Rob? É a Jella. E não é o gato. É a minha gata, Jella.

Ele riu e eu fechei a porta atrás dele.Ainda ouvi ele resmungar o quão gorda ela estava.





**





- Rob? Onde você está?



Sai do quarto, totalmente vestida indo até a sala. A Jella estava no meio do corredor, dormindo. Pelo jeito, o tal tônico tinha passado o efeito. Ela tinha voltada a ser a “minha”Jella de sempre. Gorda e preguiçosa. O meu travesseiro fofo.



Pisquei duas vezes. Ele estava na sala. Perto da janela. Com um cigarro na boca e um copo de bebida no balcão.



-Ei...- Chamei.

Ele se virou sorrindo até que olhou pra mim e piscou. Uma.Duas.três vezes.

Silêncio.

Oh oh...

Ele estava...mudo?



-Rob?



Silêncio.

Silêncio.

-Porra Rob fala algo antes que eu volte pro meu quarto e só saia amanhã.

-Você não pode fazer isso.



-É...Mas seria divertido né? O que foi?



Ele saiu de perto da janela, tragando o cigarro.



-Kris...vem cá...



Ele me segurou pelos ombros, me abaixando até que nos sentássemos no sofá. Olhou pro meu rosto. E eu sorri.Depois segurou minhas mãos entre as dele.



- Você tá linda.



- Oh...

Fiquei sem reação ao receber um elogio tão direto. O que ele estava tentando me dizer?Então cravei meus olhos num ponto muito interessante no chão. O meu tapete.

- Estamos iguais...sua blusa...minha saia...



Rob riu, me deixando mais tranqüila. Eu gostava dele assim. Rindo.Feliz. Só assim eu sentia que era dele. De uma forma completa.



- Você ta parecendo a minha menininha...Jura que eu não vou ser preso por pedofilia?



-É claro que não. – Cravei minha mãos em sua pernas e sorri. – Eu posso te dar algumas provas do que a sua menininha pode fazer.



-Oh...nada disso...estamos em cima da hora...



-E daí? Quem gosta de chegar cedo?



-Kris...



-Não vai doer Rob...- Falei, enquanto desabotoava a sua calça. – Só não me pega com força...Não quero ser matéria pelas ronchas que você me deixa.



Mas o telefone resolveu tocar bem naquela hora. Soltei uns palavrões e me levantei, pegando o celular. Mexi a cabeça em negação vendo de quem era a chamada.



-Oi, Stephanie.



- O Rob está aí?



-Está.Nós já estávamos de saída...e...



-Estou esperando aqui embaixo.Desçam.



Desliguei o telefone, fazendo cara feia pra ele.



- A Stephanie ta lá embaixo.Vamos logo.



Ele levantou-se do sofá já todo composto. Só o seu rosto estava levemente afogueado. Ele se aproximou beijando meus lábios rapidamente e pegando a chave perto da mesa.



- Você vai comigo?



- É claro que vou com você...eu acho que...



-Não.Espera Kris. Você vai realmente comigo? Nós dois.Juntos.



- O que há com sua cabeça hoje? Foi o que eu falei...há...e tira essa sorrisinho besta da cara.



-Vamos logo!



**

Eu jurava que aquele ipod tinha mais funções. Cadê a porra das minhas músicas. Porque eu não achava? Que droga...eu precisava me distrair. Porque eu tinha que ir àquele tipo de premiação.

Droga. Porque as pessoas tinham que voltar logo em mim?

Fiquei sobressaltada quando ele tocou em mim. Na minha mão.

- Você ta gelada.



- To nada.



Ele se calou mas ainda segurava a minha mão.



-Rob? – murmurei, após alguns segundos.



-Oi.

-Qual a possibilidade do prêmio...de eu não ganhar...o prêmio?



- Você está...falando sério?



Eu estava. Era ridículo. Mas eu estava.



- Há, sabe...Nenhuma?



Suspirei.



-Eu sei disso. Só não gosto de estar lá em cima...e sabe...tentar falar algo engraçado. Eu não sou engraçada. Geralmente, tudo sai pior.

-Eu vou estar olhando...pra você...



-Sei disso. – suspirei – só não queria ter que fazer isso.



Ele deu a volta no braço, me aconchegando perto do seu peito. Meu dedo tamborilava pela sua blusa, tocando uma batida própria que nem a mim fazia sentido.



-Ei...me beija? – falei, encarando seus olhos. Eu me perdia constantemente por lá.



-Vai estragar sua...maquiagem?



-Rob...olha pra mim...você acha que eu ligo pra essa merda de maquiagem?



-N..Não...mas...



-Me beija logo.

Eu estava ficando levemente irritada com aquela insistência ridícula dele de maquiagem. Eu não ligava mesmo pra isso.

- Você não quer me beijar? – meu lábio tremeu. – T...Tudo bem...vou achar quem queira.- E pus a mão na porta do carro.Não que eu tivesse uma verdadeira intenção de sair àquela hora. O carro tinha parado. Mas ele agarrou meu braço e acabei sentada no seu colo.



Oj, Jesus, aquilo não ia prestar...



Olhei em volta...para fora do carro e estávamos no meio de um engarrafamento.Não, não ia prestar mesmo...nem em mil anos...e o que ele fez comprovou tudo.



- Você é minha...



Sua mão se infiltrou por debaixo da minha saia apertada, tocando meu centro por cima da calcinha.



-Só minha...- ele afastou o pano indesejado para o lado e penetrou dois dedos em mim, enquanto que com o polegar acariciava meu clitóris.

Há, Jesus...Mordi os lábios, segurando forte em seus ombros.



- Você entende o conceito de meu, minha menina?



Merda. Eu entendia. Até demais. Sem me conter, mexi meu quadril e gemi quando o atrito ficou maior. Meu coração estava acelerado e deu vontade de ir mais forte. Mais alto. Eu estava prestes para gozar quando ele tirou seus dedos de mim.



-Espera...- Ele falou, desabotoando o zíper da sua calça e tirando aquele monstro enorme pra fora.Eu sorri, me levantando e sentando em cima...tudo de uma vez.Eu estava precisando disso.Demais.Gemi alto tentando controlar as ondas de prazer que iam e viam pelo meu corpo.Ele me puxou para mais perto e me beijou.



O meu beijo.



Me contorci sobre ele, subindo e descendo forte.Rob agarrou mais forte a minha cintura, controlando melhor as estocadas até que gozou. Eu suava enquanto ele beijava a minha bochecha.



Porra, estamos fudidos. Sai do seu colo, tentando ajeitar o meu vestido e ele subiu o zíper da calça.



-Pega a minha bolsa...- pedi e ele jogou pra mim. Quase gritei quando vi meu estado. Meu rosto estava vermelho. Afogueado.Mas parecia tudo em ordem...o cabelo...a maquiagem...Tudo.



Sorri de encontro o espelho.



-Que foi?



Passei a língua pelos meus lábios.

-Milagres existem.

E dessa vez o carro parou de vez. Tínhamos chegado.Stephanie abriu a porta e saímos de vez. Ela olhou pra nós por uns longos segundos.

-Eu não quero nem saber...rob...você entra direto...Kristen...

-Sei, sei...fotos...- Fiz uma careta.Olhei ora ele uma última vez antes de me distanciar. Então Rob sorriu daquele jeito. Oh, Jesus...a noite ia ser comprida...e bem tumultuada pelo jeito...

Mas todos os meus pensamentos viraram fumaça quando um flash me alcançou e eu tive que sorrir.



**

Praticamente me joguei na minha cadeira. Eu estava afogueada. Respirei mais fundo.



-Tudo bem? – Rob perguntou do lado.



-Estou viva.



-Vamos lá.



Ele sorriu e quase...quase entrelaçou suas mãos nas minhas...mas eu afastei e cruzei o braço ao redor do meu corpo, para eu não caísse em tentação. De modo algum eu daria mais fofoca pra essa imprensa maldita vender mais. Não a minha custa...não tão de graça assim!





Ele virou-se se concentrando no show que começava. Aos poucos fui relaxando e o apresentador começou a falar de Twilight e de ser Team Edward. Eu também era. Quase ri ao lembrar que na Austrália eu falei sobre isso. Sobre ser Team Edward. Eu era Team Rob. Todo tempo. Quase gargalhei. Ele olhou pra mim e eu dei de ombros.







“E o prêmio de melhor atriz vai para...Kristen Stewart...



Droga! Era eu. Me levantei, resignada e fui para o palco.



- Vocês querem fazer isso por mim?



Hein? É claro que não! Que estupidez. Eu me sentia como um animal encurralado. Todas aquelas pessoas que esperavam algo de mim. Inutilmente, eu não podia dar. Não era só timidez ou algo do gênero. Todo mundo esperava algo de mim. Algo que eu não podia dar. Algo que eu não estava preparada para dar. Isso era o pior.





- Muito Obrigada.- agradeci. –Oi, Chris...Faz tempo que não nos vemos...ele...



Jesus, que tipo de discurso era aquele? De repente acabou e eu sai daquele palco. Suspirei fundo até que Rob me alcançasse.



- Não foi tão ruim...



-Foi terrível.



E naquele único momento eu cedi a tentação e encostei minha testa em seu peito.Ele me aconchegou melhor, me abraçando por trás. Eu poderia ficar por um longo tempo assim.



-Er...pessoal? Vamos...?

-Claro. – Me afastei do Rob, aprumando minha coluna. Um a menos. Três por vir ainda.Pelo menos eu não estava sozinha daquele vez. É terrível subir sozinha lá.

Eu me lembrei que tudo acabou e voltamos lá para as nossas cadeiras. Eu estava tensa de novo. Que droga. Porque simplesmente nós não subíamos lá, pegava o prêmio e ia embora.

- Kris...sabe...não é nada demais.

Estreitei os olhos, irritada.

-É tudo demais.

Ele voltou a olhar pro palco. Os apresentadores faziam piadinhas sem graça. Depois um show. Rob acompanhava com os olhos vidrados. Até demais.

-Ei...- quase soquei a cara dele. – Vai subir lá?

Ele riu e chegou perto. Perto demais.



-Você está com ciúmes? – ele arregalou os olhos. – Eu não acredito nisso.



Ouvi a Stephanie rindo.



-Vocês são o próximos.



- A gente pode não ganhar...- comentei. Ela riu.



- Sua namorada é tão engraçada, Rob...



Ele riu. Eu fiquei séria.



- Fala um pouco mais alto Stephe...acho que quase ninguém escutou...



-Como se vocês enganassem alguém.



Ela riu. De novo.



-Shii...- Era o Rob. – Vão anunciar agora.



“E o prêmio de Melhor Beijo vai para Kristen Stewart e...



...Dakota Fanning – completei em pensamento.



“...Robert Pattinson”







Eu já esperava mas o mesmo tempo não. Contive um suspiro e me levantei de vez. Só que meus pés, pelo jeito, andaram mais rapido que as minhas pernas porque eu quase que me desequilibro e caio como alguma fruta madura. Dois anos seguintes era demais. Até mesmo pra mim. Num salto eu volto e seguro no ombro do Rob. Com uma mao, ele segura a minha cintura.

-Ok, só não me deixa cair hoje.


Ele riu e fomos em direcao ao palco. E não, definitivamente não faríamos o que ele tinha pensado e me falado na noite anterior. Era algo que envolvia altura, atropelos e outras coisas mais.

‘Voce nao percebeu ainda que eu sou uma desequilibrada por natureza?

- Voce não é nada disso, Kristen.

Ele me olhou daquele jeito. Senhor, tenha um pouco de pena de mim. Não facilitou em anada posição em que nós estávamos. Ou eu. O sofá era um lugar impróprio porque eu começava logo a pensar em coisas muito impróprias.

Todo o meu pensamento coerente foi embora quando as mãos do Rob avançaram para o meu short e o desatacou, tirando ele pelas minhas pernas. Não que eu estivesse contra isso. Não mesmo. Eu sempre era tão favorável a tudo. Só era estranho me sentir como um gelatina em suas mãos.

- Acho que tenho uma ideia fantástica para o Melhor Beijo, Kris.

- Hun...





Se minha mente funcionasse até que poderia ouvi-lo mas nenhuma parte do meu corpo parecia funcionar direito quando ele afastou o tecido daa minha calcinha, abrindo meus lábios e tocando com seus dedos o meu clitóris. Eu queria fechar as pernas mas estava impossível. Se aproveitando da minha surpresa, o dedo dele ganhou espaço no meu corpo, penetrando na minha úmida intimidade.


- Eu ainda nao entendo como voce pode ficar tão pronta pra mim...e tão rapida. Eu amo isso.

Oh, sim...eu também amava isso...principalmente quando ele começava a mexer rápido.


- Você quer ser beijada?

- Quero. – Murmurei, quase sem ar. Eu estava tão tensa. Tao necessitada dele. Era como se uma bola de fogo se acumulasse em meu ventre. Não era certo o jeito como ele comandava o meu corpo. Efetivamente, era dele. E de nenhum outro.

-Aqui. – ele afundou mais o dedo, fazendo círculos dentro da minha vagina, e com o polegar pressionava meu botão cheio de nervos. Porra, isso não era nada justo.

- Qualquer coisa, Rob...só faça, amor...Eu preciso de voce hoje. Agora.

- Você já me tem, bebê.

-Então vem.

-Eu vou.

Eu continuava com a blusa cobrindo os meus seios e ele estava so com o peito desnudo. Continuava de bermuda.

- Tira logo essa roupa. A gente não precisa disso.





Ele sorriu, se afastando um pouco e tirando o resto das roupas. Eu me ajeitei melhor no sofa, tirando minha blusa junto com o sutiã.

- Vem. E me faz gozar logo.


- Sim senhora.



Era como se me corpo fosse cortado em milhões de pedacinhos e ele nem tinha me beijado ainda. Não do jeito certo. Quando seus lábios tocaram os meus acho que vi estrelinhas imaginárias. Ele tinha uma estranha mania de me torturar com aquilo. Gemi enquanto Rob mordia meu clitóris, me tirando o fôlego.



- Goza bebê...- ela sussurrou, enquanto alcançava a minha boca e penetrava em mim. Provavelmente eu nunca me acostumaria com todo aquele tamanho dentro de mim. Mas ele gostava. Me achava pequena demais e apertada demais. Eu que o diga...



Então era fato. Eu tinha que ter um estoque de pomada.

E essas viagens sem ele. Era o fim. Eu ficava sedenta. Meu corpo aflito mas as voltas...as voltas eram simplesmente deliciosas.



Rob desabou do meu lado, me estreitando em seus braços.



- Definitivamente você tem o melhor beijo. – sussurrei e ele afundou a boca no vão do meu pescoço.



Meu santo Deus! Isso era hora deu lembrar de uma coisa dessas? Meu rosto ficou quente enquanto eu via o Rob indo na minha frente, subindo as escadas. Meu olhar pousou momentaneamente na sua bunda e balancei a cabeça. Era como se eu não estivesse lá.



Terrível.

Ouvi quando ele falou algo, agradecendo e se calou. Dei um pigarro, me aproximando do microfone.



- Eu acho que a gente tem que ser beijar não é?

Meu pulso acelerou. Eu não era boa nessas coisas.

- Mas nosso beijo só funciona quando tem as câmeras e efeitos especiais...- falei.

Rob se aproximou, tentando me beijar. Ele estava tão lindo. E sorridente. Afastei seu rosto com minha mão.



Ele tentou de novo. Bati com a minha testa na dele.

E ia acabar. Pronto. A gente não tinha nascido para se beijar...era isso.

Era o combinado. Mas ele nunca fazia o que eu mandava.

Nunca.



Foi um susto quando ele me agarrou pela cintura e me beijou levemente nos lábios. Oh, certo. Foi rápido.Saimos ouvindo os gritos da platéia.

Levei a mão à minha cabeça, totalmente sem acreditar.



- Não combinamos isso – falei, cruzando os braços com um bico.



- Você estava pedindo...



- O que?



Ele tocou em meus lábios.



- Ser beijada.



Nos afastamos em um canto escuro. Parecia não haver ninguém ali. E vi seu rosto se aproximando do meu.



Ho. Ho.



- O que está...o que pensa que está fazendo, Robert?



- Beijando você. Apropriadamente. Seus lábios...- sua boca tocou na minha – são macios...e doces...lembra-me morango.



- Você devia comprar uma caixa de morangos então.



- Não. – e me beijou, fazendo com que cada célula do meu corpo gritasse. Aquilo não pudia estar acontecendo. Não ali. Cheio de fotógrafos. Um tempo curto demais Rob se afastou, alisando meus lábios.



- Melhor irmos. Tem mais um prêmio.



- VOCÊ! Não vai fazer nenhuma besteira né?



- Claro que não. – ele rolou os olhos. – Quem você pensa que eu sou?

- Hun...não sei...vamos.



- Eu vou sentar na frente...por causa do prêmio.



- Certo. – suspirei. – Nos vemos no fim?



- Pode apostar nisso. – ele sorriu, roubando um beijo rápido. Como se eu não estivesse disposta a dar de muito boa vontade. Mordi os lábios, me despedindo com um aceno de cabeça.



Só mais um prêmio...



Passou tão rápido. Meus olhos passearam pelo palco, buscando atenção. Ele caminhava tão solto, tão diferente de mim quando ia me apresentar. Rob estava nervoso. Eu sabia disso. Somente eu sabia. Ele mexia a sobrancelha daquela maneira esquisita dele.



Oh oh...Não vinha coisa boa por ali. Sorri quando ele pegou os dois prêmios. Sem derrubar nenhum! Isso era prerrogativa minha...e não dele.

Então ele começou a agradecer...



- ...Aos meus pais...que me geraram e ... e a Kristen, a inspiração de toda a Saga...



Que? Balancei a cabeça, sem acreditar. Definitivamente aquilo não estava certo. Eu já via até as manchetes que sairiam no outro dia sobre nós. Como se não fosse o bastante.



Eu sabia. Sabia que ele estava aprontando.





**

- Vai ficar com essa cara até quando?





Estávamos em casa a mais ou menos uma hora. A Jella tinha se enfiado debaixo de algum buraco. Ela praticamente correu de mim, provavelmente pressentindo meu humor. Era engraçado como a gente vivia numa relação de ódio e amor.



- Você quer ferrar com a nossa vida?



- O que?



- ...”E eu quero agradecer a Kristen...bla bla lá...- falei, imitando uma voz fina. Para meu completo horror, Rob riu me agarrando pela cintura. – Hey! Não dei permissão para você me tocar.

De uma maneira louca, ele riu mais alto. Me derrubando no tapete felpudo da sala. Meus olhos provavelmente matariam ele se pudesse.



- Eu não preciso de permissão para tocar algo que é meu...entra na sua cabecinha isso?



Eu ia contestar mas ele encostou o dedo em meus lábios, me fazendo calar.



- Agora, me escuta...eu agradeci...não pra ferrar a sua...ou minha vida. Eu agradeci porque é a verdade. Porque esse show todo não seria

possível sem você. Você sempre vai ser a minha Bella.



Eu ri, puxando sua cabeça para mais perto de mim.

- Seu palhaço.



- Sim, só seu palhaço.

- Só meu.



Rob começava a beijar meu pescoço quando sento algo peludo nas minhas pernas. Não. Definitivamente não era o Rob!



- Rob! O...O que é isso...nas minhas pernas? É um rato?



Ele saiu de cima de mim no instante seguinte e pudi ver o animal que me atacava!



- Jella!



Eu ri e ela veio se rastejando até o meu colo.



- Acho que ela ta com fome... – falei e ela se aninhou em meu colo.



- Fome nada! – Rob trovejou atrás de mim. – Sua gata me odeia.



- Pára com isso! Ela não odeia...você...hun...pega a câmera! Vamos ter uma foto.



Rob fez uma careta, ajustou câmera e lá estávamos : Eu, Rob e Jella.

 


FIM

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