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Tudo acontece no casamento de Charlie - Capitulo 1





Eu costumava dominar o mundo

Oceanos se abriam quando eu ordenava

Agora pela manhã durmo sozinho

Varro as ruas que já foram minhas



Eu costumava jogar os dados

Sentir o medo nos olhos dos meus inimigos

Ouvir enquanto a multidão cantava:

"Agora o velho rei está morto! Vida longa ao rei!"



Em um minuto eu segurava a chave

No outro as paredes estavam fechadas contra mim

E eu descobri, que meus castelos se apoiavam

Sobre pilares de sal e pilares de areia









“Vai, mais forte Love...Isso, bem aí...Ha...Isso! Mas em cima...”



“Tem certeza que não estou te machucando?”



“Não está”



O Carlisle era tão ridículo às vezes. Era só uma maldita massagem. Ser infantil era prerrogativa dos caras mais velhos? Sim, porque eram mais de 20 anos de diferença entre nós. Ele era um coroa bem enxuto e que me deixava maluca na cama. Eu me sentia tão apertada quando Carlisle abria minhas pernas e me penetrava de uma vez só.



Outras vezes ele era bem puritano. Como agora.

Eu pedi uma massagem e ele estava fazendo. Ok, eu estava nua. Mas quem liga? Ele já tinha me visto assim tantas vezes. Era prazeroso. Enquanto ele massageava minhas costas, uma descarga elétrica ia bem no meio das minhas pernas.

O telefone tocou alto. Droga. Me levantei do sofá onde Carlisle estava me fazendo uma massagem. Claro que poderia ter sido mais proveitosa se ele parasse com aquelas frescuras e pensar que eu sou quebrável. Bufei, me levantando e deixando cair a toalha que ficava ao redor dos meus seios.



“ Alô?”



“ Bella! Ei, filhota!”



“ Pai! Como você está?”



“Vou casar!”



PQP! Acho que engasguei com minha própria saliva! Como assim casar? Com quem? Porque? Ele vivia sozinho a mais de dez anos. Que história é essa de casar?



“Como é?”



“Casar, querida...Sou viúvo a muitos anos...e você daqui a pouco casa também, tem seus próprios filhos...”



Eu ri.



“Não mesmo Daddy! Eu tenho 19 anos...não cinqüenta como você!”



Quero gozar muito antes papai, pensei comigo, olhando para Carlisle, meu namorado gostoso.



“Bella!”

“Ok, ok...então quem vai ser a minha madrasta??”

“Você vai ver...Ela é linda e meiga. E compreensiva. Esme é perfeita.”

“Sei...Quero só ver essa perfeição toda.”



Charlie suspirou do outro lado.



“Papai,também tenho novidades...”



Então pisquei para o Carlisle e o chamei com o dedo que se aproximou, mas não desviava os olhos dos meus seios descobertos. Ele tinha um fascínio por eles. Mentira. Ele era mesmo doido. Já perdi contas das vezes que acordou com a boca do Carlisle em meus seios.



Ele era simplesmente tarado por essa região especifica do meu corpo. Ok, eu era meio taradinha pela bunda dele mas isso não vem ao caso...



“ Que novidades?”



“Estou namorando...”



Ele engasgou e acho que alguma coisa quebrou.



“Namorando? MAS O QUE? Você só tem 19 anos...”



“E daí papai...Ora, não nasci para viver no convento...”



“Mas ele é respeitoso com você não é linda?”



Carlisle tinha os olhos pidões encarando meus mamilos excitados. Ele fez um pedido mudo e quase gemi ao telefone quando ele começou a mamar como um bezerro faminto.



“Oh sim, papai...ele é muito respeitoso...Muito...”



Oh, shit...Mordi meus lábios quando a boca do Carlisle chupava despreocupadamente o meu pescoço, enquanto que um de seus dedos afundava dentro das minhas dobras molhadas. Inconscientemente abri mais as pernas e acho que ele sorriu de encontro a minha pele.



“Traga ele pro casamento...”



“Hun, pode ser...Claro...Quando é?”



“ Daqui a uma semana, Bels.”



“Ok, vou estar lá. Tchau Charlie.”



Joguei o telefone longe, agarrando seu rosto entre as minhas mãos.



“Você ta doido?”



“A doida na relação é você gatinha”



Ele abaixou a cabeça de novo para voltar a sugar os meus seios. Em vez de um, dois dedos entravam e saiam de mim, me ficando absurdamente mais úmida.



“Você é tão gostoso...”



Carlisle acariciava todo o meu corpo com maestria. Me deu um beijo ligeiro nos lábios e gritei fraco quando ele me pegou no colo e me deitou no tapete felpudo da sala.



“Há, eu sou doida por você gatinha...”



O meu corpo estava nu, totalmente exposto ao que ele quisesse fazer. Carlisle usava uma cueca Box preta que denunciava sua excitação. Mordi os lábios, me pondo deitada, apenas segurando-me pelos cotovelos. Suspirei, ficando quase sentada, arranhando seu peitoral definido, com alguns pelos para o meu caminho da felicidade...



“Vamos tirar logo isso...”



Ele riu e no instante seguinte Carlisle estava nu sobre o meu corpo. Seus lábios viajaram devagar me provando, sem pressa. Ele beijava minha barriga lisinha que me fazia gemer mais alto e me contorcer ao toque de sua língua em mim.



“Carlil...”



Foi só o que eu consegui dizer quando senti sua língua em meu sexo, enquanto ele me chupava e enfiava dois dedos safados dentro de mim. Eu rebolava de encontro a sua boca repetindo mil coisas sem sentido. Cerrei os olhos e gritei quando o orgasmo percorreu meu corpo e gozei na boca dele.



Carlisle não parava de me acariciar e pôs minhas pernas trêmulas em seu ombro. Eu suspirei deliciada quando seu membro entrou na minha gruta úmida. Ele agarrou minha cintura fina, começando a entrar em mim.Eu gemia e gemia cada vez mais enquanto suas estocavas aumentavam me fazendo ver estrelas. Gozei pela segunda vez no pau do meu homem. Abri meus olhos só a tempo de ver o seu rosto vermelho e olhar de prazer quando Carlisle se derramou dentro de mim.



Ele rolou para o lado, apoiando a cabeça no meio dos meus seios, dando um beijo em cada um deles antes de me agarrar forte.



“Você esmaga meu pau sabia?”

“Isso é bom não é?”



Me apertei em seus braços.



“Sim...Muito bom, gatinha”



“Hun, você vai comigo no casamento de meu pai certo?”



“Claro que vou...”

“Hun...” Me espreguicei, pondo minha boca em seu ouvido. Mordi o lóbulo, suspirando. “Minha vagina ta tão molhada ainda...e palpitando”

Ele gargalhou.



“Só um tempo gatinha, não quero te machucar...”



QUE PORRA! Não vou me machucar! Eu quero mais sexo, inferno! Rolei para o lado e abri minhas pernas. Passei meus dedos e enfiei dentro de mim. Suspirei aliviada. Isso era bom.



“Bella”



“Hun...eu”



“Tira isso daí!”



“NÃO!”



Comecei a dedilhar meu clitóris inchado e gemi baixinho, imaginando um membro bem duro dentro de mim. Minha mente viajou para a minha primeira transa, a alguns anos atrás. Meu corpo pegava fogo e senti um prazer intenso com meu próprio toque. Gozei deliciosamente em meus dedos.



Abri meus olhos e Carlisle me encarava com o rosto vermelho.



“O QUE?”



“Você...?”



“Que que tem? Eu tenho muito fogo aqui” E apontei para o meio das minhas pernas. Ele balançou a cabeça, rindo e me pegou no colo de novo. Dessa vez fomos parar na cama.



“Então vamos apagar esse seu fogo todo”



Eu teria dado pulinhos e gritos de alegria se minha boca não estivesse ocupada fazendo outra coisa...

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